{"id":100,"date":"2010-04-09T17:36:08","date_gmt":"2010-04-09T21:36:08","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=100"},"modified":"2010-04-09T17:36:08","modified_gmt":"2010-04-09T21:36:08","slug":"sintaxe-2-termos-essenciais-da-oracao-sujeito-e-predicado-palavras-que-podem-exercer-a-funcao-de-sujeito-r","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=100","title":{"rendered":"SINTAXE 2 &#8211; Termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o: sujeito e predicado. Palavras que podem exercer a fun\u00e7\u00e3o de sujeito.r"},"content":{"rendered":"<p>SINTAXE &#8211; ROTEIRO N\u00ba 2<\/p>\n<p>1 \u2013 TEMA: Termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o. Sujeito e Predicado. Ora\u00e7\u00e3o sem sujeito. Palavras que podem exercem a fun\u00e7\u00e3o de sujeito.<\/p>\n<p>2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. Ter conhecimento de classes gramaticais (substantivo, pronome, verbo).<\/p>\n<p>3 \u2013 META: Este roteiro foi elaborado com o objetivo de:<\/p>\n<p>. desenvolver habilidades de interpretar textos<\/p>\n<p>. proporcionar condi\u00e7\u00f5es para identifica\u00e7\u00e3o dos termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><!--more-->4 \u2013 PR\u00c9-AVALIA\u00c7\u00c3O: O objetivo da pr\u00e9-avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 diagnosticar o quanto se tem conhecimento de um as\u00adsunto. Para isso, basta que voc\u00ea responda \u00e0 Auto-avalia\u00e7\u00e3o que est\u00e1 no final deste Roteiro, antes de ler qualquer texto existente nele. Se voc\u00ea alcan\u00e7ar um resultado igual ou superior a 80 pontos, n\u00e3o precisa es\u00adtudar o assunto, pois voc\u00ea j\u00e1 o domina suficientemente. Caso contr\u00e1rio, v\u00e1 direto para as Atividades de Es\u00adtudo.<\/p>\n<p>5 \u2013 ATIVIDADES DE ESTUDO: Ler com entendimento \u00e9 pr\u00e9-requisito para se aprender qualquer coisa atra\u00adv\u00e9s da leitura. Por isso, leia o texto do Anexo A para treinar sua interpreta\u00e7\u00e3o. Embora a leitura dos anexos em si seja tamb\u00e9m interpreta\u00e7\u00e3o de texto, ela \u00e9 voltada para uma finalidade mais espec\u00edfica que \u00e9 a apren\u00addizagem dos conceitos gramaticais. O texto do Anexo A \u00e9 mais gen\u00e9rico e serve de treinamento para a compreens\u00e3o geral da l\u00edngua. Portanto, fa\u00e7a o seguinte:<\/p>\n<p>a) Tenha um dicion\u00e1rio de Portugu\u00eas ao seu alcance, para consult\u00e1-lo sobre as palavras que voc\u00ea desco\u00adnhece o significado;<\/p>\n<p>b) Procure um lugar sossegado para os textos e fazer os exerc\u00edcios;<\/p>\n<p>c) Leia primeiro o texto; fa\u00e7a em seguida os exerc\u00edcios; compare suas respostas com o gabarito e veja o que errou; retorne ao texto para verificar o porqu\u00ea do erro.<\/p>\n<p>6 \u2013 P\u00d3S-AVALIA\u00c7\u00c3O: Ap\u00f3s ter feito o estudo dos textos e os exerc\u00edcios, responda \u00e0s quest\u00f5es propostas na Auto-avalia\u00e7\u00e3o. Creio que voc\u00ea agora, acertar\u00e1 todas. Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, consulte as orienta\u00e7\u00f5es dadas nas Atividades Suplementares.<\/p>\n<p>7 \u2013 ATIVIDADES SUPLEMENTARES: Se voc\u00ea n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar 80 pontos na P\u00f3s-avalia\u00e7\u00e3o, volte \u00e0 leitura dos textos, agora com mais aten\u00e7\u00e3o. Sem pressa. A leitura com compreens\u00e3o \u00e9 a base da aprendi\u00adzagem.<\/p>\n<p>________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO A \u2013 INTERPRETA\u00c7\u00c3O DE TEXTO<\/p>\n<p>A linguagem falada n\u00e3o \u00e9 um elemento fixo e imut\u00e1vel. Ao contr\u00e1rio, reflete mudan\u00e7as do meio social. Vem se transformando atrav\u00e9s dos tempos e \u2013 o mais not\u00e1vel \u2013 pode mudar, dentro de uma mesma \u00e9poca, de acordo com as circunst\u00e2ncias sociais.<\/p>\n<p>Ao ler o texto de Carlos Drummond de Andrade, que viveu no s\u00e9culo XX (1902-1987), voc\u00ea vai sentir a afirma\u00e7\u00e3o acima e vai se divertir com o enusitado da linguagem atrav\u00e9s dos tempos.<\/p>\n<p>ANTIGAMENTE<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Antigamente as mo\u00e7as chamavam-se \u201cmademoiselles\u201d e \u00a0eram todas mimosas e muito prendadas. N\u00e3o faziam anos:\u00a0completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo n\u00e3o sendo rapag\u00f5es, faziam-lhe p\u00e9-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam t\u00e1bua, o rem\u00e9dio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca, e n\u00e3o ca\u00edam de cavalo\u00a0magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa. O que n\u00e3o impedia\u00a0que, nesse entremente, esse ou aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam algu\u00e9m que lhes passava a manta\u00a0e azulava, dando \u00e0s de Vila-Diogo. Os mais idosos, depois\u00a0da janta, faziam o quilo, saindo para tomar a fresca; e tamb\u00e9m tomavam cautela de n\u00e3o apanhar o sereno. Os mais jovens, esses iam ao animat\u00f3grafo, chupando balas de alteia.\u00a0Ou sonhavam em andar de aeroplano. Estes, de pouco siso,\u00a0se metiam em camisa de onze varas e at\u00e9 em cal\u00e7as pardas;\u00a0n\u00e3o admira que dessem com os burros n\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>2. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Havia os que tomavam ch\u00e1 em crian\u00e7a e, ao visitarem\u00a0uma fam\u00edlia da maior considera\u00e7\u00e3o, sabiam cuspir na escarradeira. Se mandavam seus respeitos a algu\u00e9m, o portador\u00a0garantia-lhes: \u201cFarei presente\u201d. Outros, ao cruzarem com um\u00a0sacerdote, tiravam o chap\u00e9u, exclamando: \u201cLouvado seja\u00a0Nosso Senhor Jesus Cristo\u201d; ao que o cumprimentado respo<span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"text-decoration: none;\">ndia: \u201cPara sempre seja louvado\u201d. E os eruditos, se algu\u00e9m espirrava \u2013 sinal de defluxo \u2013 eram impelidos a exortar: \u00a0<em>Dominus\u00a0<span style=\"font-style: normal;\"><em>tecum.<\/em> Embora sem saber da missa a metade, os presun\u00e7osos queriam ensinar padre-nosso ao vig\u00e1rio, e com isso punham a m\u00e3o em cumbuca. Era natural que com eles se perdesse a tramontana. A pessoa cheia de melindres ficava sentida com a desfeita que lhe faziam quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era artioso. \u00c9 verdade que \u00e0s vezes os\u00a0meninos eram encapetados, e chegavam a pitar escondido atr\u00e1s da igreja. As meninas n\u00e3o: verdadeiros cromos, umas teteias.<\/span><\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p>3. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Antigamente, certos tipos faziam neg\u00f3cios e ficavam a\u00a0ver navios; outros eram pegados com a boca na botija, contavam tudo tintim-por-tintim e iam comer o p\u00e3o que o diabo amassou, l\u00e1 onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorros com lingui\u00e7a. E alguns ouviam cantar o galo,\u00a0mas n\u00e3o sabiam onde. As fam\u00edlias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse \u00e0 porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um \u201ccabrito\u201d, n\u00e3o tivesse catinga. Acolhiam com satisfa\u00e7\u00e3o a visita do cometa, que, andando por ceca\u00a0e meca, traziam as novidades \u201cde baixo\u201d, ou seja, do Rio de\u00a0Janeiro. Ele vinha dar uma prosa e deixar presente ao dono\u00a0da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e\u00a0chegavam \u00e0 sacada para v\u00ea-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais que velhacos: eram grandess\u00edssimos tratantes.<\/p>\n<p>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Acontecia o indiv\u00edduo apanhar uma constipa\u00e7\u00e3o; ficando\u00a0perrengue, mandava um pr\u00f3prio chamar o doutor e, depois, ir\u00a0\u00e0 botica para aviar a receita, de c\u00e1psulas ou p\u00edlulas fedorentas. Doen\u00e7a nefasta era a phtysica.<\/p>\n<p>5. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Antigamente os sobrados tinham assombra\u00e7\u00f5es; os me<span style=\"text-decoration: underline;\">ninos, lombrigas; asthma, os gatos; os homens portavam cer<span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"text-decoration: none;\">ou<span style=\"-webkit-text-decorations-in-effect: none;\">las, botinas e capa de goma; a casimira tinha de ser superior\u00a0e mesmo X.P.T.O. London; n\u00e3o havia fot\u00f3grafos, mas retra<span style=\"text-decoration: underline;\">tistas e os crist\u00e3os n\u00e3o morriam: descansavam<span style=\"-webkit-text-decorations-in-effect: none; text-decoration: underline;\">.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>6. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Mas tudo isso era antigamente, isto \u00e9, outrora.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Carlos Drummond de Andrade, <em>Quadrante 1.<\/em> 4\u00aa Edi\u00e7\u00e3o,Rio de Janeiro, Editora do Autor, 1966)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">______________________________________________________________<\/p>\n<p>A. Fa\u00e7a a correspond\u00eancia entre as frases que contenham o mesmo significado:<\/p>\n<p>a. Os janotas, mesmo n\u00e3o sendo rapag\u00f5es, faziam-lhe p\u00e9-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.<\/p>\n<p>b. E se levavam t\u00e1bua, o rem\u00e9dio era tirar o cavalo da chuva.<\/p>\n<p>c. As pessoa, quando corriam, era para tirar o pai da forca.<\/p>\n<p>d. O que n\u00e3o impedia que esse ou aquele embarcasse em canoa furada.<\/p>\n<p>e. Estes, de pouco siso, se metiam em camisa de onze varas e at\u00e9 em cal\u00e7as pardas.<\/p>\n<p>f. N\u00e3o admira que dessem com os burros n\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>g. Ao visitarem uma fam\u00edlia de maior considera\u00e7\u00e3o, sabiam cuspir na escarradeira.<\/p>\n<p>h.Antigamente,certos tipos faziam neg\u00f3cios e ficavam a ver navios<\/p>\n<p>i. Outros eram pegados com a boca na botija.<\/p>\n<p>j. Jogavam verde para colher maduro.<\/p>\n<p>k. Sabiam com quantos paus se faz uma canoa.<\/p>\n<p>l. Faziam o quilo, saindo para tomar a fresca.<\/p>\n<p>m. Embora sem saber da missa a metade, os presun\u00e7osos queriam ensinar padre-nosso ao vig\u00e1rio e com isso punham a m\u00e3o em cumbuca.<\/p>\n<p>n. Era natural que com eles a gente perdesse a tramontana.<\/p>\n<p>o. Ouviam o galo cantar, mas n\u00e3o sabiam onde.<\/p>\n<p>p. Uns raros amarravam cachorros com lingui\u00e7a.<\/p>\n<p>1. (\u00a0\u00a0 ) N\u00e3o admira que se dessem mal.<\/p>\n<p>2. (\u00a0\u00a0 ) Faziam neg\u00f3cios e ficavam sem nada.<\/p>\n<p>3. (\u00a0\u00a0 ) Os mauricinhos, mesmo n\u00e3o sendo boas pintas, paqueravam, mas ficavam curtindo uma de esperar.<\/p>\n<p>4. (\u00a0\u00a0 ) Ao visitarem uma fam\u00edlia bem instru\u00edda, sabiam portar-se\u00a0devidamente.<\/p>\n<p>5. (\u00a0\u00a0 ) O que n\u00e3o impedia que esse ou aquele entrasse numa fria.<\/p>\n<p>6. (\u00a0 \u00a0) Outros eram pegos em flagrante.<\/p>\n<p>7. (\u00a0\u00a0 ) Se levavam um fora, o jeito era sair pra outra.<\/p>\n<p>8. (\u00a0\u00a0 ) As pessoa s\u00f3 se apressavam, s\u00f3 corriam em casos\u00a0extremos.<\/p>\n<p>9. (\u00a0\u00a0 ) Estes, de pouco siso, metiam-se em confus\u00f5es.<\/p>\n<p>10. (\u00a0\u00a0 ) Uns poucos viviam na riqueza, esbanjando \u00e0 vontade.<\/p>\n<p>11. (\u00a0\u00a0 ) Procuravam sondar, davam uma pequena \u201cdica\u201d para obter\u00a0informa\u00e7\u00f5es maiores.<\/p>\n<p>12. (\u00a0\u00a0 ) Tinham ouvido falar, por alto, no assunto mas n\u00e3o conheciam os detalhes.<\/p>\n<p>13.(\u00a0\u00a0 ) Conheciam muito bem o assunto, estavam bem informados<\/p>\n<p>14. (\u00a0\u00a0 ) Era natural que com eles a gente se desnorteasse, se atrapalhasse at\u00e9 perder a paci\u00eancia.<\/p>\n<p>15. (\u00a0\u00a0 ) Digeriam tranquilamente a refei\u00e7\u00e3o dando uma voltinha.<\/p>\n<p>16. (\u00a0\u00a0 ) Embora, por for a do assunto, queriam dar uma de entendidos e a\u00ed se complicavam.<\/p>\n<p>B. Traduza o texto de Carlos Drummond de Andrade, para a linguagem padr\u00e3o atual, por\u00e9m ser usar g\u00edrias grosseiras ou express\u00f5es idiom\u00e1ticas.<\/p>\n<p>_____________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. F\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. H\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 4. G\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 5. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 6. I\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 7. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 8. C \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a09. E\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 10. P\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 11. J\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 12. O\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 13. K\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 14. N\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 15. L\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 16. M<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Seu texto deve ter ficado mais ou menos assim:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Antigamente as mo\u00e7as eram educadas e elegantes e eram todas muito lindas e boas donas de casa. A festa de anivers\u00e1rio mais esperada era quando completavam 18 anos, pois nessa idade eram, em geral, pedidas em casamento. Os rapazes, mesmo que n\u00e3o fossem bonit\u00f5es, paqueravam as mo\u00e7as, de longe, sem se manifestarem. E se recebiam um \u201cn\u00e3o\u201d para suas pretens\u00f5es de namoro, o jeito era procurar outra namorada.\u00a0As pessoas, quando corriam, era porque estavam com muita pressa e n\u00e3o eram surpreendidas por qualquer coisa, ruim ou boa. Algumas davam pequenas informa\u00e7\u00f5es com a esperan\u00e7a de obter outras que ningu\u00e9m sabia e com isso julgavam saber mais que os outros. Enquanto isso, haviam os que ficavam em situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil ou, \u00e0s vezes, embara\u00e7osa, porque eram iludidos, abandonados e desapareciam sem deixar vest\u00edgios.\u00a0Os mais velhos, depois das refei\u00e7\u00f5es, faziam a digest\u00e3o indo passear em locais frescos e calmos. E tomavam cuidado para n\u00e3o se resfriarem. Os jovens iam ao cinema e chupavam bombons de hortel\u00e3 e gengibre. Ou sonhavam em andar de avi\u00e3o. Estes, sem nenhuma vergonha, se metiam em confus\u00e3o e situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis; por isso se enganavam e perdiam bons neg\u00f3cios.\u00a0Havia os que recebiam uma boa educa\u00e7\u00e3o quando crian\u00e7as e quando estavam em ambientes requintados sabiam se comportar devidamente. Se enviavam alguma mensagem a algu\u00e9m, o portador da mesma assegurava que a entregaria. Outros, quando encontravam um padre, tiravam o chap\u00e9u em sinal de res-peito e diziam: \u201cLouvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!\u201d e o padre sempre respondia: \u201cPara sempre seja louvado!\u201d E os que tinham mais conhecimento, se algu\u00e9m espirrava \u2013 sinal de alguma alergia ou gripe \u2013 eram impelidos a dizer: \u201cO Senhor esteja contigo!\u201d\u00a0Os presun\u00e7osos, apesar de n\u00e3o terem conhecimento suficiente sobre alguns assuntos, queriam demonstrar que os entendiam\u00a0 a\u00ed se complicavam. Era natural que com eles as pessoa se atrapalhassem e perdessem a paci\u00eancia. Haviam os que ficavam magoados por qualquer negativa que lhes fizessem ou se se referissem aos seus familiares de modo sincero ou verdadeiro sobre seu mau comportamento. Era verdade que os meninos eram bem ardilosos e at\u00e9 fumavam escondido. As meninas, n\u00e3o: essas eram muito educadas, n\u00e3o faziam bagun\u00e7a, verdadeiras \u201cladies\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Antigamente, certos homens faziam neg\u00f3cios e perdiam tudo; outros eram flagrados fazendo coisas erradas. E por isso tinham que explicar tudo, minuciosamente, \u00e0s autoridades. O resultado \u00e9 que tinham que pagar por seus erros so-frendo as penalidades da lei e da sociedade, bem longe dos seus familiares\u00a0 e amigos e at\u00e9 de sua cidade.\u00a0Uns raros, bem ricos, esbanjavam dinheiro e riquezas com coisas f\u00fateis. E outros ouviam falar de alguns assuntos sem, entretanto, conhecer os seus deta-lhes. As fam\u00edlias compravam os produtos aliment\u00edcios nos super-mercados, tinham cr\u00e9dito no a\u00e7ougue e compravam qualquer coisa que lhe fosse oferecida na porta de casa, desde que o vendedor, quase sempre um negrinho magro, estivesse bem limpo e cheiroso. Recebiam com satisfa\u00e7\u00e3o a visita dos vendedores ambulantes, que viajavam por v\u00e1rias cidades, levando as \u00faltimas novidades da ind\u00fastria do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo. Eles vinham oferecer suas mercadorias e quase sempre deixar como presente ao dono da casa, algum objeto que lhe fosse \u00fatil e de marca conhecida. As mo\u00e7as se maquiavam e ficavam \u00e0 janela para v\u00ea-los descer do cavalo. Infelizmente alguns n\u00e3o eram confi\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Se acontecia de um indiv\u00edduo ficar gripado ou resfriado, mandava um mensageiro chamar o m\u00e9dico e, depois ia \u00e0 farm\u00e1cia comprar os rem\u00e9dios, quase sempre de c\u00e1psulas ou p\u00edlulas de cheiro ruim. Doen\u00e7a sem cura era a tuberculose.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Antigamente as mans\u00f5es eram habitadas por esp\u00edritos que assombravam as pessoa; os meninos tinham verminose; os gatos tinham asma; os homens usavam cuecas, sapato de couro de cano m\u00e9dio e palet\u00f3 engomado. A casimira tinha de ser de boa qualidade, da marca X.P.T.O. London. Os fot\u00f3grafos eram chamados de retratistas e os crist\u00e3os quando morriam, descansavam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Mas isto foi h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s.<\/span><\/p>\n<p>________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO B &#8211; ESTRUTURA DA ORA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">ESTRUTURA DA ORA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Termos essenciais: <\/strong>\u2192\u00a0\u00a0sujeito &#8211; simples, composto, indeterminado e inexistente<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192\u00a0\u00a0 predicado &#8211; nominal, verbal e verbo-nominal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Termos integrantes:<\/strong> \u2192\u00a0complemento nominal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192\u00a0complemento verbal &#8211; objeto direto, objeto indireto e predicativo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192\u00a0agente da passiva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Termos acess\u00f3rios: \u2192 <\/strong>adjunto adnominal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192 adjunto adverbial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192 aposto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2192 vocativo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O esquema apresentado resume a nomenclatura das fun\u00e7\u00f5es exercidas pelas palavras, na ora\u00e7\u00e3o. Podemos comparar esta estrutura com o corpo humano em que os <strong>termos essenciais<\/strong> (que n\u00e3o podem faltar na ora\u00e7\u00e3o) representam os ossos e os \u00f3rg\u00e3os vitais tais como o cora\u00e7\u00e3o, o pulm\u00e3o,, os rins, o est\u00f4mago, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>termos integrantes<\/strong> podem ser comparados ao sistema reprodutivo humano: o \u00fatero, os ov\u00e1rios, o escroto. O homem precisa desses \u00f3rg\u00e3os mas n\u00e3o s\u00e3o essenciais \u00e0 sua vida, assim como os termos integrantes da ora\u00e7\u00e3o. Pode existir ora\u00e7\u00e3o sem a presen\u00e7a desses termos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>termos acess\u00f3rios<\/strong>, como o nome j\u00e1 informa, s\u00e3o termos que preenchem alguma lacuna, enfeitam a ora\u00e7\u00e3o. Podem ser comparados aos cabelos, \u00e0s unhas humanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cada fun\u00e7\u00e3o exercida pelas palavras na ora\u00e7\u00e3o, pode ser exercida tamb\u00e9m por uma ora\u00e7\u00e3o completa dentro do per\u00edodo composto. Isso, veremos quando chegarmos ao estudo sobre ora\u00e7\u00f5es coordenadas e subordinadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ANEXO C \u2013 TERMOS ESSENCIAIS DA ORA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Dando continuidade ao nosso estudo sobre frases, vamos, agora, deter nossa aten\u00e7\u00e3o \u00e0s frases estruturadas com verbo, ou seja, as <strong>ora\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n<p>No estudo das ora\u00e7\u00f5es, \u00e9 importante distinguirmos os termos que a formam a fim de que nossa comunica\u00e7\u00e3o se torne mais correta e eficiente.<\/p>\n<p>Neste Roteiro, vamos iniciar o estudo da ora\u00e7\u00e3o, come\u00e7ando pelos seus dois termos essenciais: o sujeito e o predicado.<\/p>\n<p>Esses termos s\u00e3o chamados de <strong>essenciais<\/strong> porque s\u00e3o fundamentais para a forma\u00e7\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o. Assim como no corpo humano existem \u00f3rg\u00e3os que s\u00e3o essenciais \u00e0 vida, tamb\u00e9m na ora\u00e7\u00e3o existem termos essenciais para a forma\u00e7\u00e3o da sua estrutura. Observe a frase:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u201cNo princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra.\u201d (G\u00eanesis 1:1)<\/p>\n<p>J\u00e1 sabemos que a frase que se forma com a presen\u00e7a de um verbo \u00e9 chamada de <strong>ora\u00e7\u00e3o<\/strong>. E \u00e9 justamente a presen\u00e7a do verbo que faz com que a ora\u00e7\u00e3o possa ser dividida em sujeito e predicado. Assim, na ora\u00e7\u00e3o \u201c<em>No princ\u00edpio, criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d,<\/em> sabemos que:<\/p>\n<ol>\n<li><em>Deus<\/em>: \u00e9 o ser de quem se diz alguma coisa<\/li>\n<li><em>Criou os c\u00e9us e a terra, no princ\u00edpio<\/em>: \u00e9 o que dizemos sobre Deus.<em> <\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>A express\u00e3o \u201cDeus\u201d e \u201ccriou os c\u00e9us e a terra, no princ\u00edpio\u201d s\u00e3o termos b\u00e1sicos dessa ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Voc\u00ea deve ter notado que o sujeito n\u00e3o est\u00e1 no in\u00edcio da frase. Portanto n\u00e3o \u00e9 pela ordem dos termos na ora\u00e7\u00e3o que os identificamos. O importante \u00e9 saber reconhecer a parte da ora\u00e7\u00e3o que constitui o sujeito e a parte que constitui o predicado. Neste exemplo podemos colocar o sujeito em outros lugares, ainda assim ele continuar\u00e1 sendo o sujeito dela. Observe:<\/p>\n<ol>\n<li>No princ\u00edpio, criou <em>Deus<\/em> os c\u00e9us e a terra.<\/li>\n<li><em>Deus<\/em>, no princ\u00edpio, criou os c\u00e9us e a terra.<\/li>\n<li>Criou, <em>Deus<\/em>, os c\u00e9us e a terra, no princ\u00edpio.<\/li>\n<li><em>Deus<\/em> criou, no princ\u00edpio, os c\u00e9us e a terra.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Por\u00e9m, algumas constru\u00e7\u00f5es sint\u00e1ticas (organiza\u00e7\u00e3o das palavras na ora\u00e7\u00e3o) n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel acontecer, sob pena de n\u00e3o estarmos dizendo a verdade ou de sermos incoerentes com o pensamento. Veja:<\/p>\n<ol>\n<li>Os c\u00e9us e a terra criou Deus, no princ\u00edpio.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Voc\u00ea percebeu a incoer\u00eancia da afirma\u00e7\u00e3o? Os c\u00e9us e a terra foram os criadores de Deus? Al\u00e9m disso h\u00e1 um erro de concord\u00e2ncia verbal!\u00a0 Os c\u00e9us e a terra <em>criaram\u2026 (se o sujeito fosse realmente esse!)<\/em><\/p>\n<p>Isso acontece, porque, em portugu\u00eas, h\u00e1 uma ordem mais ou menos definida, de organiza\u00e7\u00e3o estrutural da ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sujeito + predicado + complementos<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p>Podemos deslocar o sujeito e o predicado fora dessa ordem, mas, n\u00e3o a ponto de alterarmos o sentido da frase.<\/p>\n<p>O <strong>sujeito<\/strong> da ora\u00e7\u00e3o \u00e9 o termo a respeito de <strong>quem<\/strong> se declara, se afirma ou se nega, se diz alguma coisa. Podemos encontr\u00e1-lo fazendo a seguinte pergunta ao verbo:<\/p>\n<p>Pergunta: \u00a0Quem criou?\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resposta: Deus<\/p>\n<p>O predicado da ora\u00e7\u00e3o \u00e9 tudo aquilo que se declara, se afirma ou se nega, se diz do sujeito. Numa ora\u00e7\u00e3o simples (s\u00f3 com um verbo), quando encontramos o sujeito, o que sobra ser\u00e1 predicado.<\/p>\n<p>No exemplo dado, se \u201cDeus\u201d \u00e9 o sujeito, ent\u00e3o \u201ccriou os c\u00e9us e a terra, no princ\u00edpio\u201d ser\u00e1 o predicado.<\/p>\n<p>Vamos repetir, para voc\u00ea entender melhor:<\/p>\n<p>Sujeito \u2013 Deus<\/p>\n<p>Predicado \u2013 criou os c\u00e9us e a terra, no princ\u00edpio.<\/p>\n<p>Entretanto, h\u00e1 alguns casos, em Portugu\u00eas, de ora\u00e7\u00e3o sem sujeito; na verdade, nesses casos, expressam-se declara\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o existe a que ou a quem essas declara\u00e7\u00f5es se referem. Quando se diz, por exemplo: \u201c<em>Haja luz<\/em>!\u201d(G\u00ean. 1:3), esta \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o que n\u00e3o existe a quem se refere. Este \u00e9 um exemplo de <strong>ora\u00e7\u00e3o sem sujeito.<\/strong><\/p>\n<p>Assim, o \u00fanico termo realmente essencial, em portugu\u00eas, \u00e9 o predicado, j\u00e1 que pode haver ora\u00e7\u00e3o sem sujeito, mas <em>nunca ora\u00e7\u00e3o sem predicado<\/em>.<\/p>\n<p>Como os casos de ora\u00e7\u00e3o sem sujeito s\u00e3o menos constantes,\u00a0consideram-se que os termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o s\u00e3o dois: <strong>sujeito e predicado<\/strong>.<\/p>\n<p>______________________________________________________________<\/p>\n<p>Vamos ao exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>A. Escreva F, para a frase que n\u00e3o \u00e9 ora\u00e7\u00e3o e O, se a frase for ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>1. (\u00a0\u00a0 ) Bom dia, colegas!<\/p>\n<p>2. (\u00a0\u00a0 ) O pai procurou o menino.<\/p>\n<p>3. (\u00a0\u00a0 ) O menino correu para a rua.<\/p>\n<p>4. (\u00a0\u00a0 ) Felicidades para voc\u00ea!<\/p>\n<p>5. (\u00a0\u00a0 ) O \u00f4nibus deu uma freada brusca.<\/p>\n<p>6. (\u00a0\u00a0 ) Fique quieto, menino!<\/p>\n<p>7. (\u00a0\u00a0 ) O menino escondeu a chave.<\/p>\n<p>8. (\u00a0\u00a0 ) Que linda crian\u00e7a!<\/p>\n<p>B. Reescreva os ora\u00e7\u00f5es, deslocando o sujeito de modo que n\u00e3o haja incoer\u00eancia de sentido da frase original.<\/p>\n<p>1. Essas hist\u00f3ria s\u00e3o interessantes.<\/p>\n<p>2. O trem j\u00e1 partiu.<\/p>\n<p>3. As encomendas n\u00e3o chegaram.<\/p>\n<p>4. Muitos alunos foram aprovados.<\/p>\n<p>5. Todos os professores participaram da reuni\u00e3o.<\/p>\n<p>6. A festa j\u00e1 estava preparada.<\/p>\n<p>7. Esse trabalho est\u00e1 muito bem feito.<\/p>\n<p>________________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A: 1 \u2013 F\u00a0\u00a0\u00a0 2 \u2013 O\u00a0\u00a0 3 \u2013 O\u00a0\u00a0\u00a0 4 \u2013 F\u00a0\u00a0\u00a0 5 \u2013 O\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 6 \u2013 O\u00a0\u00a0\u00a0 7 \u2013 O\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 8 \u2013 F<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B:<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">S\u00e3o interessantes, essas hist\u00f3rias.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">J\u00e1 partiu o trem.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">N\u00e3o chegaram as encomendas.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Foram aprovados muito alunos.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Participaram da reuni\u00e3o todos os professors.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">J\u00e1 estava preparada a festa<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Est\u00e1 muito bem feito, esse trabalho.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"color: #000000;\">________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><strong>ANEXO D &#8211; QUEM \u00c9 O SUJEITO?<\/strong><\/p>\n<p>O conceito de sujeito \u00e9: \u00a0 \u00a0 \u00a0 SUJEITO \u00c9 A PESSOA OU COISA SOBRE A QUAL SE FAZ ALGUMA DECLARA\u00c7\u00c3O.<\/p>\n<p>\u00c9 o ser sobre o qual afirmamos ou negamos <strong>uma a\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00a0\u00a0\u201cDeus fez separa\u00e7\u00e3o entre a luz e as trevas.\u201d(G\u00ean. 1:4)<\/p>\n<p>Pode ser tamb\u00e9m o ser do qual afirmamos ou negamos <strong>um estado<\/strong>: \u00a0 \u201cA terra era sem forma e vazia.\u201d (G\u00ean. 1:2)<\/p>\n<p>Pode ainda ser algu\u00e9m do qual afirmamos ou negamos <strong>uma qualidade<\/strong>: \u00a0 \u201c\u2026 a luz era boa.\u201d (G\u00ean. 1:4)<\/p>\n<p>Mas, devemos estar atentos. H\u00e1 quem diga que o sujeito \u00e9 aquele que pratica a a\u00e7\u00e3o verbal. Esta afirmativa n\u00e3o \u00e9 verdadeira. Se isto fosse verdade, na frase:\u00a0<em>Pedro apanhou dos irm\u00e3os,<\/em> o sujeito seria <em>irm\u00e3os<\/em>, pois foram eles que praticaram a a\u00e7\u00e3o de surrar, bater no Pedro. Mas \u00e9 claro que nesta frase o sujeito \u00e9 <em>Pedro<\/em>, pois \u00e9 sobre ele que estamos afirmando algo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m costuma-se dizer que sujeito \u00e9 aquele que pratica e sofre a a\u00e7\u00e3o verbal. N\u00e3o podemos pensar s\u00f3 em termos da a\u00e7\u00e3o verbal. Na frase:\u00a0<em>Pedro \u00e9 bonito,<\/em> n\u00e3o h\u00e1 nenhuma a\u00e7\u00e3o sendo praticada e <em>Pedro<\/em> (que n\u00e3o pratica nem sofre a a\u00e7\u00e3o do verbo) \u00e9 o sujeito, pois \u00e9 sobre ele que afirmamos algo.<\/p>\n<p>Portanto, n\u00e3o se deve confundir <strong>sujeito da ora\u00e7\u00e3o<\/strong> (ser do qual se diz algo) com o autor da a\u00e7\u00e3o verbal (ser que pratica a a\u00e7\u00e3o) porque pode acontecer de o sujeito ser algu\u00e9m diferente daquele que pratica a a\u00e7\u00e3o ou pode at\u00e9 nem mesmo praticar a a\u00e7\u00e3o verbal.<\/p>\n<p>______________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>PALAVRAS QUE PODEM EXERCER A FUN\u00c7\u00c3O DE SUJEITO<\/strong><\/p>\n<p>O sujeito pode ser representado por:<\/p>\n<p>1 \u2013 substantivos. \u00a0\u00a0Ex: A <em>terra <\/em>produziu relva, ervas e \u00e1rvores frut\u00edferas. (G\u00ean. 1:12)<\/p>\n<p>2 \u2013 pronomes pessoais. \u00a0Ex: \u201c\u2026 tenha <em>ele<\/em> dom\u00ednio sobre os peixes do mar\u2026\u201d(G\u00ean. 1:26); \u00a0 \u00a0 \u00a0\u201c\u2026 <em>ela<\/em> me deu da \u00e1rvore e <em>eu<\/em> comi.\u201d(G\u00ean. 3:12)<\/p>\n<p>3 \u2013 pronomes demonstrativos. \u00a0\u00a0Ex: \u201c<em>Esta<\/em> \u00e9 a g\u00eanese dos c\u00e9us e da terra.\u201d (G\u00ean. 2:4); \u00a0 \u00a0 \u00a0\u201c<em>Esta<\/em>, afinal, \u00e9 osso dos meus ossos\u2026\u201d(G\u00ean. 2:23)<\/p>\n<p>4 \u2013 pronomes relativos. \u00a0\u00a0Ex: \u201cProduza a terra relva e ervas <em>que<\/em> deem sementes\u2026\u201d\u00a0(G\u00ean.1:11)<\/p>\n<p>5 \u2013 pronomes interrogativos. \u00a0\u00a0Ex: \u201c<em>Quem<\/em> te fez saber\u2026?\u201d (G\u00ean. 3:11)<\/p>\n<p>6 \u2013 pronomes indefinidos. \u00a0\u00a0Ex: \u201c<em>Tudo<\/em> era muito bom.\u201d(G\u00ean. 1:31)<\/p>\n<p>7 \u2013 numeral. \u00a0\u00a0Ex: \u201cO <em>primeiro<\/em> chama-se Pisom\u2026\u201d (G\u00ean. 2:11); \u00a0 \u00a0\u00a0\u201cOs <em>dois<\/em> tornaram-se uma s\u00f3 carne.\u201d(G\u00ean. 2:24)<\/p>\n<p>8 \u2013 uma palavra ou express\u00e3o transformada em substantivo: \u00a0 \u00a0\u00a0Ex: \u201c\u2026 o <em>obedecer <\/em>\u00e9 melhor que o sacrificar..: (I Samuel 15:22)<\/p>\n<p>__________________________________________________________<\/p>\n<p>Exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>Separe o sujeito do predicado:<\/p>\n<p>a) O menino saiu de casa.<\/p>\n<p>Sujeito &#8211; _______________________<\/p>\n<p>Predicado &#8211; _____________________<\/p>\n<p>b) O pai ficou preocupado.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>c) As aulas recome\u00e7ar\u00e3o amanh\u00e3.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>d) Os estudantes voltaram \u00e0 escola.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>e) O professores chegaram.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>f) N\u00f3s gostamos das aulas.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>g) Muitos alunos faltaram \u00e0s aulas.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>h) Pedro viajar\u00e1 amanh\u00e3.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>i) Estavam alegres aquelas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>j) Fugiram os assaltantes.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>k) Os alunos ficaram em sil\u00eancio.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>l) Nasceu no jardim uma roseira.<\/p>\n<p>Sujeito \u2013<\/p>\n<p>Predicado \u2013<\/p>\n<p>____________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">a) sujeito: O menino \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: saiu de casa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">b) sujeito: O pai \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: ficou preocupado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">c) sujeito: As aulas \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: recome\u00e7ar\u00e3o amanh\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">d) sujeito: Os estudantes \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: voltaram \u00e0 escola.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">e) sujeito: O professores \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado: chegaram.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> f) sujeito: N\u00f3s \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado: gostamos das aulas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> g) sujeito: Muitos alunos \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado: faltaram \u00e0s aulas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> h) sujeito: Pedro \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado: viajar\u00e1 amanh\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> i) sujeito: aquelas crian\u00e7as \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: Estavam alegres<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> j) sujeito: os assaltantes. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Predicado: fugiram<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">k) sujeito: Os alunos \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0predicado: ficaram em sil\u00eancio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">l) sujeito: uma roseira. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Predicado: Nasceu no jardim.<\/span><\/p>\n<p>________________________________________________________________<\/p>\n<p>LEITURA SUPLEMENTAR<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">REP\u00d3RTER POLICIAL<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter policial, tal como o locutor esportivo, \u00e9 um camarada que fala uma l\u00edngua especial, imposta pela conting\u00eancia: quanto mais cocoroca, melhor. Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim tamb\u00e9m o rep\u00f3rter policial \u00e9 um entortado liter\u00e1rio. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. \u00c9 nosoc\u00f4mio. Nunca, em tempo algum, qualquer v\u00edtima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposi\u00e7\u00e3o intestinal foi parar num hospital. S\u00f3 vai para o nosoc\u00f4mio.<\/p>\n<p>E assim sucessivamente. Qualquer cidad\u00e3o que vai \u00e0 Pol\u00edcia prestar declara\u00e7\u00f5es que possam ajud\u00e1-la numa dilig\u00eancia (apelido que eles puseram no ato de investigar) \u00e9 logo apelidado de testemunha-chave. Suspeito \u00e9 Mister X, advogado \u00e9 caus\u00eddico, soldado \u00e9 militar, marinheiro \u00e9 naval, copeira \u00e9 dom\u00e9stica e, conforme esteja deitada, a v\u00edtima de um crime \u2013 de costas ou de barriga pra baixo \u2013 fica numa destas duas inc\u00f4modas posi\u00e7\u00f5es: dec\u00fabito dorsal ou dec\u00fabito ventral.<\/p>\n<p>Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a v\u00edtima nunca se vestiu. A v\u00edtima trajava. Todo mundo se veste\u2026 mas basta virar v\u00edtima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete l\u00e1: \u201cA v\u00edtima trajava terno azul e gravata do mesmo tom.\u201d Eis, portanto, que \u00e9 preciso estar acostumado ao m\u00e9tier para morar no notici\u00e1rio policial. (\u2026)<\/p>\n<p>Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas de banha, por exemplo, \u00e9 batata\u2026 a manchete do dia seguinte t\u00e1 l\u00e1: \u201cSu\u00edno atacou comerci\u00e1rio.\u201d<\/p>\n<p>Outro detalhezinho interessante: se a v\u00edtima de uma agress\u00e3o morre, t\u00e1 legal, mas se \u2013 ao contr\u00e1rio \u2013 em vez de morrer fica estendida no asfalto, est\u00e1 indefectivelmente prostrada. Podia estar ca\u00edda, derrubada ou mesmo derribada, mas um rep\u00f3rter de crime n\u00e3o vai trair a classe assim \u00e0 toa. E castiga na p\u00e1gina: \u201cNaval prostrou desafeto com certeira facada.\u201d Desafeto \u2013 para os que s\u00e3o novos na turma \u2013 devemos explicar que \u00e9 inimigo, advers\u00e1rio, etc. E mais: se morre na hora, t\u00e1 certo; do contr\u00e1rio, morrer\u00e1 invariavelmente ao dar entrada na sala de opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Stanislaw Ponte Preta, <em>Primo Altamirando e Elas.\u00a0<span style=\"font-style: normal;\">4a. Edi\u00e7\u00e3o, Editora Sabi\u00e1, 1964)<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">_____________________________________________________________<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">AUTO-AVALIA\u00c7\u00c3O<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">A. Identifique os n\u00facleos dos sujeitos. Em seguida, substitua esses n\u00facleos por pronomes ou numerais.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">1. Os rob\u00f4s dom\u00e9sticos nunca se cansam.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">2. Ana, Cl\u00e1udia e Patr\u00edcia j\u00e1 foram almo\u00e7ar.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">3. Sua atitude n\u00e3o me surpreendeu nem um pouco.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">B. Identifique o sujeito e o predicado de cada frase abaixo:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">1. Os dinossauros tamb\u00e9m viveram nos p\u00f3los.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">Sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">2. Tem aumentado ultimamente as den\u00fancias contra cientistas.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">Sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">3. Existem mais de cem esp\u00e9cies de frutas venenosas.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">Sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">4. Nos galhos da pitangueira, brincavam livremente os p\u00e1ssaros.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">5. Nos \u00faltimos dez anos, muitos abandonaram seus sonhos.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">6. Nestes livros, muitos autores contam suas experi\u00eancias pessoais.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">7. Naquele momento, foram saindo disfar\u00e7adamente os culpados.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">8. S\u00e3o inadmiss\u00edveis os crimes de guerra da B\u00f3snia.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">sujeito: \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0predicado:<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">C. Reoorganize as ora\u00e7\u00f5es na ordem direta dos seus termos (sujeito + predicado + complementos):<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">1. Apareceu no jardim da casa de Ana Maria um ramalhete de flores.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">2. No \u00faltimo ver\u00e3o, foram reformadas as casas da vila.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">3. Aconteceram coisas estranhas naquele dia.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">4. Chegou ontem a Bras\u00edlia mais um embaixador estrangeiro.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">5. Na sala do tribunal a assist\u00eancia permanecia muda.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\">___________________________________________________<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO &#8211; Atribua 4 pontos a cada resposta correta. Se voc\u00ea alcan\u00e7ar o total de 80 pontos, considere-se apto neste assunto.<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><span style=\"color: #ff0000;\">1. Os rob\u00f4s dom\u00e9stico &#8211; Eles<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><span style=\"color: #ff0000;\">2. Ana, Cl\u00e1udia e Patr\u00edcia &#8211; Elas \u00a0 ou \u00a0 As tr\u00eas<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><span style=\"color: #ff0000;\">3. Sua atitude &#8211; Isto \u00a0 ou \u00a0 Isso<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B.<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p>1. Os dinossauros tamb\u00e9m viveram nos p\u00f3los.<\/p>\n<p>Sujeito: \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">os dinossauros <\/span> Predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">tamb\u00e9m viveram nos p\u00f3los<\/span><\/p>\n<p>2. Tem aumentado ultimamente as den\u00fancias contra cientistas.<\/p>\n<p>Sujeito: \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">as den\u00fancias contra cientistas <\/span> Predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">tem aumentado ultimamente<\/span><\/p>\n<p>3. Existem mais de cem esp\u00e9cies de frutas venenosas.<\/p>\n<p>Sujeito: \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">mais de cem esp\u00e9cies de frutas venenosas <\/span> Predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">existem<\/span><\/p>\n<p>4. Nos galhos da pitangueira, brincavam livremente os p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>sujeito: <span style=\"color: #ff0000;\"> os p\u00e1ssaros<\/span> predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">nos galhos das pitangueiras brincavam livremente<\/span><\/p>\n<p>5. Nos \u00faltimos dez anos, muitos abandonaram seus sonhos.<\/p>\n<p>sujeito: <span style=\"color: #ff0000;\">muitos<\/span> predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">nos \u00faltimos dez anos abandonaram seus sonhos.<\/span><\/p>\n<p>6. Nestes livros, muitos autores contam suas experi\u00eancias pessoais.<\/p>\n<p>sujeito: \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">muitos autores <\/span> predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">nestes livros, contam suas experi\u00eancias pessoais<\/span><\/p>\n<p>7. Naquele momento, foram saindo disfar\u00e7adamente os culpados.<\/p>\n<p>sujeito: \u00a0<span style=\"color: #ff0000;\">os culpados <\/span> predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">naquele momento, foram saindo disfar\u00e7adamente<\/span><\/p>\n<p>8. S\u00e3o inadmiss\u00edveis os crimes de guerra da B\u00f3snia.<\/p>\n<p>sujeito: <span style=\"color: #ff0000;\">os crimes de guerra da B\u00f3snia <\/span> predicado: <span style=\"color: #ff0000;\">s\u00e3o inadmiss\u00edveis<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o C.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. Um ramalhete de flores apareceu no jardim da casa de Ana Maria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">2. As casas da vila foram reformadas no \u00faltimo ver\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3. Coisas estranhas aconteceram naquele dia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4. Mais um embaixador estrangeiro chegou ontem \u00e0 Bras\u00edlia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">5. A assist\u00eancia permanecia muda, na sala do tribunal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"font-style: normal;\"><br \/>\n<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SINTAXE &#8211; ROTEIRO N\u00ba 2 1 \u2013 TEMA: Termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o. Sujeito e Predicado. Ora\u00e7\u00e3o sem sujeito. Palavras que podem exercem a fun\u00e7\u00e3o de sujeito. 2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. 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