{"id":113,"date":"2010-06-02T10:46:19","date_gmt":"2010-06-02T14:46:19","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=113"},"modified":"2010-06-02T10:46:19","modified_gmt":"2010-06-02T14:46:19","slug":"redacao-6-a-expressividade-dos-sinais-de-pontuacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=113","title":{"rendered":"REDA\u00c7\u00c3O 6 &#8211; A expressividade dos sinais de pontua\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>CURSO DE REDA\u00c7\u00c3O \u2013 ROTEIRO N\u00b0 6<\/p>\n<p>1.TEMA: Os sinais de pontua\u00e7\u00e3o e seu uso.<\/p>\n<p>2. PR\u00c9-REQUISITOS: Gostar de ler.<\/p>\n<p>3. META: As atividades deste Roteiro tem o objetivo de proporcionar ao estudante estudo sobre\u00a0o uso correto dos sinais de pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><!--more-->4. ATIVIDADES DE ESTUDO:<\/p>\n<p>a) Leia os textos A e B. Fa\u00e7a os exerc\u00edcios, depois que tiver certeza que entendeu bem as explica\u00e7\u00f5es dadas.<\/p>\n<p>b) Por fim, fa\u00e7a uma \u00faltima leitura e reveja todos os exerc\u00edcios com o objetivo de fixar os conceitos estudados.<\/p>\n<p>c) Se encontrar dificuldade, procure um professor de portugu\u00eas ou um amigo que possa ajud\u00e1-lo a esclarecer as d\u00favidas surgidas no decorrer do estudo.<\/p>\n<p>_________________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO A \u2013 LEITURA EXPRESSIVA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A VIDA ENTRE PAR\u00caNTESES<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Moacyr Scliar. Jornal Zero Hora, 05\/02\/1992)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leitor pergunta por que uso tantos par\u00eanteses nas minhas cr\u00f4nicas (leitores inteligentes conseguem descobrir no texto particularidades significativas). A pergunta me fez pensar (n\u00e3o chega a ser um evento raro na minha exist\u00eancia, mas pensar entre par\u00eanteses n\u00e3o era algo que eu fizesse com freq\u00fc\u00eancia). E ent\u00e3o me dei conta de que os sinais gr\u00e1ficos, mais que as letras (por muito importantes que estas sejam), veiculam emo\u00e7\u00f5es. Quanta emo\u00e7\u00e3o numa exclama\u00e7\u00e3o! E pode haver d\u00favida maior que a do ponto de interroga\u00e7\u00e3o? Sobre isso sempre somos reticentes&#8230; Mas temos que admitir que certos sinais, como, por exemplo, a v\u00edrgula, esta pequenina serpente que, de espa\u00e7o em espa\u00e7o, atravessa o caminho, sempre acidentado, de nossa frase, \u00e9 uma evid\u00eancia, n\u00e3o muito clara, decerto, mas evid\u00eancia, sim, de nossa indecis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 os par\u00eanteses (a discuss\u00e3o a respeito foi propositalmente omitida no par\u00e1grafo anterior) t\u00eam uma significa\u00e7\u00e3o (alguns n\u00e3o admitir\u00e3o que \u00e9 uma significa\u00e7\u00e3o, mas enfim), os par\u00eanteses, dizia eu quando os par\u00eantese me interromperam, traduzem n\u00e3o apenas uma forma de escrever, mas, (o que \u00e9 mais importante), um modo de viver. Sim, porque se pode viver (ainda que n\u00e3o plenamente) entre par\u00eanteses. O garoto (ah, esses garotos) que no meio do tema se distrai pensando na sua coleguinha (aquela lind\u00edssima) est\u00e1 vivendo entre par\u00eanteses. O executivo, que no meio da tarde (nessas horas que os americanos chamam de \u201cmenores\u201d mas que para muitos s\u00e3o as maiores), sai para uma escapada (e deem a esta escapada a interpreta\u00e7\u00e3o que voc\u00eas quiserem) est\u00e1 vivendo como? (a pergunta era para ficar soando retoricamente, mas n\u00e3o me furto a dar aqui a resposta: entre par\u00eanteses).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sim, confesso: gosto de par\u00eanteses (deve ser uma esp\u00e9cie de pervers\u00e3o). Uma vez escrevi um livro chamado <em>(O Ciclo das \u00c1guas)<\/em>. O t\u00edtulo era assim mesmo, entre par\u00eanteses, (eu queria simbolizar com isto um ciclo fechado). Deu tanta confus\u00e3o que, nas edi\u00e7\u00f5es seguintes, tive de tirar os par\u00eanteses (para escapar dos par\u00eanteses, s\u00f3 mesmo assim, em novas edi\u00e7\u00f5es. Lament\u00e1vel \u00e9 que a vida tenha uma \u00fanica edi\u00e7\u00e3o. Muitas vezes esgotada. Muitas vezes entre par\u00eanteses).<\/p>\n<p>_________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO B \u2013 A EXPRESSIVIDADE DA PONTUA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>A l\u00edngua escrita apresenta muitas diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 l\u00edngua falada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na fala, podemos contar com uma s\u00e9rie de recursos para transmitir nossa mensagem, tais como gestos, tom de voz, express\u00e3o facial, entoa\u00e7\u00e3o. Enfim, quando falamos, nossa mensagem vem refor\u00e7ada por in\u00fameros recursos que n\u00e3o temos quando escrevemos. Para tentar reproduzir, na escrita, os recursos de que dispomos na fala, contamos com v\u00e1rios sinais gr\u00e1ficos denominados <strong>sinais de pontua\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea deve ter observado que no texto do Anexo A, foi usado v\u00e1rios desses sinais para nos informar que tom de voz e entoa\u00e7\u00e3o das palavras deve ser usado para o entendermos.<\/p>\n<p>Os sinais de pontua\u00e7\u00e3o servem para marcar pausas na leitura ou na melodia da frase.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O emprego dos sinais de pontua\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 somente marcado por regras. Existem tamb\u00e9m raz\u00f5es de ordem subjetiva, ou de estilo, que determinam a pontua\u00e7\u00e3o de um texto.<\/p>\n<p>Os sinais de pontua\u00e7\u00e3o usados em portugu\u00eas s\u00e3o:<\/p>\n<p>1. v\u00edrgula \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0,<\/p>\n<p>2. ponto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0.<\/p>\n<p>3. ponto-e-v\u00edrgula \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0;<\/p>\n<p>4. dois ponto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0:<\/p>\n<p>5. ponto de interroga\u00e7\u00e3o \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0?<\/p>\n<p>6. ponto de exclama\u00e7\u00e3o \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0!<\/p>\n<p>7. retic\u00eancias \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0&#8230;<\/p>\n<p>8. travess\u00e3o \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 &#8211;<\/p>\n<p>9. aspas \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u201c\u00a0\u00a0 \u201d<\/p>\n<p>10. par\u00eanteses \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0(\u00a0\u00a0 )<\/p>\n<p>______________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO C \u2013 O USO DE CADA SINAL DE PONTUA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p><strong>1. V\u00cdRGULA <\/strong>( <strong>,<\/strong> )<\/p>\n<p>Marca uma pausa de curta dura\u00e7\u00e3o e serve para separar elementos de uma ora\u00e7\u00e3o e ora\u00e7\u00f5es de um per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando a frase n\u00e3o segue a <strong>ordem natural ou direta<\/strong> (sujeito + predicado + complementos), o uso da virgula se faz necess\u00e1rio para que a mensagem seja interpretada corretamente. Isso acontece quando intercalamos alguma palavra ou express\u00e3o entre os termos imediatos, quebrando a sequ\u00eancia natural da frase.<\/p>\n<p>Ex: Fomos, depois do almo\u00e7o, ao cinema. \u00a0 \u00a0(a sequ\u00eancia natural \u00e9: <em>Fomos ao cinema depois do almo\u00e7o<\/em>)<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, usa-se a virgula:<\/p>\n<p>1. para separar termos do mesmo valor sint\u00e1tico, usados numa sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>Ex: Ela era alta, bonita, simp\u00e1tica, inteligente.<\/p>\n<p>(<em>alta, bonita, simp\u00e1tica, inteligente<\/em> exercem a mesma fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica:\u00a0predicativo do sujeito e est\u00e3o em sequ\u00eancia, na frase)<\/p>\n<p>2. nas datas. Ex: Bras\u00edlia, 04 de janeiro de 2010.<\/p>\n<p>3. para indicar o supress\u00e3o do verbo, em uma ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ex: Fomos ao cinema; eles, ao teatro. (foram)<\/p>\n<p>4. para separar o aposto ou qualquer outra express\u00e3o explicativa.<\/p>\n<p>Ex: Jorge Amado, <em>autor de \u201cGabriela, cravo e canela<\/em>\u201d, \u00e9 um excelente\u00a0escritor brasileiro. (autor de Gabriela, cravo e canela \u2013 aposto)<\/p>\n<p>5. para separar o vocativo.<\/p>\n<p>Ex: <em>Crian\u00e7as<\/em>, aqui est\u00e1 o que prometi!<\/p>\n<p>(em qualquer lugar da frase que se coloque o vocativo <em>crian\u00e7a<\/em>, ele ser\u00e1 separado por v\u00edrgula: Aqui est\u00e1, <em>crian\u00e7as,<\/em> o que prometi! Aqui est\u00e1\u00a0o que prometi, crian\u00e7as!)<\/p>\n<p>O uso da v\u00edrgula, para separar ora\u00e7\u00f5es em um per\u00edodo composto, segue o mesmo princ\u00edpio de uso no per\u00edodo simples, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s ora\u00e7\u00f5es que o comp\u00f5em.<\/p>\n<p>No per\u00edodo composto por coordena\u00e7\u00e3o, as ora\u00e7\u00f5es ser\u00e3o separadas por v\u00edrgula quando tiverem o mesmo valor sint\u00e1tico.<\/p>\n<p>Ex: Joana foi ao cinema, comprou pipoca, sentou-se na primeira fila de cadeiras, mas dormiu durante o espet\u00e1culo. (neste per\u00edodo, todas as ora\u00e7\u00f5es t\u00eam o mesmo valor sint\u00e1tico \u2013 s\u00e3o ora\u00e7\u00f5es coordenadas &#8211; e se apresentam numa sequ\u00eancia).<\/p>\n<p>No per\u00edodo composto por subordina\u00e7\u00e3o formado por ora\u00e7\u00f5es substantivas, adjetivas e\/ou adverbiais, o uso da v\u00edrgula vai obedecer aos mesmos princ\u00edpios de uso para separar os termos, como no per\u00edodo simples. Termos da ora\u00e7\u00e3o na ordem direta, <em>sem v\u00edrgulas<\/em>; na ordem inversa, usa-se a <em>v\u00edrgula nas situa\u00e7\u00f5es exigidas.<\/em> Ex:<\/p>\n<p>\u201c O enunciado n\u00e3o se constr\u00f3i com um amontoado de palavras e ora\u00e7\u00f5es porque elas se organizam segundo princ\u00edpios gerais de depend\u00eancia e de independ\u00eancia sint\u00e1tica e sem\u00e2ntica que s\u00e3o recobertos por unidades mel\u00f3dicas e r\u00edtmicas que sedimentam estes princ\u00edpios.\u201d (<em>adaptado<\/em>)<\/p>\n<p>(Evanildo Bechara,<em> Moderna Gram\u00e1tica Portuguesa. <\/em>37<sup>a<\/sup>. Edi\u00e7\u00e3o, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 2009)<\/p>\n<p>No exemplo acima, n\u00e3o foi usada nenhuma v\u00edrgula porque as ora\u00e7\u00f5es que exercem a fun\u00e7\u00e3o de complemento da ora\u00e7\u00e3o principal (o enunciado n\u00e3o se constr\u00f3i com um amontoado de palavras e princ\u00edpios) foram posicionadas na ordem direta da frase. Entretanto, deve-se evitar a constru\u00e7\u00e3o de per\u00edodos muito longos, mesmo que feitos na ordem direta, para que a mensagem se torne clara ao leitor.<\/p>\n<p>Cabe, ainda, salientar que a v\u00edrgula pode alterar a interpreta\u00e7\u00e3o de uma mensagem. Veja:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8211; \u00a0N\u00e3o atirem!\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8211; N\u00e3o, atirem!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, ao redigir um texto, deve-se cuidar para que a pontua\u00e7\u00e3o, principalmente a v\u00edrgula, esteja no lugar adequado a fim de evitar mal-entendidos. Como afirma Evanildo Bechara, a frase \u00e9 um enunciado que obedece a princ\u00edpios gerais sint\u00e1ticos, sem\u00e2nticos e mel\u00f3dicos e nem sempre a ordem direta ser\u00e1 a melhor alternativa para tornar clara uma mensagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">______________________________________________<\/p>\n<p>Exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>A. Use\u00a0 a v\u00edrgula onde for necess\u00e1rio. Depois, coloque na ordem direta ou natural, as frases que estiverem na ordem inversa, mas observando sempre a clareza da informa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>1. Se estudares ser\u00e1s aprovado; caso contr\u00e1rio n\u00e3o cursar\u00e1s medicina \u00a0o\u00a0que te deixar\u00e1 frustrado.<\/p>\n<p>2. Logo depois do nascimento do filho em 21 de janeiro de 2000 os pais foram para o interior.<\/p>\n<p>3. No primeiro dos\u00a0 tr\u00eas artigos que publicou na imprensa <em>O presidente ne<span style=\"font-style: normal;\"><em>fasto<\/em> s\u00e3o numerosos os argumentos contra a venda de empresas estatais. <\/span><\/em><\/p>\n<p>4. Porque os pais estavam desempregados o menino vendia balas na rua\u00a0mas o seu sonho era frequentar a escola.<\/p>\n<p>5. Depois quando j\u00e1 tinham vendido todas as empresas nacionais deram-se\u00a0conta de que os compradores remeteriam o lucro para o exterior onde ficavam as matrizes.<\/p>\n<p>6. Sexta-feira \u00e0s 12 horas iremos esper\u00e1-los no aeroporto.<\/p>\n<p>7. Ele era honesto; o banqueiro desonesto.<\/p>\n<p>8. Naquela manh\u00e3 Jo\u00e3o ia sair para fazer compras.<\/p>\n<p>9. Assim como h\u00e1 quem reclame do trabalho outros reclamam de n\u00e3o trabalhar.<\/p>\n<p>10. Os maiores culpados s\u00e3o os que n\u00e3o contestam n\u00e3o lutam pelos seus\u00a0direitos acham que n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o que a vida \u00e9 assim mesmo que cada\u00a0povo tem o governo que merece.<\/p>\n<p>11. Sua casa ficava na Favela do Angu na periferia da cidade o que o fazia\u00a0gastar muito tempo para chegar ao trabalho.<\/p>\n<p>12. O prefeito mandou construir um obelisco depois patrocinou um desfile\u00a0de modas.<\/p>\n<p>13. Este ano como se sabe \u00e9 ano de elei\u00e7\u00f5es. Cabe ao jovem feliz ou n\u00e3o\u00a0votar com consci\u00eancia.<\/p>\n<p>14. Desejosos de escolher a nova diretoria do gr\u00eamio da escola Henrique\u00a0por exclus\u00e3o acabou votando na chapa de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>B. A frase abaixo, foi escrita num testamento deixado para a irm\u00e3 do falecido. Um irm\u00e3o, sorrateiramente, modificou a pontua\u00e7\u00e3o para que fosse ele, o beneficiado. Escreva como ficaria a nova frase com essa altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Deixo os meus bens: ao meu irm\u00e3o n\u00e3o, aos sobrinhos nada, aos netos.<\/em><\/p>\n<p>_________________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A<\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. Se estudares, ser\u00e1s aprovado; caso contr\u00e1rio, n\u00e3o cursar\u00e1s medicina o que te deixar\u00e1 frustrado. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Ser\u00e1s aprovado se estudares; caso contr\u00e1rio, n\u00e3o cursar\u00e1s medicina, o que te deixar\u00e1 frustrado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">2. Logo depois do nascimento do filho em 21 de janeiro de 2000 os pais foram para o interior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Os pais foram para o interior em 21 de janeiro de 2000 logo depois do nascimento do filho. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3. No primeiro dos\u00a0 tr\u00eas artigos que publicou na imprensa, <\/span><em><span style=\"color: #ff0000;\">O presidente nefasto,<\/span><\/em><span style=\"color: #ff0000;\"> s\u00e3o numerosos os argumentos contra a venda de empresas estatais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Os argumentos contra a venda de empresas estatais s\u00e3o numerosos no primeiro dos tr\u00eas artigos, <\/span><em><span style=\"color: #ff0000;\">O presidente nefasto<\/span><\/em><span style=\"color: #ff0000;\">, que publicou na imprensa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4. Porque os pais estavam desempregados, o menino vendia balas na rua, mas o seu sonho era frequentar a escola.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: O menino vendia balas na rua porque os pais estavam desempregados, mas o seu sonho era frequentar a escola. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">5. Depois, quando j\u00e1 tinham vendido todas as empresas nacionais, deram-se conta de que os compradores remeteriam o lucro para o exterior onde ficavam as matrizes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Depois, deram-se conta de que os compradores remeteriam o lucro para o exterior onde ficavam as matrizes, quando j\u00e1 tinham vendido todas as empresas nacionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">6. Sexta-feira, \u00e0s 12 horas, iremos esper\u00e1-los no aeroporto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Iremos esper\u00e1-los no aeroporto, sexta-feira, \u00e0s 12 horas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">7. Ele era honesto; o banqueiro, desonesto. (a frase j\u00e1 est\u00e1 na ordem direta) <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">8. Naquela manh\u00e3, Jo\u00e3o ia sair para fazer compras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Jo\u00e3o ia sair para fazer compras naquela manh\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">9. Assim como h\u00e1 quem reclame do trabalho, outros reclamam de n\u00e3o trabalhar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Outros reclamam de n\u00e3o trabalhar assim como h\u00e1 quem reclame do trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">10. Os maiores culpados s\u00e3o os que n\u00e3o contestam, n\u00e3o lutam pelos seus direitos, acham que n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o, que a vida \u00e9 assim mesmo, que cada povo tem o governo que merece. (a frase j\u00e1 est\u00e1 na ordem direta)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">11. Sua casa ficava na Favela do Angu, na periferia da cidade, o que o fazia gastar muito tempo para chegar ao trabalho. (a frase j\u00e1 est\u00e1 na ordem direta)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">12. O prefeito mandou construir um obelisco; depois, patrocinou um desfile de modas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: O prefeito mandou construir um obelisco; patrocinou um desfile de modas depois. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">13. Este ano, como se sabe, \u00e9 ano de elei\u00e7\u00f5es. Cabe ao jovem, feliz ou n\u00e3o, votar com consci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Este ano \u00e9 ano de elei\u00e7\u00f5es, como se sabe. Cabe ao jovem votar com consci\u00eancia, feliz ou n\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">14. Desejoso de escolher a nova diretoria do gr\u00eamio da escola, Henrique, por exclus\u00e3o, acabou votando na chapa de Ant\u00f4nio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Ordem direta: Desejoso de escolher a nova diretoria do gr\u00eamio da escola, Henrique acabou votando na chapa de Antonio, por exclus\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o b.<\/span><\/strong><\/p>\n<p><em><span style=\"color: #ff0000;\">Deixo os meus bens ao meu irm\u00e3o, n\u00e3o aos sobrinhos, nada aos netos.<\/span><\/em><\/p>\n<p>_____________________________________________________<\/p>\n<p><strong>2. PONTO \u2013 ( . )<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 usado para:<\/p>\n<p>a)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 indicar o fim da frase.<\/p>\n<p>b)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 indicar abreviaturas. Ex: Exmo. Sr. Dr. Desembargador Fulano de Tal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ponto, numa situa\u00e7\u00e3o de se ditar um texto para outra pessoa escrev\u00ea-lo, \u00e9 chamado por nomes espec\u00edficos, dependendo da situa\u00e7\u00e3o em que se encontra no texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto me lembra os comandos que eu, aluna das primeiras s\u00e9ries do Ensino Fundamental (antigo Prim\u00e1rio, na d\u00e9cada de 1950), ouvia de minha professora, quando estava a fazer um exerc\u00edcio de ortografia chamado \u201cditado\u201d. Funcionava assim: os alunos ficavam atentos \u00e0 fala da professora, que pronunciava, pausadamente, as palavras do texto. N\u00f3s, os alunos, escrev\u00edamos, no caderno, essas palavras (t\u00ednhamos que escrev\u00ea-las corretamente!). Ao surgir, no texto, o ponto, a professora dizia:<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ponto seguido<\/em>! (para continuarmos a pr\u00f3xima frase na mesma linha da pauta da folha do caderno)<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ponto par\u00e1grafo<\/em>! (para escrevermos a pr\u00f3xima frase na outra linha da pauta da folha do caderno, deixando-se um pequeno espa\u00e7o da margem do papel)<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ponto final<\/em>! (indicava que o texto chegara ao fim)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na realidade, era uma conven\u00e7\u00e3o did\u00e1tica, usada pelos professores da \u00e9poca. Esta conven\u00e7\u00e3o ajudou-me a entender, posteriormente, porque existem espa\u00e7os entre grupos de frase, num texto.<\/p>\n<p>O ponto n\u00e3o indica somente o fim de uma frase ou de um texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando expomos nossas id\u00e9ias atrav\u00e9s da escrita, costumamos separ\u00e1-las em cada par\u00e1grafo do texto e \u00e9 nesta organiza\u00e7\u00e3o das id\u00e9ias que entra o ponto \u201cpar\u00e1grafo\u201d de que falava minha professora, citada linhas atr\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando passamos de um grupo a outro de id\u00e9ias a respeito de um assunto, marcamos essa transposi\u00e7\u00e3o pelo ponto \u201cpar\u00e1grafo\u201d. Deixa-se, ent\u00e3o, em branco, o resto da linha em que termina essa exposi\u00e7\u00e3o e iniciamos a pr\u00f3xima exposi\u00e7\u00e3o na linha abaixo, com um pequeno recuo de espa\u00e7o a partir da margem do papel. Com isso, ao lermos um texto, fica mais f\u00e1cil identificar as id\u00e9ias do autor e resumir o texto.<\/p>\n<p><strong>3. PONTO-E-V\u00cdRGULA ( ; )<\/strong><\/p>\n<p>O ponto-e-v\u00edrgula marca uma pausa maior que a v\u00edrgula e menor que o ponto. Por ser um sinal intermedi\u00e1rio entre a v\u00edrgula e o ponto, fica dif\u00edcil sistematizar seu emprego. Entretanto, h\u00e1 algumas normas para sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Usamos o ponto-e-v\u00edrgula para:<\/p>\n<p>a) separar ora\u00e7\u00f5es coordenadas dentro de um per\u00edodo que tenha certa extens\u00e3o ou que apresentem certa for\u00e7a expressiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ex.: \u201cDe repente, armou-se um temporal, que parecia vir o mundo abaixo<strong>;<\/strong> o vento era t\u00e3o forte, que do mar, apesar da escurid\u00e3o, viam-se contradan\u00e7ar, no espa\u00e7o, as telhas arrancadas na cidade alta.\u201d (Manuel Antonio de Almeida, <em>Mem\u00f3rias de um sargento de Mil\u00edcias)<\/em><\/p>\n<p>b) para separar os diversos itens de uma enumera\u00e7\u00e3o (em leis, decretos, portarias, regulamentos, etc.).<\/p>\n<p>Damos como exemplo, parte do art. 5<sup>o<\/sup>. da Constitui\u00e7\u00e3o Brasileira: Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos.<\/p>\n<p>Art. 5<sup>o<\/sup>.\u00a0 Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes:<\/p>\n<p>I \u2013 homens e mulheres s\u00e3o iguais em direitos e obriga\u00e7\u00f5es, nos termos desta Constitui\u00e7\u00e3o<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>II \u2013 ningu\u00e9m ser\u00e1 submetido \u00e0 tortura e nem a tratamento desumano ou degradante<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>III \u2013 \u00e9 livre a manifesta\u00e7\u00e3o do pensamento, sendo vedado o anonimato<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>IV \u2013 \u00e9 assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, al\u00e9m da indeniza\u00e7\u00e3o por dano material, moral ou \u00e0 imagem<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>V \u2013 \u00e9 inviol\u00e1vel a liberdade de consci\u00eancia e de cren\u00e7a, sendo assegurado o livre exerc\u00edcio dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a prote\u00e7\u00e3o aos locais de culto e suas liturgias<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>VII \u2013 \u00e9 assegurada, nos termos da lei, a presta\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia religiosa nas entidades civis e militares de interna\u00e7\u00e3o coletiva<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>VIII \u2013 ningu\u00e9m ser\u00e1 privado de direitos por motivo de cren\u00e7a religiosa ou de convic\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica ou pol\u00edtica, salvo se as invocar para eximir-se de obriga\u00e7\u00e3o legal imposta e recusar-se a cumprir presta\u00e7\u00e3o alternativa, fixada em lei<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>IX \u2013 \u00e9 livre a express\u00e3o da atividade intelectual, art\u00edstica, cient\u00edfica e de comunica\u00e7\u00e3o, independentemente de censura ou licen\u00e7a<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>X \u2013 s\u00e3o inviol\u00e1veis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indeniza\u00e7\u00e3o pelo dano material ou moral decorrente de sua viola\u00e7\u00e3o<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>XI \u2013 a casa \u00e9 asilo inviol\u00e1vel do indiv\u00edduo, ningu\u00e9m nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou durante o dia, por determina\u00e7\u00e3o judicial<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>XII \u2013 \u00e9 inviol\u00e1vel o sigilo da correspond\u00eancia e das comunica\u00e7\u00f5es telegr\u00e1ficas, de dados e das comunica\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas, salvo, no \u00faltimo caso, por ordem judicial, nas hip\u00f3teses e na forma que a lei estabelecer para fins de investiga\u00e7\u00e3o criminal ou instru\u00e7\u00e3o processual penal<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>XIII \u2013 \u00e9 livre o exerc\u00edcio de qualquer trabalho, of\u00edcio ou profiss\u00e3o, atendidas as qualifica\u00e7\u00f5es profissionais que a lei estabelecer<strong>;<\/strong><\/p>\n<p>XIV \u2013 \u00e9 assegurado a todos o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e resguardado o sigilo da fonte, quando necess\u00e1rio ao exerc\u00edcio profissional<strong>;<\/strong><\/p>\n<p><strong>_ _ _ _ _ _ _ _<\/strong><\/p>\n<p><strong> 4. DOIS PONTOS ( : )<\/strong><\/p>\n<p>Os dois pontos marcam uma sens\u00edvel suspens\u00e3o da voz na melodia em uma frase n\u00e3o conclu\u00edda. Emprega-se antes de:<\/p>\n<p>a)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 uma enumera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ex.: Comprou diversas mercadorias no supermercado<strong>:<\/strong> artigos de limpeza, g\u00eaneros aliment\u00edcios e brinquedos.<\/p>\n<p>b)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 uma explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ex.: Quando o vi, fiquei contente<strong>:<\/strong> sabia que me traria boas not\u00edcias.<\/p>\n<p>c)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Uma cita\u00e7\u00e3o ou fala de algu\u00e9m.<\/p>\n<p>Ex: \u201c&#8230; vibrava entusiasmado as cordas met\u00e1licas de uma viola ordin\u00e1ria, acompanhando (&#8230;) os versos que improvisava e outros que trazia de cor<strong>:<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong>L\u00e1 vai a gar\u00e7a voando<\/p>\n<p>Para as bandas do sert\u00e3o<\/p>\n<p>Leva Maria no bico<\/p>\n<p>Teresa no cora\u00e7\u00e3o!\u201d<\/p>\n<p>(Aluisio de Azevedo. <em>O MULATO)<\/em><\/p>\n<p><strong> 5. PONTO DE INTERROGA\u00c7\u00c3O ( ? )<\/strong><\/p>\n<p>1. Usado sempre no final da frase, serve para marcar as frases interrogativas diretas.<\/p>\n<p>Ex.: \u201c \u2013 E por que n\u00e3o<strong>?<\/strong> Que tenho eu com o preconceito dos outros<strong>? <\/strong>Que culpa tenho eu de te amar<strong>?<\/strong>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Aluisio de Azevedo, <em>O Mulato<\/em>)<\/p>\n<p>2. Pode-se combinar o ponto de interroga\u00e7\u00e3o com o ponto de exclama\u00e7\u00e3o, quando se quer fazer ma pergunta traduzindo surpresa.<\/p>\n<p>Ex.: &#8211; Josefa desmanchou o noivado.<\/p>\n<p>&#8211; O qu\u00ea<strong>?!<\/strong><\/p>\n<p>3. H\u00e1 escritores que, para acentuar a atitude de expectativa, num di\u00e1logo, usam o ponto de interroga\u00e7\u00e3o no lugar de palavras.<\/p>\n<p>Ex.: \u201c \u2013 \u00c9&#8230; mas est\u00e1 na cara, patr\u00e3o! Um vidrinho assim, tr\u00eas cruzados. Estou vendo que tenho de vender a paineira.<\/p>\n<p>&#8211; <strong>??<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o v\u00ea que Chico Basti\u00e3o d\u00e1 dezoito mil reis por ela \u2013 e inda um capadinho de choro.\u201d\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (Monteiro Lobato, <em>Urup\u00eas)<\/em><\/p>\n<p>Esses recursos, n\u00e3o s\u00f3 tem valor lingu\u00edstico como tamb\u00e9m visam indicar a express\u00e3o do rosto e do corpo do falante.<\/p>\n<p><strong>6. PONTO DE EXCLAMA\u00c7\u00c3O ( ! )<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 usado sempre no final da frase para indicar surpresa, espanto, admira\u00e7\u00e3o, raiva, desejo, susto, ordem, etc.<\/p>\n<p>No texto abaixo, retirado da obra rom\u00e2ntica \u201cSenhora\u201d, de Jos\u00e9 de Alencar e que foi transformado em novela de televis\u00e3o (\u201cEssas mulheres\u201d), temos o uso do ponto de exclama\u00e7\u00e3o indicando as v\u00e1rias tonalidades da fala dos personagens. A melhor maneira de perceber essas tonalidades \u00e9 ler o texto em voz alta. \u00c9 o que chamamos de interpreta\u00e7\u00e3o do personagem.<\/p>\n<p>\u201cA mo\u00e7a fez um esfor\u00e7o.<\/p>\n<p>&#8211; Esse mo\u00e7o, que est\u00e1 justo com a Adelaide Amaral, \u00e9 o homem a quem eu escolhi para marido. J\u00e1 v\u00ea que n\u00e3o podendo pertencer a duas,e necess\u00e1rio que eu o dispute.<\/p>\n<p>&#8211; Conte comigo<strong>! <\/strong>acudiu o velho esfregando as m\u00e3os, como quem entrevia os benef\u00edcios que essa paix\u00e3o prometia a um tutor h\u00e1bil.<\/p>\n<p>&#8211; Esse mo\u00e7o&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; O nome? perguntou o velho molhando a pena. Aur\u00e9lia fez um aceno de espera.<\/p>\n<p>&#8211; Esse mo\u00e7o chegou ontem; \u00e9 natural que trate agora dos preparativos para o casamento que est\u00e1 justo h\u00e1 perto de um ano. O senhor deve procur\u00e1-lo quanto antes&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Hoje mesmo<strong>!<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; E fazer-lhe sua proposta. Estes arranjos s\u00e3o muito comuns no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&#8211; O senhor sabe melhor do que eu como se aviam estas encomendam de noivos.<\/p>\n<p>&#8211; Ora, ora<strong>!<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Previno-o de que meu nome n\u00e3o deve figurar em tudo isto.<\/p>\n<p>&#8211; Ah<strong>!<\/strong> Quer conservar o inc\u00f3gnito.<\/p>\n<p>&#8211; At\u00e9 o momento da apresenta\u00e7\u00e3o. Entretanto pode dizer quanto baste para que n\u00e3o suponham que se trata de alguma velha ou aleijada.<\/p>\n<p>&#8211; Percebo<strong>!<\/strong> exclamou o velho, rindo. Um casamento rom\u00e2ntico.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, senhor; nada de exagera\u00e7\u00f5es. S\u00f3 tem licen\u00e7a para afirmar que a noiva n\u00e3o \u00e9 velha nem feia.<\/p>\n<p>&#8211; Quer preparar a surpresa?<\/p>\n<p>&#8211; Talvez. Os termos da proposta&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Com licen\u00e7a<strong>!<\/strong> Desde que deseja conservar o inc\u00f3gnito, n\u00e3o devo aparecer?<\/p>\n<p>Aur\u00e9lia refletiu um instante.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o quero que isto passe do senhor. Caso ele o reconhe\u00e7a como meu tio e tutor, n\u00e3o poderia o senhor convenc\u00ea-lo que eu n\u00e3o tenho nisso a m\u00ednima parte? Que \u00e9 um neg\u00f3cio da fam\u00edlia ou dos parentes?<\/p>\n<p>&#8211; Bem lembrado<strong>!<\/strong> Eu c\u00e1 me arranjo; n\u00e3o tenha cuidado.<\/p>\n<p>&#8211; Os termos da proposta devem ser estes; atenda bem. A fam\u00edlia de tal mo\u00e7a misteriosa deseja cas\u00e1-la com separa\u00e7\u00e3o de bens, dando ao noivo a quantia de cem contos de reis de dote. Se n\u00e3o bastarem cem e ele exigir mais, ser\u00e1 o dote de duzentos&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; H\u00e3o de bastar. N\u00e3o tenha d\u00favida.\u201d<\/p>\n<p>&#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p><strong>7. RETIC\u00caNCIAS ( &#8230; )<\/strong><\/p>\n<p>As retic\u00eancias marcam uma interrup\u00e7\u00e3o da sequ\u00eancia l\u00f3gica da frase. Indica principalmente:<\/p>\n<p>a) a suspens\u00e3o do pensamento.<\/p>\n<p>Ex.: Estive pensando sobre&#8230; Bem, n\u00e3o importa agora.<\/p>\n<p>b) certas tonalidades da voz de natureza emocional: hesita\u00e7\u00e3o, d\u00favida, timidez, sarcarmos, etc.<\/p>\n<p>Ex.: \u201c \u2013 \u00c9 promessa, h\u00e1 de cumprir-se.<\/p>\n<p>&#8211; Sei que voc\u00ea fez promessa&#8230; mas uma promessa assim&#8230; n\u00e3o sei&#8230;<\/p>\n<p>Creio que, bem pensado&#8230; Voc\u00ea, que acha, prima Justina?\u201d<\/p>\n<p>(Machado de Assis, <em>Dom Casmurro)<\/em><\/p>\n<p><strong>8. TRAVESS\u00c3O ( &#8211; ) <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 usado para:<\/p>\n<p>a) indicar mudan\u00e7a da pessoa que fala, nos di\u00e1logos.<\/p>\n<p>Ex.:\u00a0 <strong>&#8211;<\/strong> Posso falar com voc\u00ea agora?<\/p>\n<p><strong>&#8211; <\/strong>Aguarde s\u00f3 um instante.<\/p>\n<p>b) para substituir a v\u00edrgula que separa termos intercalados, quando se quer dar-lhes destaque.<\/p>\n<p>Ex.: Pel\u00e9 <strong>\u2013<\/strong> o maior jogador de futebol de todos os tempos <strong>\u2013<\/strong> hoje \u00e9 um\u00a0 empres\u00e1rio bem-sucedido.<\/p>\n<p><strong>9. ASPAS ( \u201c \u201d )<\/strong><\/p>\n<p>Emprega-se, principalmente, no in\u00edcio e no fim de uma cita\u00e7\u00e3o ou express\u00e3o, para distingui-la do resto do contexto.<\/p>\n<p>Ex:<\/p>\n<p>. Algum s\u00e1bio j\u00e1 afirmou: \u201cAgir na paix\u00e3o \u00e9 embarcar durante a tempestade\u201d.<\/p>\n<p>. Estavam no \u201chall\u201d do hotel.<\/p>\n<p>. \u201cEscrava Isaura\u201d \u00e9 o t\u00edtulo de uma novela brasileira conhecida mundialmente.<\/p>\n<p><strong>10. PAR\u00caNTESES (\u00a0 )<\/strong><\/p>\n<p>Usa-se os par\u00eanteses para inserir, no texto:<\/p>\n<p>a) uma explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>b) uma reflex\u00e3o ou coment\u00e1rio sobre o que se afirma.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode ver exemplos contidos no texto de Moacir Sclair, no in\u00edcio deste Roteiro.<\/p>\n<p>Exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>Reescreva o texto abaixo, usando a pontua\u00e7\u00e3o adequada, inclusive criando par\u00e1grafos.<\/p>\n<p>Um homem ontem chegou \u00e0 porta do circo e se apresentou o dono do circo disse j\u00e1 tem emprego mas explique o seguinte como se tornou domador de elefantes muito encabulado o domador respondeu eu era domador de pulgas por\u00e9m a vista foi enfraquecendo enfraquecendo<\/p>\n<p><strong>GABARITO<\/strong><\/p>\n<p>Um homem, ontem, chegou \u00e0 porta do circo e se apresentou.<\/p>\n<p>O dono do circo disse:<\/p>\n<p>&#8211; J\u00e1 tem emprego. Mas, explique o seguinte: como se tornou domador de elefantes?<\/p>\n<p>Muito encabulado o domador respondeu:<\/p>\n<p>&#8211; Eu era domador de pulgas, por\u00e9m, a vista foi enfraquecendo, enfraquecendo&#8230;<\/p>\n<p>___________________________________________________________<\/p>\n<p>LEITURA REFLEXIVA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 &#8211; \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0PONTOS<\/p>\n<p>No in\u00edcio era um ponto. Ponto de partida. O ponto onde a tangente toca a circunfer\u00eancia, e faz-se a vida. Ponto pac\u00edfico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O c\u00edrculo \u00e9 a timidez do ponto. A linha \u00e9 o ponto desvairado. O travess\u00e3o \u00e9 o ponto-ante-ponto, a primeira explora\u00e7\u00e3o embevecida, a inf\u00e2ncia. Ligando palavras. Nasceu num ponto qualquer do mapa. Sua m\u00e3e levou pontos depois do parto. A linha reta que \u00e9 o caminho mais chato entre o parto e o ponto final, preferiu o ziguezague. Teve uma vida pontilhada: os pontos que ca\u00edam nos exames, os pontos que subiam na Bolsa, os pontos de macumba, os pontap\u00e9s. Mas sempre foi pontual.<\/p>\n<p>O ponto \u00e9 a v\u00edrgula sem rabo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A v\u00edrgula n\u00e3o \u00e9 como o ponto e v\u00edrgula (ponto v\u00edrgula) a v\u00edrgula qualquer um usa mas o ponto e virgula requer pr\u00e1tica e discernimento (virgula) mod\u00e9stia \u00e0 parte (ponto).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nova linha. Fez ponto em frente \u00e0 casa da namorada, uma circunfer\u00eancia com v\u00e1rios pontos positivos, como sua a m\u00e3e apontada acima. N\u00e3o dormiu no ponto, acabou convidado para entrar quando j\u00e1 estava a ponto de desistir, pontificou sobre v\u00e1rios pontos, n\u00e3o demora j\u00e1 era apontado como \u00edntimo da casa, jogava cartas (pontinho) com a fam\u00edlia, parecia pont\u00edfice, n\u00e3o desapontou. Casaram. Tinham muitos pontos em comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O sexo! Ponto de exclama\u00e7\u00e3o. Querida, estou a ponto de &#8230; n\u00e3o! Cuidado. Ponto fraco. A tangente toca a circunfer\u00eancia. Outro ponto no mapa. Parto. Pontos.<\/p>\n<p>Tiveram muitos pontos em comum. Os outros ca\u00e7oavam: que pontaria! Discordavam num ponto: a p\u00edlula.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zig-zag-zig-zag. Os ponteiros andando. Um dia, no futebol \u2013 jogava na ponta \u2013 sentiu umas pontadas. Cora\u00e7\u00e3o. O ponto-chave. O medico insistiu num ponto: p\u00e1ra. Mas como? Chegara a um ponto que n\u00e3o podia parar, era um ponto projetado no espa\u00e7o, a vida \u00e9 um ponto com raiva, parar como? A que ponto? Saiu encurvado. Como um ponto de interroga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00f3 uma solu\u00e7\u00e3o, dois pontos: os 13 pontos da loteria. Sen\u00e3o era um ponto morto. A linha reta do eletro, outro ponto pac\u00edfico, o ponto no infinito onde as paralelas, a distancia mais curta entre, cheguei a um ponto em que, meus Deus&#8230; tr\u00eas pontinhos.<\/p>\n<p>Jogou o que tinha num ponto de bicho e o que n\u00e3o tinha num ponto lot\u00e9rico. N\u00e3o deu ponto.<\/p>\n<p>Em casa a circunfer\u00eancia e os sete pontinhos. Resolveu pingar os pontos nos is. Melhor deixar uma vi\u00fava no ponto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De um ponto de \u00f4nibus mergulhou, de ponta-cabe\u00e7a, na ponta de um t\u00e1xi, ou de um ponto de t\u00e1xi na ponta de um \u00f4nibus, \u00e9 um ponto discut\u00edvel. Entregou os pontos.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Luis Fernando Ver\u00edssimo. <em>O popular<\/em>. Rio de Janeiro, Jos\u00e9 Olympio, 1973)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CURSO DE REDA\u00c7\u00c3O \u2013 ROTEIRO N\u00b0 6 1.TEMA: Os sinais de pontua\u00e7\u00e3o e seu uso. 2. PR\u00c9-REQUISITOS: Gostar de ler. 3. META: As atividades deste Roteiro tem o objetivo de proporcionar ao estudante estudo sobre\u00a0o uso correto dos sinais de pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-113","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-redacao","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=113"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/113\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=113"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=113"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}