{"id":414,"date":"2011-10-22T11:44:09","date_gmt":"2011-10-22T15:44:09","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=414"},"modified":"2011-10-22T11:44:09","modified_gmt":"2011-10-22T15:44:09","slug":"texto-para-interpretacao-15-o-bilhete-nivel-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=414","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 20 \u2013 O BILHETE (N\u00edvel Fundamental)"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 15 \u2013 O BILHETE (N\u00edvel Fundamental)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria de Artur Azevedo passa-se no Rio de Janeiro, no s\u00e9culo XIX, quando o dinheiro brasileiro era o <strong>real<\/strong> (sim, nosso dinheiro, em \u00e9pocas passadas j\u00e1 tinha sido real, que no plural dizia-se r\u00e9is). Usava-se, na \u00e9poca, a palavra <strong>conto<\/strong> para designar <strong>milh\u00e3o <\/strong>(de r\u00e9is). Assim, um pr\u00eamio da loteria de <strong>cem contos de r\u00e9is<\/strong> era equivalente a <strong>cem milh\u00f5es de r\u00e9is<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more-->O BILHETE<\/p>\n<p>Reginaldo tinha avers\u00e3o ao jogo; nem mesmo a loteria o tentava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, uma tarde meteu-se num bonde do Catete, para recolher-se a casa, e no Largo do Machado, onde se apeou, pois morava naquelas imedia\u00e7\u00f5es, foi perseguido por um garoto que \u00e0 viva for\u00e7a lhe queria impingir um bilhete de loteria, &#8211; uma grande loteria de cem contos de r\u00e9is, cuja extra\u00e7\u00e3o estava anunciada para o dia seguinte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reginaldo resistiu, caminhando apressado sem dar resposta ao garoto, que o acompanahva insistindo; mas de repente lhe acudiu a ideia de que aquele maltrapilho poderia ser a fortuna disfar\u00e7ada. Era preciso agarr\u00e1-la pelos cabelos! Comprou o bilhete e foi para casa onde o esperavam os tristes feij\u00f5es quotidianos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele bem sabia que, se dissesse a Nhanh\u00e3 que havia feito essa despesa extra-or\u00e7ament\u00e1ria, n\u00e3o teria a sua aprova\u00e7\u00e3o; mas \u2013 que querem, &#8211; o pobre rapaz era um desses maridos submissos, que n\u00e3o ficam em paz com a cosnci\u00eancia quando n\u00f5 contam por mi\u00fado \u00e0s caras-metades tudo quanto lhes sucede.<\/p>\n<p>Ao saber da compra do bilhete, Nhanh\u00e3 <strong>p\u00f4s as m\u00e3os na cabe\u00e7a<\/strong>:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Quando eu digo que tu n\u00e3o tens a menor parcela de bom-senso\u2026! A\u00ed est\u00e1! Dez mil r\u00e9is deitados fora, e tanta coisa falta nesta casa!&#8230;<\/p>\n<p>E seguiu-se, durante meia hora, a rela\u00e7\u00e3o dos objetos que poderiam ser comprados com aqueles dez mil-r\u00e9is perdidos.<\/p>\n<p>Depois disso, Nhanh\u00e3 pediu para ver o bilhete.<\/p>\n<p>Reginaldo, sem proferir uma palavra, tirou-o do bolso e entregou-lho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; N\u00famero 345! exclamou ela. Um n\u00famero t\u00e3o baixo numa loteria de cinquenta mil n\u00fameros! Isto \u00e9 o que se chama vontade de gastar dinheiro \u00e0 toa! Algum dia viste, nessas grandes loterias, ser premiado um n\u00famero de tr\u00eas algarismos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reginaldo confessou que nem sequer olhara o n\u00famero. Como o garoto se lhe afigurou a fortuna disfar\u00e7ada, ele aceitou o bilhete que lhe fora oferecido, entendendo que n\u00e3o devia argumentar com a fortuna.<\/p>\n<p>&#8211; 345! Pois isto l\u00e1 \u00e9 n\u00famero que se compre!<\/p>\n<p>&#8211; Agora n\u00e3o h\u00e1 rem\u00e9dio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Como n\u00e3o h\u00e1 rem\u00e9dio? P\u00f5e o chap\u00e9u e volta imediatament ao Largo do Machado; o garoto ainda l\u00e1 deve estar. D\u00e1-lhe o bilhete e ele que te d\u00ea o dinheiro.<\/p>\n<p>&#8211; Perdoa, Nhanh\u00e3, mas isso n\u00e3o fa\u00e7o eu: comprei! Nem o garoto desfaria a compra!<\/p>\n<p>&#8211; Ao menos vai trocar o bilhete por outro, que tenha, pelo menos, quatro algarismos! Se tiver cinco, melhor!<\/p>\n<p>&#8211; Fa\u00e7o-te a vontade: mas olha que sempre ouvi dizer que bilhete de loteria n\u00e3o se trocam\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Faze o que eu disse e n\u00e3o resmungues! Tu \u00e9s o rei dos caiporas, e eu tenho muita sorte!<\/p>\n<p>Reginaldo n\u00e3o disse mais nada: p\u00f4s o chap\u00e9u, saiu de casa, foi ao Largo do Machado, e voltou com outro bilhete.<\/p>\n<p>Desta vez o n\u00famero tinha cinco algarismos: 38.788, Nhanh\u00e3 devia ficar satisfeita.<\/p>\n<p>N\u00e3o ficou:<\/p>\n<p>&#8211; Devias escolher um n\u00famero mais variado: o 8 fica aqui tr\u00eas vezes\u2026 Mas, enfim, 38.788 sempre inspira mais confian\u00e7a que 345\u2026<\/p>\n<p>Pois, senhores, no dia seguinte o n\u00ba 38.788 <strong>saiu branco<\/strong>, e o n\u00ba 345 foi premiado com a sorte grande.<\/p>\n<p>Imagine-se o desespero de Nhanh\u00e3:<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o, eu n\u00e3o disse que \u00e9s o rei dos caiporas?<\/p>\n<p>&#8211; Perdoa, Nhanh\u00e3, mas desta vez n\u00e3o fui o rei: tu \u00e9 que foste a rainha\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Cala-te! Se n\u00e3o fosses um songamonga, n\u00e3o me terias feito a vontade! Ter-me-ias <strong>roncado gros<\/strong><strong>so<\/strong>!<\/p>\n<p>&#8211; Ora essa!<\/p>\n<p>&#8211; Um marido n\u00e3o se deve deixar dominar assim pela mulher!<\/p>\n<p>&#8211; Olha que eu pego na palavra\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Trocar um bilhete de loteria! Que absurdo\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Absurdo aconselhado por ti\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Mas tu j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1s em idade de receber conselhos!<\/p>\n<p>&#8211; Bom; de hoje em diante <strong>baterei com o p\u00e9<\/strong> e <strong>roncarei grosso<\/strong> todas as vezes que me contrariares! Esta casa vai cheirar a homem!&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; A boas horas v\u00eam esses protestos de energia!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E exclamando com os punhos cerrados e os olhos voltados para o teto: \u201cCem contos de r\u00e9is!\u201d, Nhanh\u00e3 deixou-se cair sentada numa cadeira, e desatou a chorar.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(Artur Azevedo. <em>Hist\u00f3rias Brejeiras.<\/em> Rio de Janeiro, Edi\u00e7\u00f5es de Ouro, 1966)<\/p>\n<p>Use sempre um dicion\u00e1rio da l\u00edngua portuguesa quando tiver d\u00favidas sobre o sigificado das palavras.<\/p>\n<p>Agora, responda \u00e0s quest\u00f5es abaixo.<\/p>\n<p>A. No texto aparece o adjetivo <strong>cerrados<\/strong>, que n\u00e3o pode ser confundido com <strong>serrados<\/strong>. Preencha as lacunas das frases com <strong>cerrado(s, a, as)<\/strong> ou <strong>serrado(s, a, as)<\/strong> adequado.<\/p>\n<p>1. Esses madeireiros fazem tanto barulho que \u00e9 preciso deixar portas e janelas ______________<\/p>\n<p>2. O pior n\u00e3o \u00e9 isso. Ontem contei cem \u00e1rvores __________________<\/p>\n<p>3. Mesmo com os olhos _______________ vejo a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>4. \u00c9 mesmo. At\u00e9 meu corac\u00e3o parece que foi ________________<\/p>\n<p>5. E quem dir\u00e1 depois que aqui havia uma floresta __________________ e altaneira?<\/p>\n<p>6. \u00c9 isso. Floresta ________________ existir\u00e1 apenas em fotografia.<\/p>\n<p>B. Explique o sentido das express\u00f5es abaixo de acordo com o texto:<\/p>\n<p>1 \u2013 por as m\u00e3os na cabe\u00e7a<\/p>\n<p>2 \u2013 saiu branco<\/p>\n<p>3 \u2013 roncar grosso<\/p>\n<p>4 \u2013 bater com o p\u00e9<\/p>\n<p>C. No texto, a palavra <strong>conto<\/strong> significa determinado valor monet\u00e1rio. Qual o significado dessa palavra em cada uma das frases abaixo?<\/p>\n<ol>\n<li>Genival das Cruzes perdeu dez mil reais porque acreditou na conversa de dois desconhecidos que lhe aplicaram o <strong>conto<\/strong> do bilhete premiado.<\/li>\n<\/ol>\n<p>2.\u00a0J\u00e1 est\u00e1 nas livrarias o mais recente livro de Ludovico Pinheiro, intitulado \u201c<strong>Contos<\/strong> Inesquec\u00edveis\u201d.<\/p>\n<p>D. Artur de Azevedo come\u00e7a o texto informando que Reginaldo tinha avers\u00e3o ao jogo. Como se explica, ent\u00e3o, a compra do bilhete?<\/p>\n<p>E. Reginaldo j\u00e1 esperava que Nhanh\u00e3 desaprovasse o gasto de dez-mil r\u00e9is, pois:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) o bilhete era de n\u00famero muito baixo.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) o dinheiro destinava-se a outras despesas.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) a mulher sempre reprovava os atos do marido.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) o marido queria desafiar a mulher.<\/p>\n<p>F. Quando Nhanh\u00e3 mandou que trocasse o bilhete, Reginaldo esbo\u00e7ou certa resist\u00eancia. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>G. Quando soube do resultado da extra\u00e7\u00e3o da loteria, Nhanh\u00e3 culpou o marido pelo insucesso. Na sua opini\u00e3o o marido teve culpa? Justifique sua resposta.<\/p>\n<p>H. Baseado no texto d\u00ea caracter\u00edsticas de:<\/p>\n<p>1. Nhanh\u00e3<\/p>\n<p>2. Reginaldo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I. As constantes discuss\u00f5es do casal ocorriam, sem d\u00favida, por culpa de ambos os c\u00f4njuges. Na sua opini\u00e3o, qual deles \u00e9 mais culpado? Justique com argumentos coerentes.<\/p>\n<p>________________________________________________________________<\/p>\n<p>GABARITO<\/p>\n<p>Quest\u00e3o A.<\/p>\n<p>1. Esses madeireiros fazem tanto barulho que \u00e9 preciso deixar portas e janelas <span style=\"color: #ff0000;\">cerradas<\/span>.<\/p>\n<p>2. O pior n\u00e3o \u00e9 isso. Ontem contei cem \u00e1rvores <span style=\"color: #ff0000;\">serradas<\/span>.<\/p>\n<p>3. Mesmo com os olhos <span style=\"color: #ff0000;\">cerrados<\/span> vejo a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>4. \u00c9 mesmo. At\u00e9 meu corac\u00e3o parece que foi <span style=\"color: #ff0000;\">serrado<\/span>.<\/p>\n<p>5. E quem dir\u00e1 depois que aqui havia uma floresta <span style=\"color: #ff0000;\">cerrada<\/span> e altaneira?<\/p>\n<p>6. \u00c9 isso. Floresta <span style=\"color: #ff0000;\">cerrada<\/span> existir\u00e1 apenas em fotografia.<\/p>\n<p>Quest\u00e3o B.<\/p>\n<p>1 \u2013 por as m\u00e3os na cabe\u00e7a: <span style=\"color: #ff0000;\">ficar desesperado, sem saber o que fazer diante de algo que aconteceu<\/span><\/p>\n<p>2 \u2013 saiu branco: <span style=\"color: #ff0000;\">diz-se de um bilhete que n\u00e3o foi premiado<\/span><\/p>\n<p>3 \u2013 roncar grosso: f<span style=\"color: #ff0000;\">azer valer os seus direitos e prerrogativas de l\u00edder<\/span><\/p>\n<p>4 \u2013 bater com o p\u00e9: <span style=\"color: #ff0000;\">decidir sem levar em considera\u00e7\u00e3o as outras opini\u00f5es<\/span>.<\/p>\n<p>Quest\u00e3o C.<\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">E<\/span><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #ff0000;\">nganar <\/span>algu\u00e9m para vender um falso bilhete premiado.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Pequenas hist\u00f3rias liter\u00e1rias reais ou fict\u00edcias escritas por escritores ou pessoas que se dedicam \u00e0 literatura<\/span>.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quest\u00e3o D.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Por causa da insist\u00eancia do garoto, ele achou que era um ente sobrenatural que estava lhe oferecendo a oportunidade de ficar rico, ou de ganhar uma quantia em dinheiro bastante alta.<\/span><\/p>\n<p>Quest\u00e3o E. <span style=\"color: #ff0000;\">Alternativa C<\/span><\/p>\n<p>Quest\u00e3o F.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Por causa da sua convic\u00e7\u00e3o de que o bilhete era premiado mesmo.<\/span><\/p>\n<p>Quest\u00e3o G. <span style=\"color: #ff0000;\">Resposta individual.<\/span><\/p>\n<p>Quest\u00e3o H.<\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">autorit\u00e1ria, grosseira no trato com o marido, pessoa que n\u00e3o assume seus erros e defeitos<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">submisso, leal, educado, obediente<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>Quest\u00e3o I.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Resposta individual<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 15 \u2013 O BILHETE (N\u00edvel Fundamental) A hist\u00f3ria de Artur Azevedo passa-se no Rio de Janeiro, no s\u00e9culo XIX, quando o dinheiro brasileiro era o real (sim, nosso dinheiro, em \u00e9pocas passadas j\u00e1 tinha sido real, que no plural dizia-se r\u00e9is). 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