{"id":37,"date":"2010-01-04T09:17:52","date_gmt":"2010-01-04T13:17:52","guid":{"rendered":"http:\/\/portuguesirado.com\/?p=37"},"modified":"2010-01-04T09:17:52","modified_gmt":"2010-01-04T13:17:52","slug":"tema-7-notacoes-lexicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=37","title":{"rendered":"Tema 7: Nota\u00e7\u00f5es L\u00e9xicas."},"content":{"rendered":"<p><strong>LI\u00c7\u00d5ES DE PORTUGU\u00caS \u00a0 &#8211; \u00a0\u00a0<span style=\"font-weight: normal;\">ROTEIRO N\u00b0 7<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 \u2013 TEMA: Nota\u00e7\u00f5es l\u00e9xicas: acento agudo, grave, circunflexo, til, ap\u00f3strofo, cedilha. O h\u00edfen e seu uso na escrita da L\u00edngua Portuguesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 \u2013 PR\u00c9-REQUESITO: \u00a0\u00a0a) Ler compreensivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Ter conclu\u00eddo, com \u00eaxito, o estudo dos Roteiros 5 e 6 ou ter\u00a0 no\u00e7\u00f5es de tonicidade das palavras e acentua\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 \u2013 META: As atividades deste roteiro foram organizadas com o objetivo de oferecer condi\u00e7\u00f5es de aprendizagem sobre o usos dos sinais gr\u00e1ficos usados na escrita das palavras em portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->4 \u2013 PR\u00c9-AVALIA\u00c7\u00c3O: Se voc\u00ea conhece os sinais gr\u00e1ficos e seu uso em portugu\u00eas, responda \u00e0 Auto-avalia\u00e7\u00e3o que se encontra no final deste livrinho. Se voc\u00ea obtiver um numero m\u00ednimo de 80 pontos, parab\u00e9ns! Voc\u00ea n\u00e3o precisa estudar esta li\u00e7\u00e3o. Caso contr\u00e1rio, aconselho-o a ler os textos, procurando entender as explica\u00e7\u00f5es dadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 \u2013 ATIDADES DE ESTUDO: Ler com entendimento \u00e9 pr\u00e9-requesito para se aprender qualquer coisa atrav\u00e9s da leitura. Por isso, leia o texto do Anexo A, para treinar sua interpreta\u00e7\u00e3o. Embora a leitura dos anexos, em si, seja tamb\u00e9m interpreta\u00e7\u00e3o de texto, ela \u00e9 voltada para uma finalidade mais espec\u00edfica, que \u00e9 a assimila\u00e7\u00e3o dos conceitos gramaticais. O texto do Anexo A \u00e9 mais gen\u00e9rico e serve de treinamento para a compreens\u00e3o geral da linguagem. Portanto, fa\u00e7a o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) Tenha um dicion\u00e1rio de Portugu\u00eas ao seu alcance, para consult\u00e1-lo sobre as palavras que voc\u00ea desconhece o significado;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Procure um lugar sossegado para ler os textos e fazer os exerc\u00edcios. Leitura compreensiva precisa de ambiente calmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) Leia primeiro o texto, procurando entender as explica\u00e7\u00f5es; fa\u00e7a os exerc\u00edcios logo em seguida; compare suas respostas com o gabarito; veja o que voc\u00ea errou e retorne ao texto para verificar o porqu\u00ea do erro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 &#8211; P\u00d3S-AVALIA\u00c7\u00c3O: Ap\u00f3s ter feito a leitura compreensiva dos textos e respondido aos exerc\u00edcios e se sentir seguro da sua aprendizagem, responda \u00e0s quest\u00f5es propostas na Auto-avalia\u00e7\u00e3o. Creio que voc\u00ea agora acertar\u00e1 todas. Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, consulte as orienta\u00e7\u00f5es dadas nas Atividades Suplementares.<\/p>\n<p>7. ATIVIDADE SUPLEMENTAR: Se voc\u00ea n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar 80 pontos na Auto-avalia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o desanime! Volte \u00e0 leitura do Anexo B.<\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>ANEXO A \u00a0 &#8211; \u00a0\u00a0Interpreta\u00e7\u00e3o de texto<\/strong><\/p>\n<p>O texto abaixo est\u00e1 com os par\u00e1grafos numerados para facilitar a localiza\u00e7\u00e3o das palavra e express\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">AVENTURAS DE UM EX-CABO DE VASSOURA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Or\u00edgenes Lessa, <em>Napole\u00e3o em Parada de Lucas)<\/em><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"> J\u00e1 fui cabo de vassoura. Sou cavalo de pau. Estive quase a ser lenha. Ou lixo, que ainda \u00e9 mais triste. Sem falar no meu passado mais antigo, de quando fui \u00e1rvore. Vida <em><span style=\"text-decoration: underline;\">incerta<\/span><\/em> \u00e9 a da madeira, explorada e escravizada pelo bicho homem. Onde estivermos n\u00f3s, subindo em \u00e1rvores, com troco, folha e ramos v\u00e1rios, l\u00e1 chega o homem. E quando o homem chega, quase sempre \u201cd\u00e1 galho\u201d&#8230; Feliz \u00e9 a planta ou \u00e1rvore carregada de frutos e flores. Em geral poupada, embora roubada nas flores e frutos&#8230; Mas nos outros casos, machado e fogo nos perseguem&#8230; E nada podemos fazer. O bicho homem, que se intitula, vaidoso, de \u201chomo sapiens\u201d, palavra de uma l\u00edngua esquecida, cuja tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201ccara sabido\u201d, \u00e9 orgulhoso, convencido e, muitas vezes, cruel. Mas tem, realmente uma for\u00e7a contra a qual nada podemos. At\u00e9 hoje n\u00e3o entendi bem esse estranho poder desse bicho terr\u00edvel.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"> Dizem os meus irm\u00e3os mais velhos da floresta \u2013 ou diziam, nos meus tempos de mato \u2013 que nada \u00e9 poss\u00edvel contra o homem. N\u00e3o adianta lutar.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A natureza \u2013 os inanimados, como nos chamam eles \u2013 tem feito mis\u00e9ria para acabar com tal ra\u00e7a. Inventou doen\u00e7as terr\u00edveis, que \u00e0s vezes se transformam em espantosas <em><span style=\"text-decoration: underline;\">epidemias<\/span><\/em>. Houve, por exemplo, uma tal gripe espanhola \u2013 isso eu ouvi na casa em que fui cabo de vassoura e depois cavalo de pau \u2013 que matou em poucos meses mais gente, uns vinte milh\u00f5es, que toda uma guerra que durou quatro anos, e que foi de uma estupidez desumana, como todas as guerras. As \u00e1guas, por vezes, se levantam e cobrem cidades e matam milhares. Os vulc\u00f5es se abrem e vomitam chamas e lavas, liquidando outros tantos. Houve duas cidades na antiguidade \u2013 Herculano e Pompeia, ali\u00e1s, de gente muito pouco bacana \u2013 que foram em minutos sepultadas por um tal de Ves\u00favio, um <em><span style=\"text-decoration: underline;\">ilustre vulc\u00e3o<\/span><\/em> perto de N\u00e1poles. Na It\u00e1lia. Outras vezes a pr\u00f3pria Terra, nossa m\u00e3e comum, se enche de raiva. Treme de raiva. Chamam a isso de tremor de terra ou terremoto. E mais gente morre, aos milhares, ou de casa caindo por cima, ou simplesmente de medo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Tudo isso eu sei de conversas que ouvia na casa do maior amigo que tive entre os seres humanos, rara flor da esp\u00e9cie, meu senhor Mariozinho, o maior cavaleiro do mundo. Era uma fam\u00edlia de doutor que sabia as coisas, e eu, \u00e0s vezes largado no ch\u00e3o, ia ouvindo a aprendendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Mas, por mais que n\u00f3s outros, os inanimados, tenhamos feito para acabar com esse povo \u2013 epidemias, inunda\u00e7\u00f5es, terremotos, vulc\u00f5es deitando fogo \u2013 e \u00e0s vezes deixando simplesmente de chover, ressequindo a terra, com sacrif\u00edcio das pr\u00f3prias \u00e1rvores, que secam e morrem, para matar o homem de fome \u2013 o tal \u201chomo sapiens\u201d \u00e9 mesmo sabido. Morre, morre, morre, mas a esp\u00e9cie continua e se multiplica. E progride sempre. E constr\u00f3i casas e cidades e f\u00e1bricas e m\u00e1quinas corredoras, voadoras, nadadoras, mergulhadoras e, o que \u00e9 pior, destruidoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Eles tem um segredo que \u00e9 a sua for\u00e7a: inventa. Ou pensa, que \u00e9 uma coisa que acontece antes do invento. N\u00f3s, simplesmente, sentimos. Nunca se viu uma \u00e1rvore, por mais forte, mais majestosa, mais bonita que fosse (toda a \u00e1rvore \u00e9 bela, eu vi uma vez Mariozinho dizer), construir uma casa, fabricar um autom\u00f3vel, dar um jeito de viajar no espa\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Que \u00e9 que podem fazer mil \u00e1rvores, que lhe negam seus frutos, numa seca feroz, quando o tal negocio de homem e mulher se juntando \u2013 e todos eles pensando e inventando \u2013 continua a multiplicar indefinidamente a sua ra\u00e7a? Que podemos n\u00f3s nessa luta quando nem as guerras \u2013 essa \u00e9 a mais triste inven\u00e7\u00e3o dos humanos \u2013 quando nem as guerras acabam com eles?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">8. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Escravos somos desse bicho que inventa. E corta e derruba e serra e torneia e mete prego sem piedade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Felizmente, entre eles, h\u00e1 uma coisa chamada crian\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a leitura do texto, responda \u00e0s quest\u00f5es abaixo.<\/p>\n<p>1. Quem \u00e9 a personagem que fala no texto:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) uma acha de lenha \u00a0 \u00a0 \u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) uma \u00e1rvore da floresta \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0c.(\u00a0\u00a0 ) um cavalo de pau \u00a0 \u00a0 \u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) um cabo de vassoura<\/p>\n<p>2. A personagem que narra esta hist\u00f3ria j\u00e1 tinha exercido 4 fun\u00e7\u00f5es diferentes, antes da atual. Liste-as:<\/p>\n<p>1 &#8211; _____________________2 &#8211; _______________3 &#8211; ______________4 &#8211; _____________________<\/p>\n<p>3. Os sentimentos da personagem, que predominam no texto em rela\u00e7\u00e3o ao homem, s\u00e3o:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) amargura e felicidade \u00a0 \u00a0 \u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) revolta e apatia \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c.(\u00a0\u00a0 ) resigna\u00e7\u00e3o e amargura\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) alegria e revolta<\/p>\n<p>4. Por que o cavalo de pau chama o Monte Ves\u00favio de \u201cilustre vulc\u00e3o\u201d (par\u00e1g. 3)?<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) Porque esse vulc\u00e3o celebrizou-se ao destruir as cidades de Herculano e Pomp\u00e9ia.<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) Porque matou gente muito pouco bacana.<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) Porque o via como um aliado na guerra contra o homem.<\/p>\n<p>5. O segredo da for\u00e7a humana, na opini\u00e3o do cavalo de pau reside fundamentalmente:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) na coragem e no esp\u00edrito de luta \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) no esp\u00edrito de luta e de destrui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) Na capacidade de inventar e de se multiplicar.<\/p>\n<p>6. A palavra <strong><em><span style=\"text-decoration: underline;\">incerta<\/span><\/em><\/strong> no texto (par\u00e1g. 1), significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) discut\u00edvel, duvidosa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) insegura\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) hesitante, indecisa<\/p>\n<p>7. A palavra <strong><em><span style=\"text-decoration: underline;\">epidemia<\/span><\/em><\/strong>, no texto (par\u00e1g. 3), significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) qualquer mol\u00e9stia contagiosa \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) mol\u00e9stia contagiosa que se espalha rapidamente na popula\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) mol\u00e9stia que aparece na pele das pessoas<\/p>\n<p>GABARITO<\/p>\n<p>1. C \u00a0 \u00a0 \u00a02. \u00c1rvore, quase lenha, quase lixo, cabo de vassoura. \u00a0 \u00a0\u00a03. c \u00a0 \u00a0 \u00a04. c \u00a0 \u00a0\u00a05. c \u00a0 \u00a0 \u00a06. b \u00a0 \u00a0 \u00a07. b<\/p>\n<p>___________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>ANEXO B \u00a0 &#8211; \u00a0\u00a0NOTA\u00c7\u00d5ES L\u00c9XICAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea j\u00e1 deve ter observado que algumas palavras em portugu\u00eas, ao serem escritas, recebem uns sinais, que desde que aprendemos a ler, ficamos conhecendo-as como sinais de acentua\u00e7\u00e3o. S\u00e3o as NOTA\u00c7\u00d5ES L\u00c9XICAS. Para que servem mesmo? Servem para indicar a pron\u00fancia exata da palavra. Sem esses sinais, na escrita, fica complicado saber qual \u00e9 a pron\u00fancia correta de uma palavra, o que pode influir no seu significado. Quer um exemplo? Veja a frase.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A m\u00e3e <em>s\u00e1bia sabia<\/em> onde estava\u00a0 <em>sabi\u00e1.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A palavra <strong>sabia<\/strong> aparece tr\u00eas vezes na frase, mas por causa do sinal gr\u00e1fico ( \u00b4 ) usado, ela muda de pron\u00fancia e de sentido:<\/p>\n<p>S\u00e1bia \u2013 sensata<\/p>\n<p>Sabia \u2013 3<sup>a<\/sup>. pessoa do singular, pret\u00e9rito imperfeito do verbo\u00a0saber<\/p>\n<p>Sabi\u00e1 \u2013 tipo de p\u00e1ssaro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante conhecer as NOTA\u00c7\u00d5ES L\u00c9XICAS e seu uso em nossa l\u00edngua, pois elas fazem a diferen\u00e7a na hora de escrevermos algumas palavras.<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td width=\"337\" height=\"39\" align=\"left\" valign=\"top\" bgcolor=\"white\">\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Nota\u00e7\u00f5es l\u00e9xicas s\u00e3o     sinais gr\u00e1ficos que indicam a pron\u00fancia e escrita correta de uma palavra em     portugu\u00eas.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Vejamos quais s\u00e3o eles:<\/p>\n<p><strong>Acento agudo ( \u00b4 ). <\/strong><\/p>\n<p>Serve para indicar a vogal t\u00f4nica ou aberta em algumas palavras.\u00a0Ex.: chul\u00e9, Par\u00e1, a\u00e7\u00facar, a\u00ed, l\u00e9pida, am\u00e1ssemos.<\/p>\n<p><strong>Acento grave ( ` ). <\/strong><\/p>\n<p>Serve para indicar a fus\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d com o artigo \u201ca\u201d e com os pronomes demonstrativos aquele, aquela, aquilo. \u00c9 o chamamos de crase. \u00a0\u00a0Ex: Vou \u00e0 escola. Dei um presente \u00e0quele menino. \u00a0 \u00a0Referiu-se \u00e0quilo de maneira sarc\u00e1stica.<\/p>\n<p><strong>Acento circunflexo ( \u02c6 )<\/strong>.<\/p>\n<p>Serve para indicar a vogal t\u00f4nica com som fechado nas palavras. Ex: av\u00f4, beb\u00ea, \u00e2nimo, b\u00f4nus.<\/p>\n<p><strong>Til ( \u02dc ). <\/strong><\/p>\n<p>Serve para indicar o som nasal do \u201ca\u201d\u00a0 ou\u00a0 \u201co\u201d, nas palavras. \u00a0Ex: irm\u00e3, m\u00e3e, p\u00e3o, Jo\u00e3o, c\u00e3es, le\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Ap\u00f3strofo ( &#8216; )<\/strong>.<\/p>\n<p>Serve para indicar a retirada de um som da pron\u00fancia de certas palavras. \u00a0 \u00a0Ex.: &#8216;t\u00e1 bem!\u00a0 (est\u00e1 bem!)<\/p>\n<p>Galinha d&#8217;angola\u00a0 (galinha da angola) \u00a0 \u00a0Lobo D&#8217;Almada\u00a0 (Lobo De Almada)<\/p>\n<p><strong>Cedilha ( \u00b8 ). <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong>Usa-se debaixo da letra \u201cc\u201d ( \u00e7 ), antes das vogais a, o, u para indicar o som de \u201css\u201d. \u00a0\u00a0Ex.: ca\u00e7ar, mul\u00e7umano, pesco\u00e7o<\/p>\n<p><strong>H\u00edfen ( &#8211; ) ou tra\u00e7o de uni\u00e3o .<\/strong> Usa-se para:<\/p>\n<p>a)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ligar palavras compostas que indicam apenas um substantivo: tenente-coronel, couve-flor, p\u00e3o-de-l\u00f3, guarda-chuva, p\u00e9-de-cabra<\/p>\n<p>b)\u00a0\u00a0\u00a0 Para unir pronomes \u00e1tonos aos verbos: disseram-me, encontrei-o<\/p>\n<p>c)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Separar s\u00edlabas das palavras ao final da linha escrita<\/p>\n<p><em>Observa\u00e7\u00f5es:<\/em><\/p>\n<p>A partir de Jan\/2009, novas regras para o uso do h\u00edfen foram definidas. Deixa de ser usado\u00a0 o h\u00edfen para unir palavras compostas por prefixos. Mas como toda regra tem exce\u00e7\u00e3o, permanece o h\u00edfen quando o prefixo terminar com <strong>r<\/strong> e a 1<sup>a<\/sup>. letra do segundo elemento tamb\u00e9m for <strong>r<\/strong>.<\/p>\n<p>Ex: hiper-requintado, super-resistente, inter-religioso<\/p>\n<p>Para saber mais sobre o acordo ortogr\u00e1fico acesse:<\/p>\n<p>Portal da L\u00edngua Portuguesa \u2013 <a href=\"http:\/\/www.portaldalinguaportuguesa.org\">www.portaldalinguaportuguesa.org<\/a><\/p>\n<p>Academia Brasileira de Letras \u2013 <a href=\"http:\/\/www.academia.org.br\">www.academia.org.br<\/a><\/p>\n<p>Comiss\u00e3o de L\u00edngua Portuguesa \u2013 <a href=\"http:\/\/www.portal.mec.gov.br\">www.portal.mec.gov.br<\/a><\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>AUTO-AVALIA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No texto abaixo, algumas palavras est\u00e3o sem cedilha, til, acento agudo, acento circunflexo. Coloque estes sinais onde estiver faltando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A gente vinha de maos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava contente porque meu irmao mais velho estava me dando a mao e ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Ate bem pouco tempo ninguem me batia. Mas depois descobriam as coisas e viviam dizendo que eu era o cao, que eu era o capeta, gato ruco de mau pelo. Nao queria saber disso. Se nao estivesse na rua eu comecaria a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa alem de cantar, assobiar. Mas eu, por mais que o imitasse, nao sabia nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda nao tinha boca de soprador. Mas como eu nao podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma musica que mamae cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeca para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mao na agua, fazendo sabao virar espuma. Depois torcia a roupa e ia ate a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamae era alta, magra, mas muito bonita.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>GABARITO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A gente vinha de m\u00e3os dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava contente porque meu irm\u00e3o mais velho estava me dando a m\u00e3o e ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Ate bem pouco tempo ningu\u00e9m me batia. Mas depois descobriam as coisas e viviam dizendo que eu era o c\u00e3o, que eu era o capeta, gato ru\u00e7o de mau pelo. N\u00e3o queria saber disso. Se nao estivesse na rua eu comecaria a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa alem de cantar, assobiar. Mas eu, por mais que o imitasse, n\u00e3o sabia nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda n\u00e3o tinha boca de soprador. Mas como eu n\u00e3o podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma m\u00fasica que mam\u00e3e cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabe\u00e7a para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a m\u00e3o na \u00e1gua, fazendo sab\u00e3o virar espuma. Depois torcia a roupa e ia ate a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mam\u00e3e era alta, magra, mas muito bonita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>LEITURA SUPLEMENTAR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Por que os escritores podem deixar a gram\u00e1tica de lado, ao contr\u00e1rio dos mortais comuns?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode um escritor, em nome de sua arte, contrariar as regras da gram\u00e1tica? Esta \u00e9 uma das principais quest\u00f5es levantadas pelo poeta portugu\u00eas Fernando Pessoa em \u201cA L\u00edngua Portuguesa\u201d, reuni\u00e3o de dispersos organizados por Lu\u00edsa Medeiros. Pessoa publicou pouca coisa em vida, mas deixou enorme quantidade de in\u00e9ditos num famoso ba\u00fa, de onde os estudiosos vem abundantemente extraindo surpresas e mais surpresas. O volume, que re\u00fane reflex\u00f5es, coment\u00e1rios, notas e observa\u00e7\u00f5es sobre a l\u00edngua portuguesa, est\u00e1 entre elas. O texto mais coeso contido no livro consta de um protesto de Fernando Pessoa contra a reforma ortogr\u00e1fica imposta pelo governo portugu\u00eas em 1911.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contrariamente \u00e0 inclina\u00e7\u00e3o da reforma, o poeta julgava que era pr\u00f3prio da l\u00edngua sofrer oscila\u00e7\u00f5es. Por essa perspectiva, poderia haver tantas ortografias quantos escritores houvesse. \u201cA l\u00edngua existe para servir o indiv\u00edduo, e n\u00e3o para escraviz\u00e1-lo\u201d, pensa o poeta. Sendo uma aventura intelectual, o ato de grafar n\u00e3o deveria submeter-se \u00e0 vontade unificadora do Estado, assim como uma pessoa jamais aceitaria a imposi\u00e7\u00e3o de uma religi\u00e3o que seu esp\u00edrito recusasse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse tipo de postura gerou um impasse. De um lado, ficam os gram\u00e1ticos, impondo normas. De outro, os artistas, clamando por liberdade. A resposta \u00e0 quest\u00e3o inicial \u2013 por que raz\u00e3o os grandes escritores podem \u201cerrar no portugu\u00eas\u201d, ao passo que o comum dos mortais tem de se submeter ao constrangimento das regras da gram\u00e1tica \u2013 \u00e9 simples. Os artistas da l\u00edngua n\u00e3o passam para a posteridade porque rompem com a norma, mas porque sabem tirar proveito da ruptura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A transgress\u00e3o, para ser bem-sucedida, deve possuir fun\u00e7\u00e3o estrutural. Tanto no texto, como no comportamento. Ela pode dar a impress\u00e3o de firmeza, de precis\u00e3o, de ambig\u00fcidade, de ironia ou sugerir diversas coisas ao mesmo tempo. Na maioria dos casos indica novas propostas para o futuro. Al\u00e9m de introduzirem a renova\u00e7\u00e3o modernistas em Portugal, as rupturas observadas nos versos de Fernando Pessoa personificam seu descontentamento diante da satura\u00e7\u00e3o dos modelos. O poeta vivia \u00e0 cata de novas solu\u00e7\u00f5es para velhos problemas existenciais. Por exemplo: diante da necessidade de captar a simultaneidade de sensa\u00e7\u00f5es passadas e presentes, produziu uma frase antigramatical, mas extremamente expressiva: \u201cFui-o outrora agora.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela perspectiva dos artistas, os gram\u00e1ticos n\u00e3o passam de meros guardi\u00f5es de uma inutilidade consagrada pelo poder constitu\u00eddo. Para eles, dominar a norma culta do idioma n\u00e3o excede, em valor, o conhecimento do c\u00f3digo de tr\u00e2nsito, por natureza convencional e ef\u00eamero: num dia, certa rua d\u00e1 m\u00e3o; no outro, n\u00e3o d\u00e1; e, na pr\u00f3xima semana, pode ser que a mesma rua n\u00e3o exista. Observa-se o mesmo nas normas de gram\u00e1tica, que varia conforme as conven\u00e7\u00f5es gerais de cada \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acontece que os artistas pretendem escrever tamb\u00e9m para as gera\u00e7\u00f5es futuras. Nesse sentido, a adequa\u00e7\u00e3o a normas anteriores pode prejudicar a din\u00e2mica da cria\u00e7\u00e3o. Cam\u00f5es, que na vida pratica n\u00e3o passava de um soldado afeito a viagens e aventuras, foi considerado pelos figur\u00f5es da corte um \u201cr\u00fastico magalho\u201d (indiv\u00edduo sem cultura), simplesmente porque fazia quest\u00e3o de cultivar certo tipo de poesia popular no \u00e1pice da erudi\u00e7\u00e3o renascentista. N\u00e3o obstante, em seu tempo n\u00e3o havia propriamente uma gram\u00e1tica que codificasse o certo e o errado. Muita coisa ainda se resolvia pela autoridade do latim, embora Fern\u00e3o de Oliveira j\u00e1 tivesse publicado a primeira tentativa de gram\u00e1tica portuguesa, em 1536. Segundo ela, a grafia correta para Jo\u00e3o ser\u00e1 Joane, de onde deriva o atual feminino Joana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No s\u00e9culo XIX, poucos autores ter\u00e3o se batido tanto pela liberdade de express\u00e3o quanto Jos\u00e9 de Alencar. Ele julgava necess\u00e1rio criar um portugu\u00eas adequado ao clima tropical. Os fil\u00f3logos n\u00e3o cansavam de apontar impropriedades em seus romances. Saturado de pol\u00eamicas, o autor, por ironia, imaginou em \u201cSenhora\u201d, um cr\u00edtico que, numa conversa de sal\u00e3o, enumera os erros do romance \u201cDiva\u201d, publicado anteriormente pelo mesmo Jos\u00e9 de Alencar. Ainda hoje, alguns professores de gram\u00e1tica insistem em usar os textos de Alencar para exemplificar erros de coloca\u00e7\u00e3o pronominal. Mal sabem eles que as terr\u00edveis normas de coloca\u00e7\u00e3o de pronome foram estabelecidas bem depois da morte do romancista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>(Ivan Teixeira, doutor em Literatura Brasileira pela USP. In: VEJA, 21\/04\/1999)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LI\u00c7\u00d5ES DE PORTUGU\u00caS \u00a0 &#8211; \u00a0\u00a0ROTEIRO N\u00b0 7 1 \u2013 TEMA: Nota\u00e7\u00f5es l\u00e9xicas: acento agudo, grave, circunflexo, til, ap\u00f3strofo, cedilha. O h\u00edfen e seu uso na escrita da L\u00edngua Portuguesa. 2 \u2013 PR\u00c9-REQUESITO: \u00a0\u00a0a) Ler compreensivamente. b) Ter conclu\u00eddo, com \u00eaxito, o estudo dos Roteiros 5 e 6 ou ter\u00a0 no\u00e7\u00f5es de tonicidade das palavras [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[10,16],"tags":[],"class_list":["post-37","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-gramatica","category-nocoes-de-morfologia","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=37"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=37"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=37"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=37"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}