{"id":1273,"date":"2015-03-08T19:33:56","date_gmt":"2015-03-08T19:33:56","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=1273"},"modified":"2015-03-08T19:33:56","modified_gmt":"2015-03-08T19:33:56","slug":"texto-para-interpretacao-87-o-pequeno-principe-nivel-medio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=1273","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 87 &#8211; O Pequeno Pr\u00edncipe (N\u00edvel M\u00e9dio)"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 87 \u2013 O PEQUENO PR\u00cdNCIPE (fragmento) N\u00edvel M\u00e9dio<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more-->\u00a0O PEQUENO PR\u00cdNCIPE (fragmento)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0E foi ent\u00e3o que apareceu a raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Bom dia, disse a raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas n\u00e3o viu nada.<\/p>\n<p>&#8211; Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Quem \u00e9s tu? Perguntou o principezinho. Tu \u00e9s bem bonita&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Sou uma raposa, disse a raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Vem brincar comigo, prop\u00f4s o principezinho. Estou t\u00e3o triste&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Eu n\u00e3o posso brincar contigo, disse a raposa. N\u00e3o me cativaram ainda.<\/p>\n<p>&#8211; Ah! desculpa, disse o principezinho.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s uma reflex\u00e3o, acrescentou:<\/p>\n<p>&#8211; Que quer dizer \u201ccativar\u201d?<\/p>\n<p>&#8211; Tu n\u00e3o \u00e9s daqui, disse a raposa. Que procuras?<\/p>\n<p>&#8211; Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer \u201ccativar\u201d?<\/p>\n<p>&#8211; Os homens, disse a raposa, t\u00eam fuzis e ca\u00e7am. \u00c9 bem inc\u00f4modo! Criam galinhas tamb\u00e9m. \u00c9 a \u00fanica coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer \u201ccativar\u201d?<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa \u201ccriar la\u00e7os\u201d&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Criar la\u00e7os?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 &#8211; Exatamente, disse a raposa. Tu n\u00e3o \u00e9s ainda para mim sen\u00e3o um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu n\u00e3o tenho necessidade de ti. E tu n\u00e3o tens necessidade de mim. N\u00e3o passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, n\u00f3s teremos necessidade um do outro. Ser\u00e1s para mim \u00fanico no mundo. E eu serei para ti \u00fanica no mundo.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8211; Come\u00e7o a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor&#8230; eu creio que ela me cativou&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 poss\u00edvel, disse a raposa. V\u00ea-se tanta coisa na Terra&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Oh! N\u00e3o foi na Terra, disse o principezinho.<\/p>\n<p>A raposa pareceu intrigada.<\/p>\n<p>&#8211; Num outro planeta?<\/p>\n<p>&#8211; Sim.<\/p>\n<p>&#8211; H\u00e1 ca\u00e7adores nesse planeta?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Que bom! E galinhas?<\/p>\n<p>&#8211; Tamb\u00e9m n\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Nada \u00e9 perfeito, suspirou a raposa.<\/p>\n<p>Mas a raposa voltou \u00e0 sua ideia.<\/p>\n<p>&#8211; Minha vida \u00e9 mon\u00f3tona. Eu ca\u00e7o as galinhas e os homens me ca\u00e7am. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem tamb\u00e9m. E por isso eu me aborre\u00e7o um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida ser\u00e1 como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que ser\u00e1 diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamar\u00e1 para fora da toca, como se fosse m\u00fasica. E depois, olha! V\u00eas, l\u00e1 longe, os campos de trigo? Eu n\u00e3o como p\u00e3o. O trigo para mim \u00e9 in\u00fatil. Os campos de trigo n\u00e3o me lembra coisa alguma. E isso \u00e9 triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Ent\u00e3o ser\u00e1 maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo que \u00e9 dourado, far\u00e1 lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo.<\/p>\n<p>A raposa calou-se e considerou por muito tempo o pr\u00edncipe.<\/p>\n<p>&#8211; Por favor&#8230; cativa-me! disse ela.<\/p>\n<p>&#8211; Bem quisera, disse o principezinho, mas eu n\u00e3o tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.<\/p>\n<p>&#8211; A gente s\u00f3 conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens n\u00e3o t\u00eam mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como n\u00e3o existem lojas de amigos, os homens n\u00e3o t\u00eam mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!<\/p>\n<p>&#8211; Que \u00e9 preciso fazer? perguntou o principezinho.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentar\u00e1s primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu n\u00e3o dir\u00e1s nada. A linguagem \u00e9 uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentar\u00e1s mais perto.<\/p>\n<p>No dia seguinte o principezinho voltou.<\/p>\n<p>&#8211; Teria sido melhor voltares \u00e0 mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, \u00e0s quatro da tarde, desde as tr\u00eas eu come\u00e7arei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. \u00c0s quatro horas, ent\u00e3o, estarei inquieta e agitada e descobrirei o pre\u00e7o da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o cora\u00e7\u00e3o&#8230; \u00c9 preciso ritos.<\/p>\n<p>&#8211; Que \u00e9 ritos? Perguntou o principezinho.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 uma coisa muito esquecida tamb\u00e9m, disse a raposa. \u00c9 o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus ca\u00e7adores, por exemplo, possuem um rito. Dan\u00e7am na quinta-feira com as mo\u00e7as da aldeia. A quinta-feira ent\u00e3o \u00e9 um dia maravilhoso! Vou passear at\u00e9 a vinha. Se os ca\u00e7adores dan\u00e7assem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu n\u00e3o teria f\u00e9rias!<\/p>\n<p>Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:<\/p>\n<p>&#8211; Ah! eu vou chorar.<\/p>\n<p>&#8211; A culpa \u00e9 tua, disse o principezinho, eu n\u00e3o te queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Quis, disse a raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Mas tu vais chorar! disse o principezinho.<\/p>\n<p>&#8211; Vou, disse a raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, n\u00e3o sais lucrando nada!<\/p>\n<p>&#8211; Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.<\/p>\n<p>Depois ela acrescentou:<\/p>\n<p>&#8211; Vai rever as rosas. Tu compreender\u00e1s que a tua \u00e9 a \u00fanica no mundo. Tu voltar\u00e1s para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.<\/p>\n<p>Foi o principezinho rever as rosas.<\/p>\n<p>&#8211; V\u00f3s n\u00e3o sois absolutamente iguais \u00e0 minha rosa, v\u00f3s n\u00e3o sois nada ainda. Ningu\u00e9m ainda vos cativou, nem cativastes a ningu\u00e9m. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela uma amiga. Ela \u00e9 agora \u00fanica no mundo.<\/p>\n<p>E as rosas estavam desapontadas.<\/p>\n<p>&#8211; Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. N\u00e3o se pode morrer por v\u00f3s. Minha rosa, sem d\u00favida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha \u00e9, por\u00e9m, mais importante que v\u00f3s todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou tr\u00eas por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se ou mesmo calar-se algumas vezes. \u00c9 a minha rosa.<\/p>\n<p>E voltou, ent\u00e3o, \u00e0 raposa.<\/p>\n<p>&#8211; Adeus, disse ele.<\/p>\n<p>&#8211; Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. \u00c9 muito simples: s\u00f3 se v\u00ea bem com o cora\u00e7\u00e3o. O essencial \u00e9 invis\u00edvel para os olhos.<\/p>\n<p>&#8211; O essencial \u00e9 invis\u00edvel para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.<\/p>\n<p>&#8211; Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez tua rosa t\u00e3o importante.<\/p>\n<p>&#8211; Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa&#8230; repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.<\/p>\n<p>&#8211; Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu n\u00e3o a deves esquecer. Tu te tornas eternamente respons\u00e1vel por aquilo que cativas. Tu \u00e9s respons\u00e1vel pela rosa&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Eu sou respons\u00e1vel pela minha rosa&#8230; repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(ANTOINE DE SAINT-EXUP\u00c9RY, <em>O Pequeno Pr\u00edncipe<\/em>. 22<sup>a<\/sup> Edi\u00e7\u00e3o, 1981,<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Livraria Agir Editora, Rio de Janeiro)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">__________________________________________<\/p>\n<ol>\n<li>Procure no dicion\u00e1rio o significado da palavra \u201ccativar\u201d e identifique qual dos significados \u00e9 utilizado neste texto.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li>O principezinho convidou a raposa para brincar com ele, mas ela n\u00e3o aceitou. Por qu\u00ea?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li>De acordo com o texto, explique a diferen\u00e7a entre: \u00a0a) ser cativada \u2013\u00a0b) n\u00e3o ser cativada \u2013<\/li>\n<li>Complete a frase de acordo com o texto:\u00a0Segundo a raposa, os homens n\u00e3o cativam (n\u00e3o amam) e n\u00e3o s\u00e3o cativados (n\u00e3o s\u00e3o amados) porque&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"5\">\n<li>Assinale a \u00fanica resposta correta:<\/li>\n<\/ol>\n<p>Pelo texto podemos concluir que cativar ou amar uma pessoa \u00e9:<\/p>\n<p>a) (\u00a0\u00a0 ) algo que se compra nas lojas<\/p>\n<p>b) (\u00a0\u00a0 ) decis\u00e3o pr\u00f3pria de cada pessoa<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Explique com suas palavras a frase:\u00a0\u201cTu te tornas eternamente respons\u00e1vel por aquilo que cativas.\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>______________________________________________________________<\/p>\n<p>Gabarito:<\/p>\n<ol>\n<li>De acordo com o Pequeno Dicion\u00e1rio Brasileiro da L\u00edngua Portuguesa de Aur\u00e9lio Buarque de Holanda Ferreira, cativar pode significar:<em> tornar cativo; capturar; seduzir; atrair; ganhar a simpatia, a estima de; prender; acorrentar (f\u00edsica ou moralmente); tornar-se cativo; perder a liberdade (f\u00edsica ou moral); render-se; ficar sujeito.<\/em> O texto utiliza o significado de <em>ganhar a simpatia, a estima de.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li>Segundo a raposa, ela ainda n\u00e3o tinha sido cativada pelo pr\u00edncipe.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li>a) ser cativada \u2013 criar la\u00e7os afetivos, se tornar algu\u00e9m especial para outra pessoa, ser\u00a0amada e amar algu\u00e9m<\/li>\n<\/ol>\n<p>b) n\u00e3o ser cativada \u2013 ser indiferente para outra pessoa, n\u00e3o ter la\u00e7os afetivos<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>&#8230;.. n\u00e3o tem mais tempo ou n\u00e3o se dedicam a cativar (ou amar) outras pessoas.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"5\">\n<li>Alternativa B<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"6\">\n<li>Resposta pessoal.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 87 \u2013 O PEQUENO PR\u00cdNCIPE (fragmento) N\u00edvel M\u00e9dio<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[5,27],"tags":[],"class_list":["post-1273","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ensino-medio","category-textos-para-interpretacao","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1273","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1273"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1273\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1273"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1273"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1273"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}