{"id":130,"date":"2010-08-24T16:04:48","date_gmt":"2010-08-24T20:04:48","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=130"},"modified":"2010-08-24T16:04:48","modified_gmt":"2010-08-24T20:04:48","slug":"dom-casmurro-capitulo-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=130","title":{"rendered":"DOM CASMURRO &#8211; Cap\u00edtulo I"},"content":{"rendered":"<p>O PASSO A PASSO DA LEITURA LITER\u00c1RIA<\/p>\n<p>DOM CASMURRO<\/p>\n<p>Obra de Machado de Assis<\/p>\n<p>APRESENTA\u00c7\u00c3O:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta leitura passo a passo quer permitir ao leitor entrar no mundo da leitura e deliciar-se com ela. Mas, n\u00e3o s\u00f3 isso, quer tamb\u00e9m ajudar a descobrir algumas mensagens que os escritores deixaram em suas obras porque tiveram ou n\u00e3o essa inten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fato \u00e9 que as obras se eternizam justamente por causa da mensagem que se torna t\u00e3o atual, apesar de seus autores as terem escrito em passados bastantes remotos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 por isso que a mensagem da B\u00edblia, com seus livros escritos em anos que nos fogem \u00e0 contagem (muitos anos antes de Cristo), n\u00e3o caiu no esquecimento das pessoas. Sua mensagem \u00e9 t\u00e3o atual que, se n\u00e3o fora as pesquisas arqueol\u00f3gicas, dir\u00edamos que seus autores viveram nos nossos dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->Assim acontece com obras como esta, de Machado de Assis. H\u00e1 quem diga que se trata de uma hist\u00f3ria chata, de leitura dif\u00edcil. Quem fala assim nunca abriu a primeira p\u00e1gina e leu o primeiro cap\u00edtulo da obra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o vamos aqui dar um resumo da hist\u00f3ria. Nossa inten\u00e7\u00e3o, caro leitor, \u00e9 que voc\u00ea mesmo descubra a inventividade do escritor, em como ele usou as palavras para elaborar o seu pensamento e assim mandar a mensagem para voc\u00ea. Nossa tarefa, ser\u00e1 apenas de gui\u00e1-lo nessa leitura, atrav\u00e9s de algumas perguntas de interpreta\u00e7\u00e3o do texto. O resto ser\u00e1 por sua conta.<\/p>\n<p>Ao final voc\u00ea ver\u00e1 que valeu a pena ler DOM CASMURRO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea ter\u00e1 a oportunidade de refletir sobre o que leu ao responder \u00e0s perguntas sobre o cap\u00edtulo e assim compreender melhor a narrativa.<\/p>\n<p>______________________________________________________________________________<\/p>\n<p>CAP\u00cdTULO I \u2013 Do T\u00edtulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conhe\u00e7o <em>de vista e de chap\u00e9u<\/em>. Cumprimentou-me, <em>sentou-se ao p\u00e9 de mim<\/em>, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que n\u00e3o fossem inteiramente maus. Sucedeu, por\u00e9m, que, como eu estava cansado, fechei os olhos tr\u00eas ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.<\/p>\n<p>2. &#8211; \u00a0Continue, disse eu acordando.<\/p>\n<p>3. &#8211; \u00a0J\u00e1 acabei, murmurou ele.<\/p>\n<p>4. &#8211; \u00a0S\u00e3o muito bonitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Vi-lhe fazer um gesto para tir\u00e1-los outra vez do bolso, mas n\u00e3o passou de gesto; estava <em>amuado.<\/em> No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando-me Dom Casmurro. Os vizinhos, que n\u00e3o gostam dos meus h\u00e1bitos reclusos e calados, deram curso \u00e0 <em>alcunha<\/em>, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei. Contei a anedota aos amigos da cidade, e eles, por gra\u00e7a, chamam-me assim, alguns em bilhetes: \u201cDom Casmurro, domingo vou jantar com voc\u00ea.\u201d &#8211; \u201cVou para Petr\u00f3polis, Dom Casmurro; a casa \u00e9 a mesma da Ren\u00e2nia; v\u00ea se deixas essa caverna do Engenho Novo, e vai l\u00e1 passar uns quinze dias comigo.\u201d \u2013 \u201cMeu caro Dom Casmurro, n\u00e3o cuide que o dispenso do teatro amanh\u00e3; venha e dormir\u00e1 aqui na cidade; dou-lhe camarote, dou-lhe ch\u00e1, dou-lhe cama; s\u00f3 n\u00e3o lhe dou mo\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. N\u00e3o consultes dicion\u00e1rios. Casmurro n\u00e3o est\u00e1 aqui no sentido que eles lhe d\u00e3o, mas no que lhe p\u00f4s o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me <em>fumos de fildalgo.<\/em> Tudo por estar cochilando! Tamb\u00e9m n\u00e3o achei melhor t\u00edtulo para a minha narra\u00e7\u00e3o; se n\u00e3o tiver outro daqui at\u00e9 o fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficar\u00e1 sabendo que n\u00e3o lhe guardo rancor. E com pequeno esfor\u00e7o, sendo o t\u00edtulo seu, poder\u00e1 cuidar que a obra \u00e9 sua. H\u00e1 livros que apenas ter\u00e3o isso dos seus autores; alguns nem tanto.<\/p>\n<p>Vocabul\u00e1rio:<\/p>\n<p>Conhecer de vista e de chap\u00e9u \u2013 ter um conhecimento superficial<\/p>\n<p>Sentar ao p\u00e9 de \u2013 sentar muito pr\u00f3ximo, ao lado de<\/p>\n<p>Amuado \u2013 chateado,<\/p>\n<p>Alcunha \u2013 apelido<\/p>\n<p>Fumos de fidalgo \u2013 ares de pessoa pertencente \u00e0 Corte, pessoa de fina\u00a0educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a leitura desse cap\u00edtulo reflita sobre o texto, respondendo \u00e0s quest\u00f5es:<\/p>\n<p>1. O texto narra o encontro entre:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) o narrador da hist\u00f3ria e um rapaz<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) o narrador da hist\u00f3ria e Dom Casmurro<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) o narrador da hist\u00f3ria e seus amigos da cidade<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) o narrador da hist\u00f3ria e seus vizinhos<\/p>\n<p>2. O encontro aconteceu:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) em um trem, durante a noite<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) no bairro onde moravam Dom Casmurro e o rapaz<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) na cidade do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) em Petr\u00f3polis.<\/p>\n<p>3. Por que o narrador da hist\u00f3ria recebeu o apelido de Dom Casmurro?<\/p>\n<p>4. Qual \u00e9 o assunto do texto?<\/p>\n<p>5. Na frase: \u201c<em>H\u00e1 livros que apenas ter\u00e3o isso dos seus autores; outros nem tanto\u201d<\/em>, Machado de Assis faz alus\u00e3o a uma pr\u00e1tica que acontecia em sua \u00e9poca e que tamb\u00e9m acontece nos dias de hoje, e \u00e9 considerada crime. Explique qual \u00e9 a pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>6. Vez por outra, em sua obra, Machado interrompe a narrativa para dirigir-se diretamente ao leitor. Esse fato ocorreu na seguinte frase do texto:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) \u201cN\u00e3o consultes dicion\u00e1rios.\u201d(par\u00e1grafo 6)<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) \u201c- S\u00e3o muito bonitos.\u201d(par\u00e1grafo 4)<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) \u201c- Vou para Petr\u00f3polis\u2026\u201d(par\u00e1grafo 5)<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) \u201c\u2026 sentou-se ao p\u00e9 de mim\u2026\u201d (par\u00e1grafo 1)<\/p>\n<p>7. A express\u00e3o: \u201c\u2026 entrou a dizer\u2026\u201d (par\u00e1grafo 5), significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) acabou por dizer<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) deixou de dizer<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) pretendeu dizer<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) come\u00e7ou a dizer<\/p>\n<p>8. A express\u00e3o: \u201c\u2026deram curso \u00e0 alcunha\u2026\u201d (par\u00e1grafo 5), significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) contaram a hist\u00f3ria para outras pessoas<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) passaram a chamar o narrador pelo apelido<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) consideraram que casmurro era tamb\u00e9m o poeta do trem<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) os vizinhos n\u00e3o gostaram do apelido.<\/p>\n<p>9.Na frase: \u201cCasmurro n\u00e3o est\u00e1 aqui no sentido que eles lhes d\u00e3o\u2026\u201d (par\u00e1grafo 6), a palavra \u201celes\u201d refere-se aos:<\/p>\n<p>a. (\u00a0 \u00a0) dicion\u00e1rios<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) amigos de Dom Casmurro<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) vizinhos de Dom Casmurro<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) ao rapaz do trem e seus colegas<\/p>\n<p>10. Assinale a \u00fanica afirmativa correta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s palavras em destaque no trecho abaixo:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cN\u00e3o consultes dicion\u00e1rios<\/em><\/strong><em>. Casmurro n\u00e3o est\u00e1 aqui no sentido que eles lhes d\u00e3o, mas no que lhe p\u00f4s o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Tamb\u00e9m n\u00e3o achei melhor t\u00edtulo para minha narra\u00e7\u00e3o; se n\u00e3o tiver outro daqui at\u00e9 ao fim do livro, vai este mesmo. O <strong>meu<\/strong> poeta do trem ficar\u00e1 sabendo que n\u00e3o lhe guardo rancor. E com pequeno esfor\u00e7o, sendo o t\u00edtulo seu, poder\u00e1 <strong>cuidar<\/strong> que a obra \u00e9 sua. H\u00e1 livros que apenas <strong>ter\u00e3o<\/strong> isso dos seus autores, <strong>alguns<\/strong> nem tanto.\u201d<\/em><\/p>\n<p>a. ( \u00a0\u00a0) Em: \u201cN\u00e3o consultes dicion\u00e1rios&#8221;, o sujeito da ora\u00e7\u00e3o \u00e9 Casmurro.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) O pronome \u201cmeu\u201d \u00e9 empregado com sentido possessivo e n\u00e3o com\u00a0sentido afetivo.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) \u201cCuidar\u201d significa <em>tomar conta de.<\/em><\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Em: \u201cH\u00e1 livros que apenas ter\u00e3o isso\u2026\u201d o sujeito de ter\u00e3o \u00e9 <strong>\u201cque\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>e. (\u00a0\u00a0 ) A palavra \u201calguns\u201d refere-se \u00e0 palavra \u201cautores\u201d.<\/p>\n<p>_____________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Gabarito:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. a\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. A<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3. Porque o rapaz que o alcunhou (apelidou) ficou chateado com a maneira como o narrador da hist\u00f3ria se comportou no trem durante a conversa que tiveram e os vizinhos passaram a cham\u00e1-lo assim por causa dos seus h\u00e1bitos reclusos e calados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4. A justificativa do t\u00edtulo do livro, dado pelo narrador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">5. A pr\u00e1tica a que Machado de Assis se refere \u00e9 a apropria\u00e7\u00e3o e c\u00f3pia das ideias e da produ\u00e7\u00e3o intelectual dos escritores. Esta pr\u00e1tica \u00e9 chamada de pl\u00e1gio, e \u00e9 crime contra a autoria intelectual de escritores e artistas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">6. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 7. D \u00a0 \u00a0 \u00a0 8. B \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a09. A \u00a0 \u00a0 \u00a010. D<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PASSO A PASSO DA LEITURA LITER\u00c1RIA DOM CASMURRO Obra de Machado de Assis APRESENTA\u00c7\u00c3O: Esta leitura passo a passo quer permitir ao leitor entrar no mundo da leitura e deliciar-se com ela. 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