{"id":104,"date":"2010-04-29T08:32:30","date_gmt":"2010-04-29T12:32:30","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=104"},"modified":"2010-04-29T08:32:30","modified_gmt":"2010-04-29T12:32:30","slug":"104","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=104","title":{"rendered":"SINTAXE 3 &#8211; Tipos de sujeito. As diversas faces do sujeito."},"content":{"rendered":"<p>NO\u00c7\u00d5ES DE SINTAXE &#8211; ROTEIRO N\u00ba 3<\/p>\n<p>1 \u2013 TEMA: Tipos de sujeito: simples, composto, indeterminado, inexistente. Palavras ou express\u00f5es que podem exercer a fun\u00e7\u00e3o de sujeito. Situa\u00e7\u00f5es onde n\u00e3o existe sujeito. As outras faces do sujeito.<\/p>\n<p>2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. Ter conclu\u00eddo com \u00eaxito, o estudo dos Roteiro 1 e 2 desta S\u00e9rie.<\/p>\n<p>3 \u2013 META: Este roteiro foi elaborado com o objetivo de:<\/p>\n<p>. desenvolver habilidades de interpretar textos<\/p>\n<p>. proporcionar condi\u00e7\u00f5es para:<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 identifica\u00e7\u00e3o do sujeito da ora\u00e7\u00e3o e sua classifica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 identifica\u00e7\u00e3o da classe gramatical da palavra-n\u00facleo do sujeito;<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 identificar situa\u00e7\u00f5es onde n\u00e3o existe sujeito da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><!--more-->4 \u2013 ATIVIDADES DE ESTUDO: Ler com entendimento \u00e9 pr\u00e9-requisito para se aprender qualquer coisa atra\u00adv\u00e9s da leitura. Por isso, leia o texto do Anexo A para treinar sua interpreta\u00e7\u00e3o. Embora a leitura dos anexos em si seja tamb\u00e9m interpreta\u00e7\u00e3o de texto, ela \u00e9 voltada para uma finalidade mais espec\u00edfica que \u00e9 a apren\u00addizagem dos conceitos gramaticais. O texto do Anexo A \u00e9 mais gen\u00e9rico e serve de treinamento para a compreens\u00e3o geral da l\u00edngua. Portanto, fa\u00e7a o seguinte:<\/p>\n<p>a) Tenha um dicion\u00e1rio de Portugu\u00eas ao seu alcance, para consult\u00e1-lo sobre as palavras que voc\u00ea desco\u00adnhece o significado;<\/p>\n<p>b) Procure um lugar sossegado para os textos e fazer os exerc\u00edcios;<\/p>\n<p>c) Leia primeiro o texto; fa\u00e7a em seguida os exerc\u00edcios; compare suas respostas com o gabarito e veja o que errou; retorne ao texto para verificar o porqu\u00ea do erro.<\/p>\n<p>5 \u2013 P\u00d3S-AVALIA\u00c7\u00c3O: Ap\u00f3s ter feito o estudo dos textos e os exerc\u00edcios, responda \u00e0s quest\u00f5es propostas na Auto-avalia\u00e7\u00e3o. Creio que voc\u00ea agora, acertar\u00e1 todas. Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, consulte as orienta\u00e7\u00f5es dadas nas Atividades Suplementares.<\/p>\n<p>6 \u2013 ATIVIDADES SUPLEMENTARES: Se voc\u00ea n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar 80 pontos na P\u00f3s-avalia\u00e7\u00e3o, volte \u00e0 leitura dos textos, agora com mais aten\u00e7\u00e3o. Sem pressa. A leitura com compreens\u00e3o \u00e9 a base da aprendi\u00adzagem.<\/p>\n<p>_______________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO A \u2013 INTERPRETA\u00c7\u00c3O DE TEXTO<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">MEUS PRIMOS<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 R. G. era um <strong>dem\u00f4nio.<\/strong> Mais atleta, <strong>mais afeito \u00e0 terra<\/strong> que qualquer um de n\u00f3s, era uma esp\u00e9cie de Tarzan, filho do mato e do rio, diante da <strong>nossa meia tend\u00eancia para o asfalto.<\/strong><\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Numa tarde, resolvemos caminhar pela estrada de ferro \u2013 e outra coisa n\u00e3o pretend\u00edamos sen\u00e3o dar uma olhada na filha de um vigia <strong>novato<\/strong>, morena carregada, de olhos verdes e longas tran\u00e7as que, de tardinha, lavava os p\u00e9s, enfeitava a cabe\u00e7a com uma flor e vinha para o patamar de casa tocar viola de 12 cordas e cantar \u201cSu\u00e7uarana\u201d.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No meio do caminho, demos com a ponte de ferro feita de trilho, dormentes e mais nada, onde s\u00f3 o trem podia passar. R. G. teimou que atravessar seria uma canja, andando por cima dos dormentes. E se o trem viesse? \u2013 <strong>aventamos<\/strong> essa perigosa possibilidade. N\u00e3o ligou. N\u00f3s ficamos no barranco do rio e ele come\u00e7ou, sozinho, a travessia.<\/p>\n<p>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De repente, parecia coisa do diabo, o trem saiu da curva, a 100 metros da ponte. R. G. ia exatamente na metade e n\u00e3o tinha tempo de correr para frente ou para tr\u00e1s. Fechamos os olhos, pensamos em Deus por sua alma de 16 anos. O trem passou, houve um minuto de pausa e, depois, R. G. apareceu no mesmo lugar, (&#8230;), gritando que n\u00e3o seria a locomotiva da Great Western que o mataria t\u00e3o jovem.<\/p>\n<p>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Garoto de <strong>incr\u00edvel<\/strong> presen\u00e7a de esp\u00edrito, quando viu o trem \u00e0 sua frente, agachou-se, segurou, com as m\u00e3os, um dos dormentes e deixou o corpo pendurado. Depois que passaram os 12 vag\u00f5es, suspendeu-se como num exerc\u00edcio de barra e come\u00e7ou a rir do estado de p\u00e2nico em que est\u00e1vamos.<\/p>\n<p>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0O maquinista, ao chegar \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de Gameleira, a dois quil\u00f4metros dali, entregou-se \u00e0 pol\u00edcia, confessando que tinha matado um menino da usina Cachoeira Lisa.<\/p>\n<p>Marque com X o sin\u00f4nimo da palavra ou express\u00e3o em destaque.<\/p>\n<p>1. Em: \u201cR. G. era um <strong>dem\u00f4nio<\/strong>.\u201d (par. 1).\u00a0 A palavra destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) animal\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) moleque malvadoc.\u00a0\u00a0\u00a0 (\u00a0\u00a0 ) rapaz travesso\u00a0 \u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) ignorante<\/p>\n<p>2. Em: \u201cMais atleta, <strong>mais afeito \u00e0 terra&#8230;<\/strong>\u201d (par. 1), a express\u00e3o destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) mais insens\u00edvel \u00e0 terra\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) mais acostumado \u00e0 terra<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) mais desabituada \u00e0 terra\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) mais preocupado com a terra<\/p>\n<p>3. Em: \u201c&#8230; diante da nossa meia <strong>tend\u00eancia<\/strong>&#8230; \u201c (par. 1), a express\u00e3o destacada significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) desprezo\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) inclina\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) amor\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) preocupa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>4. Em: \u201c&#8230; dar uma olhada na filha de um vigia <strong>novato<\/strong>&#8230;\u201d (par. 2), a palavra destacada indica que o vigia:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) tinha pouca idade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) era ing\u00eanuo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) ano tinha experi\u00eancia\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) estava a pouco tempo naquele lugar<\/p>\n<p>5. Em: \u201cE se o trem viesse? \u2013 <strong>aventamos<\/strong> essa perigosa possibilidade.\u201d (par. 3). A palavra destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) insinuamos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) verificamos<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) investigamos\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) propusemos<\/p>\n<p>6. Em: \u201cGaroto de <strong>incr\u00edvel <\/strong>presen\u00e7a de esp\u00edrito&#8230;\u201d (par. 5), a palavra destacada significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) irreal\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) in\u00fatil\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) inacredit\u00e1vel\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) incans\u00e1vel<\/p>\n<p>Responda com suas palavras, de acordo com o texto:<\/p>\n<p>7. O autor caracteriza R.G. como uma esp\u00e9cie de Tarzan, mais afeito \u00e0 terra, enquanto que os outros meninos estavam mais habituados \u00e0 vida da cidade. Explique a express\u00e3o \u201c<strong>nossa meia tend\u00eancia para o asfalto<\/strong>.\u201d (par. 1)<\/p>\n<p>8. Ter presen\u00e7a de esp\u00edrito significa saber sair de situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, inesperadas ou embara\u00e7osas. Como R. G. conseguiu sair da situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil que, de repente, lhe apareceu?<\/p>\n<p>9. A partir do texto, encontre tr\u00eas caracter\u00edsticas do personagem R. G.<\/p>\n<p>10. Transcreva o trecho do texto que indica o motivo pelo qual os meninos sa\u00edram de casa naquela tarde.<\/p>\n<p>11. Identifique e transcreva o trecho do texto em que h\u00e1 momento de intensa expectativa e emo\u00e7\u00e3o, em que n\u00e3o se sabe o que vai acontecer.<\/p>\n<p>12. Por que o maquinista entregou-se \u00e0 pol\u00edcia?<\/p>\n<p>__________________________________________________<\/p>\n<p><strong> <span style=\"font-weight: normal;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\"> &#8211; 1. c\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3. b\u00a0\u00a0 4. D\u00a0\u00a0\u00a0 5. A\u00a0\u00a0\u00a0 6. C <\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 7. A express\u00e3o foi utilizada pelo autor para indicar que esses meninos estariam mais habituados \u00e0 vida da cidade, porque uma das caracter\u00edsticas das cidades s\u00e3o as ruas asfaltadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 8.\u00a0 Quando viu o trem \u00e0 sua frente e n\u00e3o tendo tempo para recuar ou avan\u00e7ar, R.G. agachou-se, segurou os dormentes com as m\u00e3os e ent\u00e3o, soltou o corpo, ficando pendurado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 9. O texto indica as seguintes caracter\u00edsticas: corajoso, travesso, decidido, brincalh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 10. Voc\u00ea deve ter transcrito todo o par\u00e1grafo 2 do texto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 11. In\u00edcio do par\u00e1grafo 4 at\u00e9 \u201c16 anos\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 12. Porque julgara haver matado R.G.<\/span><\/p>\n<p>_________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO B<\/p>\n<p>SIMPLES (claro\/oculto), COMPOSTO, INDETERMINADO, INEXISTENTE (ora\u00e7\u00e3o sem sujeito),<\/p>\n<p>A. SUJEITO SIMPLES (claro ou oculto)<\/p>\n<p>Vamos continuar nosso estudo sobre o sujeito. Observe o sujeito das ora\u00e7\u00f5es abaixo:<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Crian\u00e7as<\/em> passeiam no parque.<\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As <em>crian\u00e7as <\/em>passeiam no parque.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Crian\u00e7as <\/em>alegres passeiam no parque.<\/p>\n<p>4.\u00a0\u00a0 Muitas <em>crian\u00e7as<\/em> alegres passeiam no parque.<\/p>\n<p>Se fizermos a pergunta ao verbo <em>quem passeia no parque?<\/em> Vamos encontrar como resposta:<\/p>\n<ol>\n<li>crian\u00e7as\u00a0\u00a0\u00a0 2.As crian\u00e7as\u00a0\u00a0 3.Crian\u00e7as alegres\u00a0\u00a0\u00a0 4. Muitas crian\u00e7as alegres<\/li>\n<\/ol>\n<p>Encontramos o sujeito de cada uma delas. Mas, voc\u00ea percebeu que existe uma dentre as palavras que formam o sujeito, que possui um peso maior de significado? \u00c9 a palavra <strong>crian\u00e7a<\/strong>. Ela \u00e9 b\u00e1sica, indispens\u00e1vel ao significado do sujeito. A palavra que tiver essa carga significativa dentre todas as que formam o sujeito ser\u00e1 chamada de <strong>n\u00facleo do sujeito<\/strong>, pois \u00e9 em volta dela que \u201cas, alegres, muitas\u201d se agregam.<\/p>\n<p>Quando encontramos o sujeito da ora\u00e7\u00e3o e ela apresenta apenas uma palavra b\u00e1sica, dizemos que este <strong>sujeito<\/strong> \u00e9 <strong>simples<\/strong>. Conclu\u00edmos ent\u00e3o que:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Sujeito simples \u00e9 aquele que apresenta apenas um n\u00facleo<\/strong>.<\/p>\n<p>No Roteiro anterior (n\u00b0 2) vimos que o sujeito pode ser representado por:<\/p>\n<ol>\n<li>substantivo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ex: \u201cDeu nome <strong>o homem<\/strong> a todos os animais&#8230; (G\u00ean. 2:20)<\/p>\n<p>2. pronome pessoal.<\/p>\n<p>Ex: \u201c&#8230; <strong>tu<\/strong> lhe ferir\u00e1s o calcanhar&#8230;\u201d(G\u00ean. 3:15)<\/p>\n<p>3. pronome demonstrativo.<\/p>\n<p>Ex: \u201c<strong>Este<\/strong> te ferir\u00e1 a cabe\u00e7a&#8230;\u201d(G\u00ean. 3:15)<\/p>\n<p>4. pronome relativo.<\/p>\n<p>Ex: \u201cQuando ouviram a voz do Senhor Deus, <strong>que<\/strong> andava no jardim pela vira\u00e7\u00e3o do dia&#8230; \u201c (G\u00eanesis 3:8)<\/p>\n<p>5. pronome interrogativo.<\/p>\n<p>Ex: \u201c<strong>Quem <\/strong>creu em nossa prega\u00e7\u00e3o?\u201d (Isa\u00edas 53:1)<\/p>\n<p>6. pronome indefinido.<\/p>\n<p>Ex: \u201c<strong>Ningu\u00e9m<\/strong> pode servir a dois senhores&#8230;\u201d (Mateus 6:24)<\/p>\n<p>7. numeral.<\/p>\n<p>Ex: \u201cEnt\u00e3o, <strong>dois<\/strong> estar\u00e3o no campo&#8230;\u201d (Mateus 24:40)<\/p>\n<p>8. verbo.<\/p>\n<p>Ex: \u201c&#8230; o <strong>saber<\/strong> ensoberbece&#8230; \u201c (I Cor\u00edntios 8:1)<\/p>\n<p>9. ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ex: \u201cN\u00e3o \u00e9 bom <strong>que o homem esteja s\u00f3<\/strong>.\u201d (G\u00eanesis 2:18)<\/p>\n<p>Os exemplos dados (com exce\u00e7\u00e3o do n\u00famero 9, que era anteriormente classificado como <strong>sujeito oracional<\/strong>) podem ser classificados como sujeito simples.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, o n\u00facleo do sujeito n\u00e3o vem expresso na ora\u00e7\u00e3o, mas n\u00f3s podemos identific\u00e1-lo. Observe os exemplos<\/p>\n<p>\u201c&#8230; e n\u00e3o se envergonhavam.\u201d (G\u00ean. 2:25)<\/p>\n<p>\u201c\u00c9s agora, pois, maldito por sobre a terra&#8230; \u201c(G\u00ean. 4:11)<\/p>\n<p>Pela forma dos verbos \u2013 <em>envergonhavam, \u00e9s, \u2013 <\/em>podemos entender que o sujeito \u00e9 \u201celes, tu\u201d:<\/p>\n<p>\u201c&#8230; e (eles) n\u00e3o se envergonhavam.\u201d<\/p>\n<p>\u201c(tu) \u00c9s agora, maldito por sobre a terra&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Desse modo, o n\u00facleo do sujeito simples, pode estar <strong>oculto<\/strong>, subentendido, isto \u00e9, pode n\u00e3o vir expresso na ora\u00e7\u00e3o. Conclu\u00edmos que <em>o sujeito simples pode estar claro ou oculto, na ora\u00e7\u00e3o.<\/em> Ele existe e \u00e9 conhecido!<\/p>\n<p>__________________________________________________<\/p>\n<p>B.\u00a0 SUJEITO INDETERMINADO<\/p>\n<p>Observe as ora\u00e7\u00f5es abaixo:<\/p>\n<p>&#8211; Mataram uma mo\u00e7a! comentava-se dentro dos bares.<\/p>\n<p>\u201cInvestigou-se o caso&#8230;\u201d(Ester 2:22)<\/p>\n<p>\u201cOuviu-se um clamor em Ram\u00e1&#8230;\u201d (Mateus 2:18)<\/p>\n<p>Nos exemplos dados, sabe-se que o fato expresso se refere a algu\u00e9m. Mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel determinar exatamente <em>quem<\/em> matou, comentou, investigou, ouviu. Conclui-se que:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O <em>sujeito indeterminado existe mas n\u00e3o pode ser identificado na ora\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/strong><\/p>\n<p>O sujeito indeterminado pode aparecer sob duas formas:<\/p>\n<ol>\n<li>com o verbo na 3<sup>a<\/sup>. pessoa do singular seguido do &#8220;se&#8221; (chamado de \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito).<\/li>\n<li>com o verbo na 3<sup>a<\/sup>. pessoa do plural.<\/li>\n<\/ol>\n<p>MAS, FIQUE ESPERTO!<\/p>\n<p>1. Nem sempre o verbo na 3<sup>a<\/sup>. pessoa do singular acompanhado do \u201cse\u201d ou na 3<sup>a<\/sup>. pessoa do plural, vai indicar que o sujeito \u00e9 indeterminado. \u00c9 necess\u00e1rio que o contexto, isto \u00e9, o fato que est\u00e1 sendo informado num texto mais abrangente indique que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel determinar o sujeito.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, na ora\u00e7\u00e3o, o verbo aparece nas situa\u00e7\u00f5es acima citadas, mas sabe-se sobre quem estamos afirmando algo. Quer ver?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Os alunos voltaram das f\u00e9rias. <em>Contaram<\/em> muitas novidades.<\/p>\n<p>O verbo contar aparece na 3<sup>a<\/sup>. pessoa do plural (<em>contaram<\/em>) numa ora\u00e7\u00e3o considerada independente gramaticalmente. Entretanto, o que se afirma nessa ora\u00e7\u00e3o tem muito a ver com \u201cos alunos\u201d da primeira ora\u00e7\u00e3o. Neste caso, o sujeito ser\u00e1 simples e oculto ou subentendido, pois estamos falando dos alunos que, ao voltarem das f\u00e9rias contaram muitas novidades.<\/p>\n<p>2. Quando na frase aparecer o sujeito representado por um pronome substantivo indefinido, n\u00e3o devemos classificar o sujeito como indeterminado e sim como sujeito simples.<\/p>\n<p>Ex: Algu\u00e9m roubou minha bolsa. Algu\u00e9m = sujeito simples<\/p>\n<p>Muitos morreram soterrados. Muitos = sujeito simples<\/p>\n<p>_____________________________________________________<\/p>\n<p>C. SUJEITO COMPOSTO<\/p>\n<p>Observe a ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201cNesse mesmo dia entraram na arca No\u00e9, seus filhos Sem, C\u00e3o e Jaf\u00e9, sua mulher e as mulheres de seus filhos.\u201d (G\u00ean. 7:13)<\/p>\n<p>Fa\u00e7amos a pergunta ao verbo: quem entrou? Resposta: No\u00e9, seus filhos Sem, C\u00e3o e Jaf\u00e9, sua mulher e as mulheres de seus filhos.<\/p>\n<p>A resposta nos apresenta v\u00e1rias palavras que funcionam como n\u00facleo do sujeito, isto \u00e9, que tem peso significativo igual, dentro desta fun\u00e7\u00e3o \u2013 No\u00e9, Sem, C\u00e3o, Jaf\u00e9, mulher (de No\u00e9), mulheres (noras de No\u00e9). Estamos diante de um sujeito que possui mais de um n\u00facleo \u2013 \u00e9 o sujeito composto. Conclu\u00edmos ent\u00e3o que:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Sujeito composto apresenta mais de um n\u00facleo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>________________________________________________ <\/strong><\/p>\n<p>D. SUJEITO INEXISTENTE (ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito)<\/p>\n<p>Vimos no Roteiro n\u00b0 2 que \u00e9 poss\u00edvel existir ora\u00e7\u00e3o onde o que se declara n\u00e3o \u00e9 atribu\u00eddo a nenhum ser, pessoa ou coisa. Como isso \u00e9 poss\u00edvel? Ora, existem fatos expressos em alguma ora\u00e7\u00f5es que n\u00e3o s\u00e3o atribu\u00eddos a nenhuma pessoa ou a nenhum ser. Veja:<\/p>\n<p>1. com o verbo HAVER com sentido de existir, acontecer.<\/p>\n<p>\u201cE <em>houve<\/em> copiosa chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites.\u201d (G\u00ean. 7:12)<\/p>\n<p>\u201c<em>Havia<\/em> fome, naquela terra&#8230;\u201d (G\u00ean. 12:10)<\/p>\n<p>\u201c&#8230; e <em>h\u00e1<\/em> tempo para todo prop\u00f3sito debaixo do c\u00e9u.\u201d (Eclesiastes 3:1)<\/p>\n<p>2. com verbos que exprimem fen\u00f4menos da natureza.<\/p>\n<p><em>Trovejou<\/em> durante a noite.<\/p>\n<p><em>Choveu<\/em> muito.<\/p>\n<p>J\u00e1 <em>anoiteceu<\/em>.<\/p>\n<p>3. com os verbos HAVER, FAZER, SER, ESTAR indicando tempo.<\/p>\n<p><em>Faz<\/em> tr\u00eas dias que cheguei.<\/p>\n<p><em>Era<\/em> meia-noite.<\/p>\n<p><em>H\u00e1<\/em> muito tempo n\u00e3o o vejo.<\/p>\n<p><em>Est\u00e1<\/em> frio.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil distinguir o sujeito indeterminado do sujeito inexistente: numa ora\u00e7\u00e3o onde o sujeito \u00e9 indeterminado, fala-se de algu\u00e9m ou de algo, embora n\u00e3o se consiga fixar de quem ou de qu\u00ea se afirma algo. Numa ora\u00e7\u00e3o sem sujeito (inexistente) a declara\u00e7\u00e3o feita n\u00e3o se refere a nada, nem a ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m poderia argumentar que se pode dizer: <em>o trov\u00e3o trovejou; a chuva choveu ou a noite anoiteceu,<\/em> mas isso seria redund\u00e2ncia grosseira, pois o trov\u00e3o, a chuva e a noite nada mais s\u00e3o que o resultado da a\u00e7\u00e3o desses verbos indicativos de fen\u00f4menos naturais e no uso desses verbos n\u00e3o cabe um executor da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Vamos exercitar.<\/p>\n<p>A. Separe o sujeito do predicado; classifique o sujeito em simples, composto, indeterminado ou inexistente; e indique o seu n\u00facleo:<\/p>\n<p>1. Todos n\u00f3s acordamos.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>2. Aquele carro azul anda?<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>3. Voc\u00ea e eu sairemos j\u00e1.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>4. O cavalo e a \u00e9gua relincham.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>5. Ana e a irm\u00e3 dela viajaram.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>6. N\u00e3o partiremos hoje.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>7. Uns garotos sujaram a cal\u00e7ada.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>8. Quebraram a vidra\u00e7a.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>9. Ana a Ari viajaram cedo.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>10. Puseram sal na sopa?<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>11. Come-se mal, aqui.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>12. N\u00e3o vendemos jornais velhos.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>13. Essa garota e aquele rapaz falam muito.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>14. Professor, riscaram meu livro.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>15. Amanheceu.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>16. Est\u00e1 frio, hoje.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>17. S\u00e3o seis horas da manh\u00e3.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>18. Estava quente dentro da sala.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>19. H\u00e1 muita gente aqui.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>20. Ningu\u00e9m resolve nada.<\/p>\n<p>Sujeito ________________: ___________________<\/p>\n<p>n\u00facleo do sujeito: ___________________________<\/p>\n<p>Predicado:<\/p>\n<p>________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 1. Todos n\u00f3s acordamos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples: todos n\u00f3s\u00a0 ( tamb\u00e9m chamado de l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: n\u00f3s ( tamb\u00e9m chamado de sujeito gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: acordamos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 2. Aquele carro azul anda?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples: aquele carro azul (tamb\u00e9m chamado de l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: carro (tamb\u00e9m chamado de gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: anda<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 3. Voc\u00ea e eu sairemos j\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito composto: voc\u00ea e eu (tamb\u00e9m chamado de l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: voc\u00ea, eu (tamb\u00e9m chamado de gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: sairemos j\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 4. O cavalo e a \u00e9gua relincham.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito composto: o cavalo e a \u00e9gua (tamb\u00e9m chamado de l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: cavalo, \u00e9gua (tamb\u00e9m chamado de gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: relincham<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 5. Ana e a irm\u00e3 dela viajaram.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito composto: Ana e a irm\u00e3 dela (tamb\u00e9m chamado de l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: Ana, irm\u00e3 (sujeito gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: viajaram<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 6. N\u00e3o partiremos hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples: (n\u00f3s) (tamb\u00e9m conhecido como oculto ou subentendido)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: neste caso n\u00e3o existe n\u00facleo do sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: n\u00e3o partiremos hoje<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 7. Uns garotos sujaram a cal\u00e7ada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples: uns garotos (tamb\u00e9m chamado l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: garotos (sujeito gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: sujaram a cal\u00e7ada<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 8. Quebraram a vidra\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito indeterminado: (n\u00e3o se pode dizer quem quebrou a vidra\u00e7a)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (quando o sujeito \u00e9 indeterminado n\u00e3o existe n\u00facleo)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: quebraram a vidra\u00e7a<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 9. Ana a Ari viajaram cedo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito composto: Ana e Ari (tamb\u00e9m conhecido como l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: Ana, Ari (sujeito gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: viajaram cedo<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 10. Puseram sal na sopa?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito indeterminado:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: puseram sal na sopa?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 11. Come-se mal, aqui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito indeterminado:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: come-se mal aqui<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 12. N\u00e3o vendemos jornais velhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples oculto ou subentendido: (n\u00f3s)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: neste caso ano existe<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: n\u00e3o vendemos jornais velhos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 13. Essa garota e aquele rapaz falam muito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito composto: essa garota e aquele rapaz (l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: garota, rapaz (sujeito gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: falam muito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 14. Professor, riscaram meu livro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito indeterminado:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: professor, riscaram meu livro<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 15. Amanheceu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (se a ora\u00e7\u00e3o ano tem sujeito ano pode haver n\u00facleo)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: amanheceu<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 16. Est\u00e1 frio, hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: ( n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: est\u00e1 frio, hoje<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 17. S\u00e3o seis horas da manh\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: s\u00e3o seis horas da manh\u00e3<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 18. Estava quente dentro da sala.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: estava quente dentro da sala<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 19. H\u00e1 muita gente aqui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: (n\u00e3o tem)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: h\u00e1 muita gente aqui<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> 20. Ningu\u00e9m resolve nada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Sujeito simples: ningu\u00e9m (tamb\u00e9m chamado l\u00f3gico e agente)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> n\u00facleo do sujeito: ningu\u00e9m (tamb\u00e9m chamado gramatical)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Predicado: resolve nada<\/span><\/p>\n<p>________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO C \u2013 AS OUTRAS FACES DO SUJEITO: sujeito l\u00f3gico, gramatical, agente, paciente, agente\/paciente, oracional.<\/p>\n<p>Existem outras classifica\u00e7\u00f5es do sujeito que as gram\u00e1ticas n\u00e3o apresentam porque na\u00a0 realidade se referem ao sujeito simples ou composto. S\u00e3o elas:<\/p>\n<p>SUJEITO L\u00d3GICO \u2013 \u00e9 o n\u00facleo do sujeito acompanhado de todas as palavras que gravitam em torno dele.<\/p>\n<p>Ex: \u201cSuave \u00e9 o aroma dos teus unguentos&#8230; \u201c (Cantares de Salom\u00e3o 1:3)<\/p>\n<p>Nesta ora\u00e7\u00e3o, quando fazemos a pergunta ao verbo: quem \u00e9 suave? temos como resposta a express\u00e3o <em>\u201co aroma dos teus unguentos\u201d.<\/em> Este \u00e9 o <em>sujeito l\u00f3gico<\/em>.<\/p>\n<p>SUJEITO GRAMATICAL (ou n\u00facleo do sujeito) \u2013 \u00e9 formado pela(s) palavra(s) de peso significativo, despojado de todas as outras que o acompanham, se houver.<\/p>\n<p>Ex: \u201cA resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.\u201d (Prov\u00e9rbios 15:1)<\/p>\n<p>Vamos analisar as duas ora\u00e7\u00f5es que formam este per\u00edodo:<\/p>\n<p>1<sup>a<\/sup>. \u2013 a resposta branda desvia o furor<\/p>\n<p>2<sup>a<\/sup>. \u2013 mas a palavra dura suscita a ira<\/p>\n<p>O sujeito da primeira ora\u00e7\u00e3o \u00e9: <em>a resposta branda<\/em>; o da segunda \u00e9: <em>a palavra dura<\/em>. As palavras \u201cresposta\u201d e \u201cpalavra\u201d s\u00e3o as que possuem maior peso significativo, dentre as que formam esses sujeitos. Portanto s\u00e3o consideradas n\u00facleo do sujeito, tamb\u00e9m conhecidas como <em>sujeito gramatical<\/em>.<\/p>\n<p>SUJEITO AGENTE \u2013 \u00e9 o sujeito que pratica a a\u00e7\u00e3o do verbo.<\/p>\n<p>Ex: \u201cA sabedoria edificou a sua casa e lavrou as suas sete colunas.\u201d (Prov\u00e9rbios 9:1).<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo temos duas ora\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>1<sup>a<\/sup>. \u2013 a sabedoria edificou a sua casa<\/p>\n<p>2<sup>a<\/sup>. \u2013 e lavrou as suas sete colunas.<\/p>\n<p>O sujeito da 1<sup>a<\/sup>. \u00e9: <em>a sabedoria<\/em>; o da 2<sup>a<\/sup>. \u00e9: (ela \u2013 a sabedoria). Al\u00e9m de \u201c<em>sabedoria<\/em>\u201d ser sujeito simples, na 1<sup>a<\/sup>. ora\u00e7\u00e3o, \u00e9 tamb\u00e9m sujeito gramatical. Nesta frase, quem faz a a\u00e7\u00e3o verbal de edificar \u00e9 <em>a sabedoria<\/em>, logo \u00e9 um <em>sujeito agente<\/em>, isto \u00e9, aquele que executa a a\u00e7\u00e3o do verbo.<\/p>\n<p>Na 2<sup>a<\/sup>. ora\u00e7\u00e3o, temos um sujeito simples mas oculto (ela \u2013 a sabedoria) porque n\u00e3o est\u00e1 expresso nesta frase. Entretanto sabemos quem \u00e9 que faz a a\u00e7\u00e3o de lavrar.<\/p>\n<p>SUJEITO PACIENTE \u2013 \u00e9 o sujeito que sofre a a\u00e7\u00e3o verbal.<\/p>\n<p>Ex: \u201c &#8230; foi Jesus levado pelo Esp\u00edrito, ao deserto&#8230;\u201d (Mateus 4:1)<\/p>\n<p>Nesta ora\u00e7\u00e3o, o sujeito <em>Jesus<\/em> n\u00e3o executa a a\u00e7\u00e3o do verbo levar. \u201c<em>Jesus<\/em>\u201d \u00e9 o sujeito, mas \u00e9 o \u201c<em>Esp\u00edrito<\/em>\u201d que faz a a\u00e7\u00e3o. Logo o sujeito (Jesus) \u00e9 <em>paciente<\/em>.<\/p>\n<p>SUJEITO AGENTE E PACIENTE \u2013 \u00e9 o sujeito que faz e sofre a a\u00e7\u00e3o verbal.<\/p>\n<p>Ex: \u201c&#8230;enfureceu-se Herodes grandemente&#8230;\u201d (Mateus 2:16)<\/p>\n<p>O sujeito desta frase \u00e9 \u201cHerodes\u201d. Ele faz e sofre a a\u00e7\u00e3o de enfurecer. \u00c9 como se estiv\u00e9ssemos dizendo: Herodes enfureceu a si mesmo. Neste caso, o sujeito \u00e9 <em>agente e paciente<\/em>.<\/p>\n<p>O conhecimento desses conceitos de sujeito agente, sujeito paciente, sujeito agente\/paciente s\u00e3o importantes, pois ser\u00e3o usados quando estudarmos sobre as vozes do verbo: ativa, passiva e reflexiva.<\/p>\n<p>SUJEITO ORACIONAL \u2013 \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o de sujeito exercida por uma ora\u00e7\u00e3o. Nos per\u00edodos compostos por subordina\u00e7\u00e3o, algumas ora\u00e7\u00f5es podem exercer a fun\u00e7\u00e3o de qualquer termo de uma ora\u00e7\u00e3o simples: sujeito, complemento nominal, objeto direto ou indireto, aposto, etc. Veja o exemplo:<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, a serpente disse \u00e0 mulher: \u00c9 certo que n\u00e3o morrereis.\u201d (G\u00ean. 3:4)<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo formado por tr\u00eas ora\u00e7\u00f5es temos:<\/p>\n<p>1<sup>a<\/sup>. \u2013 ent\u00e3o a serpente disse \u00e0 mulher \u2013 ora\u00e7\u00e3o principal<\/p>\n<p>2<sup>a<\/sup>. \u2013 \u00e9 certo (que n\u00e3o morrereis) \u2013 ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva objetiva direta (completa o sentido da ora\u00e7\u00e3o principal)<\/p>\n<p>3<sup>a.<\/sup> \u2013 que n\u00e3o morrereis \u2013 ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva subjetiva ou sujeito oracional (\u00e9 sujeito da ora\u00e7\u00e3o <em>\u00e9 certo)<\/em><\/p>\n<p>Mas, isso ser\u00e1 estudado quando se fizer oportuno. Por enquanto voc\u00ea s\u00f3 precisa saber que o sujeito \u00e9 um termo importante na estrutura da ora\u00e7\u00e3o. E que sua identifica\u00e7\u00e3o correta nos ajuda a interpretar os textos e, por consequ\u00eancia, a entender melhor o que est\u00e1 escrito.<\/p>\n<p>Exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>Agora voc\u00ea vai classificar os sujeitos das ora\u00e7\u00f5es do exerc\u00edcio do Anexo B em: sujeito l\u00f3gico, gramatical, sujeito agente, paciente e agente\/paciente e oracional.<\/p>\n<p>__________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">TEXTO PARA REFLEX\u00c3O<\/p>\n<p>COMO SE APRENDIA PORTUGU\u00caS<\/p>\n<p>Era impressionante o lastro intelectual proporcionado aos adolescentes no ensino da l\u00edngua portuguesa at\u00e9 1971. Textos de Euclides da Cunha, Rui Barbosa e Jos\u00e9 de Alencar eram apresentados logo nas primeiras aulas da terceira s\u00e9rie do gin\u00e1sio, equivalente, depois da Reforma, \u00e0 s\u00e9tima s\u00e9rie do ensino fundamental.<\/p>\n<p>Veja-se o exemplo do livro <em>Portugu\u00eas para o Gin\u00e1sio<\/em>. Nele, o professor Jos\u00e9 Cretella J\u00fanior apresentava um programa dividido em tr\u00eas partes: leitura, gram\u00e1tica e exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>Nas primeiras p\u00e1ginas, utilizando um excerto de Coelho Neto, intitulado <em>Mandamentos C\u00edvicos<\/em>, o aluno aprendia as seguintes novas palavras: mandamento, culto, impulsionar, pugnar, arrog\u00e2ncia, afrontar, sussurrar, cochichar, rebu\u00e7o, reverter, sobranceiro.<\/p>\n<p>Imaginemos que o mesmo texto fosse apresentado aos jovens que hoje chegam ao referido est\u00e1gio de sua forma\u00e7\u00e3o (s\u00e9tima s\u00e9rie). A maioria deles sofre os terr\u00edveis malef\u00edcios de uma ins\u00f3lita redu\u00e7\u00e3o vocabular, principal atrapalho para a futura reda\u00e7\u00e3o que ser\u00e3o obrigados a fazer no vestibular.<\/p>\n<p>Talvez os referidos autores e textos n\u00e3o sejam hoje os mais indicados para as primeiras aulas de est\u00e1gios semelhante, mas vejamos como professores e alunos eram orientados a ensinar e a aprender. Depois da leitura, vinha a explica\u00e7\u00e3o do vocabul\u00e1rio desconhecido. A seguir, os coment\u00e1rios. Como Coelho Neto, parafraseando os dez mandamentos, fez um texto em dez pontos, substituindo-os por similares c\u00edvicos, o professor informava que Mois\u00e9s recebera o Dec\u00e1logo, que servira de refer\u00eancia ao escritor. E como se tratasse de aula de portugu\u00eas, o professor explicava que no primeiro mandamento \u2013 \u201chonra a Deus sobre todas as coisas\u201d \u2013 o sujeito \u00e9 \u201ctu\u201d e est\u00e1 oculto; o predicado \u00e9 \u201chonra a Deus sobre todas as coisas\u201d; a forma verbal \u201chonra\u201d \u00e9 verbo transitivo direto e o objeto direto \u00e9 \u201cDeus\u201d.<\/p>\n<p>A seguir, citando bibliografia adicional, a li\u00e7\u00e3o de gram\u00e1tica tinha continua\u00e7\u00e3o: \u201c\u00e0s vezes \u00e9 importante o uso da preposi\u00e7\u00e3o antes do objeto direto a fim de destruir a ambiguidade (duplo sentido) da frase\u201d. E vinham exemplos em que o \u201ca\u201d \u00e9 indispens\u00e1vel para evit\u00e1-la: \u201c assassinou o escravo o patr\u00e3o\u201d; feriu a fera a ca\u00e7adora\u201d; \u201cama o povo o bom rei\u201d; \u201cmatou C\u00e9sar Brutus\u201d. As frases podem ter duas interpreta\u00e7\u00f5es, caso n\u00e3o seja colocado o \u201ca\u201d (preposi\u00e7\u00e3o) antes do objeto direto, com exce\u00e7\u00e3o da \u00faltima, em que o conhecimento da Hist\u00f3ria desfaz a ambiguidade. Afinal, sabemos que foi Brutus quem matou C\u00e9sar, e n\u00e3o C\u00e9sar quem matou Brutus.<\/p>\n<p>Ainda nos coment\u00e1rios, explicava o s\u00e9timo mandamento que Coelho Neto inventara (\u201cprevine-te na mocidade economizando para a velhice, que assim preparar\u00e1s de dia a l\u00e2mpada que te h\u00e1 de alumiar \u00e0 noite\u201d), fazendo a etimologia do verbo economizar que \u00e9 resultado da jun\u00e7\u00e3o de \u201coicos\u201d (casa) e \u201cnomos\u201d (ordem, norma, lei, costume). E nos exerc\u00edcios, come\u00e7ando pela Unidade I, dava nove defini\u00e7\u00f5es de conjun\u00e7\u00e3o, entre as quais duas de Jo\u00e3o Ribeiro e uma de Silveira Bueno, solicitando ao aluno que, guiado pelo professor, comparasse as defini\u00e7\u00f5es, fazendo os seguintes exerc\u00edcios: 1) observar o que h\u00e1 de comum entre elas; 2) eliminar as palavras sup\u00e9rfluas; 3) deduzir uma defini\u00e7\u00e3o mais clara, mais precisa, depois das duas opera\u00e7\u00f5es anteriores; 4) aplicar a defini\u00e7\u00e3o obtida a v\u00e1rios exemplos, para testar sua efic\u00e1cia..<\/p>\n<p>Conclu\u00eda com dados bibliogr\u00e1ficos do primeiro escritor apresentado e sugeria para reda\u00e7\u00e3o o tema \u201cas viagens instruem tanto quanto os livros\u201d. A seguir, vinham textos de Castro Alves, Rui Barbosa, Euclides da Cunha e Jos\u00e9 de Alencar.<\/p>\n<p>Essa era a primeira li\u00e7\u00e3o. Poucos cursos superiores alcan\u00e7am tal qualidade atualmente. E estamos falando do antigo gin\u00e1sio!<\/p>\n<p>(DEON\u00cdSIO DA SILVA, <em>A L\u00edngua Nossa de Cada Dia.\u00a0<span style=\"font-style: normal;\">1<sup>a<\/sup>. Edi\u00e7\u00e3o, 2007, Editora Novo S\u00e9culo, Osasco\/SP)<\/span><\/em><\/p>\n<p>__________________________________________________________________________<\/p>\n<p>AUTO-AVALIA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>A. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira tendo por base o tipo de sujeito existe em cada frase:<\/p>\n<p>S = sujeito simples \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 C = sujeito composto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 I = sujeito indeterminado \u00a0 \u00a0 \u00a0 OSS = ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/p>\n<p>1. ( \u00a0 ) Eles sempre se houveram com dignidade.<\/p>\n<p>2. ( \u00a0 ) Pode haver fatos contr\u00e1rios.<\/p>\n<p>3. ( \u00a0 ) Viam-se, atrav\u00e9s da janela, o rouxinol e a cotovia.<\/p>\n<p>4. ( \u00a0 ) Necessita-se do apoio de todos.<\/p>\n<p>5. ( \u00a0 ) Trabalha-se durante o dia.<\/p>\n<p>6. ( \u00a0 ) H\u00e1 pessoas generosas.<\/p>\n<p>B. Assinale a \u00fanica alternativa correta.<\/p>\n<p>1. (Uni-Rio-RJ) Em: &#8220;Na mocidade, muitas coisas lhe haviam acontecido.&#8221; temos ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>a. ( \u00a0 ) sem sujeito \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. ( \u00a0 ) com sujeito simples e claro \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. ( \u00a0 ) com sujeito composto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0d. ( \u00a0 ) com sujeito indeterminado<\/p>\n<p>2. (UFPR) Qual a ora\u00e7\u00e3o sem sujeito?<\/p>\n<p>a. ( \u00a0 ) Falaram mal de voc\u00ea. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. ( \u00a0 ) Ningu\u00e9m se apresentou. \u00a0 \u00a0 \u00a0 c. ( \u00a0 ) Haver\u00e1 um campeonato de basquete.<\/p>\n<p>3. (Faenquil-SP) No per\u00edodo: &#8220;Ser am\u00e1vel e ser ego\u00edsta s\u00e3o coisas distintas.&#8221; o sujeito \u00e9:<\/p>\n<p>a. ( \u00a0 ) indeterminado \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. ( \u00a0 ) ser am\u00e1vel \u00a0 \u00a0 c. ( \u00a0 ) coisas distintas \u00a0 \u00a0 \u00a0d. ( \u00a0 ) ser am\u00e1vel e ser ego\u00edsta.<\/p>\n<p>4. (PUC-SP) No per\u00edodo: &#8220;Em 1949, <strong>reuniram-se<\/strong> em Per\u00fagia\/It\u00e1lia, a convite da quase totalidade dos cineastas italianos, seus colegas de diversas partes do mundo.&#8221; o n\u00facleo do sujeito de &#8220;reuniram-se&#8221; \u00e9&#8221;:<\/p>\n<p>a. ( \u00a0 ) cineastas \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. ( \u00a0 ) convite \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. ( \u00a0 ) colegas \u00a0 \u00a0 \u00a0d. ( \u00a0 ) totalidade<\/p>\n<p>_______________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO &#8211; Atribua 10 pontos a cada resposta correta. Se voc\u00ea alcan\u00e7ou 80 pontos, considere-se aprovado neste assunto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A. \u00a0 \u00a0 1. (S) \u00a0 \u00a0 \u00a02. (OSS) \u00a0 \u00a0 3. (C) \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a04. (I) \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a05. (I) \u00a0 \u00a0 \u00a0 6. (OSS)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B. \u00a0 \u00a01. b \u00a0 \u00a0 \u00a02. c \u00a0 \u00a0 \u00a0 3. d \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a04. \u00a0C <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NO\u00c7\u00d5ES DE SINTAXE &#8211; ROTEIRO N\u00ba 3 1 \u2013 TEMA: Tipos de sujeito: simples, composto, indeterminado, inexistente. Palavras ou express\u00f5es que podem exercer a fun\u00e7\u00e3o de sujeito. Situa\u00e7\u00f5es onde n\u00e3o existe sujeito. As outras faces do sujeito. 2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. 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