{"id":308,"date":"2011-03-09T10:09:16","date_gmt":"2011-03-09T14:09:16","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=308"},"modified":"2011-03-09T10:09:16","modified_gmt":"2011-03-09T14:09:16","slug":"texto-para-interpretacao-3-ens-fund-meus-primos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=308","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 8 (Ens.Fund) \u2013 MEUS PRIMOS"},"content":{"rendered":"<p>INTERPRETA\u00c7\u00c3O DE TEXTO 3 &#8211; N\u00edvel: Fundamental<\/p>\n<p>O texto abaixo \u00e9 do autor \u00a0pernambucano Antonio Maria de Ara\u00fajo de Morais, que se destacou como cronista, compositor, locutor esportivo, jornalista e radialista.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more-->MEUS PRIMOS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 R. G. era um <strong>dem\u00f4nio.<\/strong> Mais atleta, <strong>mais afeito \u00e0 terra<\/strong> que qualquer um de n\u00f3s, era uma esp\u00e9cie de Tarzan, filho do mato e do rio, diante da <strong>nossa meia tend\u00eancia para o asfalto.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Numa tarde, resolvemos caminhar pela estrada de ferro \u2013 e outra coisa n\u00e3o pretend\u00edamos sen\u00e3o dar uma olhada na filha de um vigia <strong>novato<\/strong>, morena carregada, de olhos verdes e longas tran\u00e7as que, de tardinha, lavava os p\u00e9s, enfeitava a cabe\u00e7a com uma flor e vinha para o patamar de casa tocar viola de 12 cordas e cantar \u201cSu\u00e7uarana\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No meio do caminho, demos com a ponte de ferro feita de trilho, dormentes e mais nada, onde s\u00f3 o trem podia passar. R. G. teimou que atravessar seria uma canja, andando por cima dos dormentes. E se o trem viesse? \u2013 <strong>aventamos<\/strong> essa perigosa possibilidade. N\u00e3o ligou. N\u00f3s ficamos no barranco do rio e ele come\u00e7ou, sozinho, a travessia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De repente, parecia coisa do diabo, o trem saiu da curva, a 100 metros da ponte. R. G. ia exatamente na metade e n\u00e3o tinha tempo de correr para frente ou para tr\u00e1s. Fechamos os olhos, pensamos em Deus por sua alma de 16 anos. O trem passou, houve um minuto de pausa e, depois, R. G. apareceu no mesmo lugar, (&#8230;), gritando que n\u00e3o seria a locomotiva da Great Western que o mataria t\u00e3o jovem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Garoto de <strong>incr\u00edvel<\/strong> presen\u00e7a de esp\u00edrito, quando viu o trem \u00e0 sua frente, agachou-se, segurou, com as m\u00e3os, um dos dormentes e deixou o corpo pendurado. Depois que passaram os 12 vag\u00f5es, suspendeu-se como num exerc\u00edcio de barra e come\u00e7ou a rir do estado de p\u00e2nico em que est\u00e1vamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O maquinista, ao chegar \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de Gameleira, a dois quil\u00f4metros dali, entregou-se \u00e0 pol\u00edcia, confessando que tinha matado um menino da usina Cachoeira Lisa.<\/p>\n<p>_______________________________________________________________<\/p>\n<p>Marque com X o sin\u00f4nimo da palavra ou express\u00e3o em destaque.<\/p>\n<p>1. Em: \u201cR. G. era um <strong>dem\u00f4nio<\/strong>.\u201d (par. 1).\u00a0 A palavra destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) animal\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) moleque malvado<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) rapaz travesso\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) ignorante<\/p>\n<p>2. Em: \u201cMais atleta, <strong>mais afeito \u00e0 terra&#8230;<\/strong>\u201d (par. 1), a express\u00e3o destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) mais insens\u00edvel \u00e0 terra\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) mais acostumado \u00e0 terra<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) mais desabituada \u00e0 terra\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) mais preocupado com a terra<\/p>\n<p>3. Em: \u201c&#8230; diante da nossa meia <strong>tend\u00eancia<\/strong>&#8230; \u201c (par. 1), a express\u00e3o destacada significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) desprezo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) inclina\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) amor\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) preocupa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>4. Em: \u201c&#8230; dar uma olhada na filha de um vigia <strong>novato<\/strong>&#8230;\u201d (par. 2), a palavra destacada indica que o vigia:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) tinha pouca idade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) era ing\u00eanuo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) ano tinha experi\u00eancia\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) estava a pouco tempo naquele lugar<\/p>\n<p>5. Em: \u201cE se o trem viesse? \u2013 <strong>aventamos<\/strong> essa perigosa possibilidade.\u201d (par. 3). A palavra destacada pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) insinuamos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) verificamos<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) investigamos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) propusemos<\/p>\n<p>6. Em: \u201cGaroto de <strong>incr\u00edvel <\/strong>presen\u00e7a de esp\u00edrito&#8230;\u201d (par. 5), a palavra destacada significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) irreal\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) in\u00fatil\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) inacredit\u00e1vel\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) incans\u00e1vel<\/p>\n<p>Responda com suas palavras, de acordo com o texto:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. O autor caracteriza R.G. como uma esp\u00e9cie de Tarzan, mais afeito \u00e0 terra, enquanto que os outros meninos estavam mais habituados \u00e0 vida da cidade.\u00a0Explique a express\u00e3o \u201c<strong>nossa meia tend\u00eancia para o asfalto<\/strong>.\u201d (par. 1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8. Ter presen\u00e7a de esp\u00edrito significa saber sair de situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, inesperadas ou embara\u00e7osas. Como R. G. conseguiu sair da situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil que, de repente, lhe apareceu?<\/p>\n<p>9. A partir do texto, encontre tr\u00eas caracter\u00edsticas do personagem R. G.<\/p>\n<p>10. Transcreva o trecho do texto que indica o motivo pelo qual os meninos sa\u00edram de casa naquela tarde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">11. Identifique e transcreva o trecho do texto em que h\u00e1 momento de intensa expectativa e emo\u00e7\u00e3o, em que n\u00e3o se sabe o que vai acontecer.<\/p>\n<p>12. Por que o maquinista entregou-se \u00e0 pol\u00edcia?<\/p>\n<p>________________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\"> &#8211; <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. c\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3. b\u00a0\u00a0 4. D\u00a0\u00a0\u00a0 5. A\u00a0\u00a0\u00a0 6. C<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">7. A express\u00e3o foi utilizada pelo autor para indicar que esses meninos estariam mais habituados \u00e0 vida da cidade, porque uma das caracter\u00edsticas das cidades s\u00e3o as ruas asfaltadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">8.\u00a0 Quando viu o trem \u00e0 sua frente e n\u00e3o tendo tempo para recuar ou avan\u00e7ar, R.G. agachou-se, segurou os dormentes com as m\u00e3os e ent\u00e3o, soltou o corpo, ficando pendurado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">9. O texto indica as seguintes caracter\u00edsticas: corajoso, travesso, decidido, brincalh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">10. Voc\u00ea deve ter transcrito todo o par\u00e1grafo 2 do texto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">11. In\u00edcio do par\u00e1grafo 4 at\u00e9 \u201c16 anos\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">12. Porque julgara haver matado R.G.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INTERPRETA\u00c7\u00c3O DE TEXTO 3 &#8211; N\u00edvel: Fundamental O texto abaixo \u00e9 do autor \u00a0pernambucano Antonio Maria de Ara\u00fajo de Morais, que se destacou como cronista, compositor, locutor esportivo, jornalista e 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