{"id":445,"date":"2012-01-15T15:42:16","date_gmt":"2012-01-15T19:42:16","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=445"},"modified":"2012-01-15T15:42:16","modified_gmt":"2012-01-15T19:42:16","slug":"literatura-2-periodos-literarios-em-portugal-e-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=445","title":{"rendered":"LITERATURA 2 &#8211; Per\u00edodos liter\u00e1rios em Portugal e no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong> LITERATURA &#8211; ROTEIRO N<\/strong><strong>\u00b0<\/strong><strong> 02<\/strong><\/p>\n<p>1 \u2013 TEMA: Per\u00edodos liter\u00e1rios em Portugal e no Brasil.<\/p>\n<p>2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO:<\/p>\n<ul>\n<li>Ler com compreens\u00e3o.<\/li>\n<li>Conhecer os principais eventos hist\u00f3ricos de povos europeus e sul-americanos, principalmente de Portugal e Brasil.<\/li>\n<\/ul>\n<p>3 \u2013 META: Ao final do estudo, voc\u00ea dever\u00e1 ser capaz de:<\/p>\n<ul>\n<li>interpretar textos e pain\u00e9is<\/li>\n<li>relacionar os per\u00edodos liter\u00e1rios da l\u00edngua portuguesa aos principais eventos hist\u00f3ricos ocorridos em Portugal e no Brasil<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->4 \u2013 PR\u00c9-AVALIA\u00c7\u00c3O: O objetivo da pr\u00e9-avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 diagnosticar o quanto se tem conhecimento de um assunto. Para isso, basta que voc\u00ea responda \u00e0 Auto-avalia\u00e7\u00e3o que est\u00e1 no in\u00edcio deste Roteiro, antes de ler qualquer texto existente nele. Se voc\u00ea alcan\u00e7ar um resultado igual ou superior a 80 pontos, n\u00e3o precisa estudar o assunto, pois voc\u00ea j\u00e1 o domina suficientemente. Caso contr\u00e1rio, v\u00e1 direto para as Atividades de Estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5 \u2013 ATIVIDADES DE ESTUDO: Ler com entendimento \u00e9 pr\u00e9-requisito para se aprender qualquer coisa atrav\u00e9s da leitura. Portanto, fa\u00e7a o seguinte:<\/p>\n<p>a) Tenha um dicion\u00e1rio de Portugu\u00eas ao seu alcance, para consult\u00e1-lo sobre as palavras que voc\u00ea desconhece o significado;<\/p>\n<p>b) Procure um lugar sossegado para ler os textos e fazer os exerc\u00edcios;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) Leia primeiro o texto; fa\u00e7a em seguida os exerc\u00edcios; compare suas respostas com o gabarito e veja o que errou; retorne ao texto para verificar o porqu\u00ea do erro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 \u2013 P\u00d3S-AVALIA\u00c7\u00c3O: Ap\u00f3s ter feito o estudo dos textos e os exerc\u00edcios, responda \u00e0s quest\u00f5es propostas na Auto-avalia\u00e7\u00e3o. Creio que voc\u00ea agora, acertar\u00e1 todas. Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, consulte as orienta\u00e7\u00f5es dadas nas Atividades Suplementares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">7 \u2013 ATIVIDADES SUPLEMENTARES: Se voc\u00ea n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar 80 pontos na P\u00f3s-avalia\u00e7\u00e3o, volte \u00e0 leitura dos textos, agora com mais aten\u00e7\u00e3o. Sem pressa. A leitura com compreens\u00e3o \u00e9 a base da aprendizagem.<\/p>\n<p>_____________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">AUTO-AVALIA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta auto-avalia\u00e7\u00e3o estamos oferecendo a voc\u00ea a oportunidade de testar seus conhecimentos a respeito da Hist\u00f3ria da Literatura Portuguesa e Brasileira. Esta auto-avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 composta de quest\u00f5es que cobrem todo o estudo sobre essa importante parte da L\u00edngua Portuguesa. Vale por um\u00a0 exame simulado. Atribua 2,5 pontos para cada resposta que voc\u00ea acertar. Se voc\u00ea alcan\u00e7ar 80 pontos na contagem final dos valores atribu\u00eddos a cada quest\u00e3o, parab\u00e9ns! Voc\u00ea n\u00e3o precisa ir em frente no estudo dos Roteiros, pois voc\u00ea est\u00e1 preparado para enfrentar qualquer exame vestibular que envolva a Hist\u00f3ria da Literatura Portuguesa e Brasileira e n\u00e3o ter\u00e1 dificuldades em cursar uma Faculdade na \u00e1rea de Letras.<\/p>\n<p>Assinale a \u00fanica alternativa correta:<\/p>\n<p>1. Qual das obras seguintes \u00e9 de autoria de Gil Vicente?<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Auto do Filodemo<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Auto da Alma<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Auto da Barca do Motor Fora da Borda<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Auto das Regateiras<\/p>\n<p>2. \u201c<em>Senhora, partem t\u00e3o tristes<\/em><\/p>\n<p><em> meus olhos por v\u00f3s, meu bem,<\/em><\/p>\n<p><em> que\u00a0 nunca t\u00e3o tristes vistes<\/em><\/p>\n<p><em> outros nenhuns por ningu\u00e9m.\u201d<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p>O trecho do poema acima transcrito, evidencia caracter\u00edsticas:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) medievais\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) cl\u00e1ssicas<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) barrocas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) arc\u00e1dicas<\/p>\n<p>3. \u201cRidendo castigat mores\u201d, prov\u00e9rbio latino que significa condenar os costumes atrav\u00e9s do riso, da s\u00e1tira, aplica-se \u00e0s obras de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Paio Soares de Taveir\u00f3s \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) Camilo Castelo Branco<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Gil Vicente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Cam\u00f5es<\/p>\n<p>4. O Padre Manoel Bernardes distinguiu-se na literatura portuguesa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) pela for\u00e7a de suas pe\u00e7as orat\u00f3rias<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) por seus poemas de assuntos religiosos<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) por suas obras de fundo moralista e crist\u00e3o<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) por suas obras de car\u00e1ter hist\u00f3rico<\/p>\n<p>5. Nat\u00e9rcia, Gertr\u00faria e Hermengarda s\u00e3o personagens que aparecem, respectivamente, nas obras de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Bocage, Garret e Herculano<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Paio Soares de Taveir\u00f3s, Bocage e Garret<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Cam\u00f5es, Bocage e Garret<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Cam\u00f5es, Bocage e Herculano<\/p>\n<p>6. Clara, Margarida, Pedro, Daniel, Jo\u00e3o Semana e Jos\u00e9 das Dornas s\u00e3o personagens do romance:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Eurico, o Presb\u00edtero \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) A Morgadinha dos Canaviais<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) As Pupilas do Senhor Reitor\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Amor de Perdi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>7. Assinale a alternativa que s\u00f3 contenha obras de Camilo Castelo Branco:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Lendas e Narrativas, Carlota \u00c2ngela, A Doida do Candal<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Amor de Perdi\u00e7\u00e3o, A Queda de um Anjo, O Livro Negro do Padre\u00a0Dinis<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) O Alfageme de Santar\u00e9m, Amor de Salva\u00e7\u00e3o, Amor e Melancolia<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Mem\u00f3rias de Guilherme do Amaral,\u00a0 Eus\u00e9bio Mac\u00e1rio, Eu e o Clero<\/p>\n<p>8. O Serm\u00e3o em que Pe. Antonio Vieira compara o ato de pregar com o ato de semear \u00e9 o:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Serm\u00e3o do Mandato<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Serm\u00e3o de Santo Antonio<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Serm\u00e3o pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de\u00a0Holanda<\/p>\n<p>d. (\u00a0 ) Serm\u00e3o da Sexag\u00e9sima<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">9. \u201c<em>Reduzido ao essencial do tema, o romance cont\u00e9m a hist\u00f3ria de outro desgra\u00e7ado sacerdote, Frei Vasco, da Ordem dos Frades Bernardos ou cistercienses, jovem em cujo ser lutavam atroz e tragicamente duas poderosas e irreconcili\u00e1veis for\u00e7as: as da passionalidade e as da consci\u00eancia moral. Essa trag\u00e9dia se passa em 1139, quando come\u00e7ava a reinar D. Jo\u00e3o I, o mestre de Avis.\u201d <\/em>O texto refere-se \u00e0 obra:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Eurico, o Presb\u00edtero \u2013 de Alexandre Herculano<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) O Monge de Cister \u2013 de Alexandre Herculano<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) O Arco de Santana \u2013 de Almeida Garret<\/p>\n<p>d. ( \u00a0\u00a0) Frei Lu\u00eds de Sousa \u2013 de Almeida Garret<\/p>\n<p>10. As datas que foram convencionadas para o in\u00edcio do Classicismo, Arcadismo e Romantismo em Portugal s\u00e3o, respectivamente:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) 1198 \u2013 1580 \u2013 1865\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) 1418 \u2013 1572 \u2013 1756<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) 1527 \u2013 1756 \u2013 1825\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) 1580 \u2013 1756 \u2013 1865<\/p>\n<p>11. Assinale a alternativa cujas caracter\u00edsticas do per\u00edodo liter\u00e1rio se refletem no texto abaixo:<\/p>\n<p><strong>A Lua de Londres<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00c9 noite: o astro saudoso<\/em><\/p>\n<p><em>Rompe a custo o pl\u00fambeo c\u00e9u<\/em><\/p>\n<p><em>Tolda-lhe\u00a0 o rosto formoso<\/em><\/p>\n<p><em>Alvacento, \u00famido v\u00e9u.<\/em><\/p>\n<p><em>Traz perdida a cor de prata, <\/em><\/p>\n<p><em>Na \u00e1gua n\u00e3o se retrata, <\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o beija o campo a flor;<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o traz cortejo de estrelas,<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o fala de amor \u00e0s belas<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o fala aos homens de amor.<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Meiga lua, os teus segredos<\/em><\/p>\n<p><em>Onde os deixastes ficar?<\/em><\/p>\n<p><em>Deixaste-os nos arvoredos<\/em><\/p>\n<p><em>Das praias d\u2019al\u00e9m mar?<\/em><\/p>\n<p><em>Foi na terra tua amada<\/em><\/p>\n<p><em>Nessa terra t\u00e3o banhada<\/em><\/p>\n<p><em>Por teu l\u00edmpido clar\u00e3o?<\/em><\/p>\n<p><em>Foi na terra dos verdores<\/em><\/p>\n<p><em>Na P\u00e1tria dos meus amores<\/em><\/p>\n<p><em>P\u00e1tria do meu cora\u00e7\u00e3o?<\/em><\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Romantismo \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) Arcadismo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Barroco\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) Classicismo<\/p>\n<p>12. Fa\u00e7a a correla\u00e7\u00e3o entre os autores e suas caracter\u00edsticas:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Fern\u00e3o Lopes \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0I. Restaurador do teatro portugu\u00eas<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Almeida Garret \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0II. Introdutor do romance hist\u00f3rico em Portugal<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Gil Vicente \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 III. Conhecido como Her\u00f3doto portugu\u00eas<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Alexandre Herculano \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 IV. Conhecido como Plauto portugu\u00eas<\/p>\n<p>13. O movimento liter\u00e1rio rom\u00e2ntico, no Brasil, coincide historicamente com:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a decad\u00eancia da pecu\u00e1ria na regi\u00e3o Nordeste<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) o in\u00edcio da industrializa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o Sul<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) a autonomia pol\u00edtica do Brasil<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) os per\u00edodos de ditadura militar ocorrido no Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">14. Sua import\u00e2ncia como rom\u00e2ntico se define muito mais pela sua atividade como divulgador de manifestos e novas tend\u00eancias liter\u00e1rias do que pelo valor est\u00e9tico da sua obra. Foi o iniciador do Romantismo no Brasil. Trata-se de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Gon\u00e7alves Dias \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Castro Alves<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Gon\u00e7alves de Magalh\u00e3es\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">15. \u201c<em>Quanto \u00e0 forma&#8230; nenhuma ordem seguimos; exprimimos as id\u00e9ias como elas se apresentam, para n\u00e3o destruir o acento da inspira\u00e7\u00e3o; al\u00e9m de que a igualdade de versos, a regularidade das rimas e a simetria das est\u00e2ncias produzem uma tal monotonia e d\u00e3o uma certa fei\u00e7\u00e3o de concertado artif\u00edcio que jamais podem agradar.\u201d (<\/em>Gon\u00e7alves de Magalh\u00e3es. <em>Suspiros Po\u00e9ticos e Saudades \u2013 <\/em>Pref\u00e1cio)<\/p>\n<p>O texto acima explicita duas caracter\u00edsticas do Romantismo em poesia. De acordo com ele, conclui-se que estas caracter\u00edsticas s\u00e3o:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) oposi\u00e7\u00e3o entre Raz\u00e3o e Sentimento \u00edntimo<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) culto \u00e0 inspira\u00e7\u00e3o e liberdade r\u00edtmica<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) religiosidade e misticismo<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) arte pela arte e busca da perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na arte de escrever<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">16. Iniciou-se em literatura com a pe\u00e7a teatral <em>Cam\u00f5es e o Ja\u00fa.<\/em> Sua obra po\u00e9tica pode ser caracterizada com alguns tra\u00e7os tem\u00e1ticos: ex\u00edlio, lirismo-amoroso, saudade da terra natal e nostalgia da inf\u00e2ncia. Morreu de tuberculose em 1860. Trata-se de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Casimiro de Abreu\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) \u00c1lvares de Azevedo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Gon\u00e7alves Dias\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Greg\u00f3rio de Matos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">17. Entre 1850 e 1870, mais ou menos, uma tend\u00eancia dominou a poesia brasileira. Ela se caracterizou pelo uso exagerado de ant\u00edteses, tropos hiperb\u00f3licos, ret\u00f3rica a servi\u00e7o de causas sociais, poesia participante, de car\u00e1ter humanista e abolicionista. Influ\u00eancia direta de Victor Hugo, principalmente na poesia de Castro Alves. Esta tend\u00eancia \u00e9 conhecida como:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) \u201cmal du si\u00e8cle\u201d\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) condoreirismo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) epicurismo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) ecumenismo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">18. O livro <em>Glaura<\/em>, reuni\u00e3o de rond\u00f3s e madrigais, foi escrito por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Greg\u00f3rio de Matos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Gon\u00e7alves de Magalh\u00e3es<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Junqueira Freire\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) Silva Alvarenga<\/p>\n<p>19. <em>Prosopop\u00e9ia<\/em>, obra que \u00e9 lembrada como a primeira descri\u00e7\u00e3o po\u00e9tica de Pernambuco, \u00e9 de autoria de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Botelho de Oliveira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Silva Alvarenga<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Bento Teixeira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Pero de Magalh\u00e3es Gandavo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20. Nasceu em Lisboa em 1810 e morreu em 1877. Exilou-se na Inglaterra e na Fran\u00e7a, de onde regressou como soldado do ex\u00e9rcito de Dom Pedro. Trabalhou em <em>O Panorama<\/em>, onde ocupou o cargo de diretor, at\u00e9 que, em 1839, passou a diretor das bibliotecas reais das Necessidades e da Ajuda. Estamos nos referindo \u00e0:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Camilo Castelo Branco\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Almeida Garret<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Julio Dinis \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) Alexandre Herculano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">21. Seus autos pastoris se estruturam com \u00e9clogas encenadas \u00e0 maneira de Juan del Encina. Trata-se de di\u00e1logos c\u00f4micos de pastores, como o <em>Auto Pastoril Portugu\u00eas<\/em> ou o <em>Auto Pastoril Castelhano<\/em>. Por vezes, este di\u00e1logo de pastores combinam-se com alegorias, como acontece no <em>Auto da F\u00e9 <\/em>ou no <em>Auto Pastoril da Serra da Estrela. <\/em>Estamos falando de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Gil Vicente \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Fern\u00e3o Lopes<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Antonio Feliciano de\u00a0 Castilho\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Frei Lu\u00eds de Sousa<\/p>\n<p>22. Gil Vicente escreveu a obra intitulada:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Auto do Filodemo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Floresta de Enganos<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Auto da Compadecida\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Quem Casa Quer Casa<\/p>\n<p>23. Assinale a afirmativa correta:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) A presen\u00e7a de cantigas de amigo na l\u00edrica trovadoresca portuguesa \u00e9\u00a0consequ\u00eancia da influ\u00eancia proven\u00e7al.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) O eu-l\u00edrico masculino e a presen\u00e7a constante de paralelismo e refr\u00e3o\u00a0identificam as cantigas de amor.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) <em>O Cancioneiro da Biblioteca Nacional<\/em> abrange todos os g\u00eaneros po\u00e9ticos cultivados durante o Trovadorismo portugu\u00eas.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) A poesia trovadoresca, pelo aspecto idealizado do relacionamento amoroso nela presente, n\u00e3o serve de documento social.<\/p>\n<p>24. \u201c<em>E, enquanto eu estes canto, e a v\u00f3s n\u00e3o posso,<\/em><\/p>\n<p><em> Sublime Rei, que n\u00e3o me atrevo a tanto,<\/em><\/p>\n<p><em> Tomai as r\u00e9deas v\u00f3s do Reino vosso;<\/em><\/p>\n<p><em> Dareis mat\u00e9ria a nunca ouvido canto.<\/em><\/p>\n<p><em> Comecem a sentir o peso grosso<\/em><\/p>\n<p><em> (Que pelo mundo todo fa\u00e7a espanto)<\/em><\/p>\n<p><em> De ex\u00e9rcitos e feitos singulares<\/em><\/p>\n<p><em> De \u00c1frica as terras e do Oriente os mares.\u201d<\/em><\/p>\n<p>O texto acima, extra\u00eddo de <em>Os Lus\u00edadas<\/em>, faz parte da:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Proposi\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Invoca\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Dedicat\u00f3ria\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Narra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>25. Assinale a afirmativa correta:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a. (\u00a0\u00a0 ) A oposi\u00e7\u00e3o existente entre a obra do Pe. Antonio Vieira e a do Pe. Manuel da N\u00f3brega reside no fato de que os serm\u00f5es vieirianos ligam-se ao Cultismo, enquanto que o sermon\u00e1rio de N\u00f3brega liga-se ao Conceptismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b. (\u00a0\u00a0 ) Originando-se na Espanha, o per\u00edodo Barroco \u00e9 contempor\u00e2neo, em Portugal, da uni\u00e3o das coroas espanhola e portuguesa, e grande parte da literatura produzida nesse per\u00edodo \u00e9 de cunho religioso, messi\u00e2nico e moralista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c. (\u00a0\u00a0 ) O Cultismo, uma das tend\u00eancias manifestadas pela literatura portuguesa do per\u00edodo seiscentista, caracteriza-se pela atitude anal\u00edtica e racional adotada perante os temas propostas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">d. (\u00a0\u00a0 ) O Conceptismo ou Conceitismo, uma das tend\u00eancias manifestadas pela literatura portuguesa da \u00e9poca setecentista, pode ser considerado influ\u00eancia de Lu\u00eds G\u00f4ngora, poeta espanhol.<\/p>\n<p>26. <em>Odes Modernas<\/em>, um dos livros que deram origem \u00e0 Quest\u00e3o Coimbr\u00e3, \u00e9 de autoria de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Pinheiro Chagas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Antonio Feliciano de Castilho<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Te\u00f3filo Braga \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) Antero de Quental<\/p>\n<p>27. <em>Clepsidra<\/em> \u00e9 uma obra ligada ao:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Simbolismo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Parnasianismo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Realismo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Modernismo<\/p>\n<p>28. \u201c<em>Um pouco mais de sol \u2013 eu era brasa,<\/em><\/p>\n<p><em> Um pouco mai de azul \u2013 eu era al\u00e9m,<\/em><\/p>\n<p><em> Para atingir, faltou-me um golpe de asa&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em> Se ao menos eu permanecesse aqu\u00e9m&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em> Assombro ou paz? Em v\u00e3o&#8230; Tudo esva\u00eddo<\/em><\/p>\n<p><em> Num baixo mar enganador de espuma;<\/em><\/p>\n<p><em> E o grande sonho despertado em bruma,<\/em><\/p>\n<p><em> O grande sonho \u2013 \u00f3 dor! \u2013 quase vivido&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p>Assinale a alternativa que contem a afirma\u00e7\u00e3o correta a respeito do texto acima, de autoria de M\u00e1rio de S\u00e1 Carneiro:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) O poema revela o narcisismo eg\u00f3latra, caracter\u00edstico da poesia de S\u00e1\u00a0Carneiro.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) O poema consiste num dos raros momentos da poesia de S\u00e1 Carneiro onde se percebem claramente elementos de origem futurista.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) O poema manifesta a \u00e2nsia de fuga de uma realidade estreita para as\u00a0regi\u00f5es ideais de um \u201cal\u00e9m\u201d indefinido.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) O poema se aproxima do Simbolismo, pela fus\u00e3o sinest\u00e9sica de sons\u00a0cores e perfumes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">29. \u201c<em>Dar, pela primeira vez, grande import\u00e2ncia aos movimentos de massa, adotar um ponto de vista popular e considerar as causas econ\u00f4micas e psicol\u00f3gicas do processo hist\u00f3rico\u201d <\/em>s\u00e3o afirmativas que se podem fazer a respeito da obra de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Jo\u00e3o de Barros \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Cam\u00f5es<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Alexandre Herculano\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Fern\u00e3o Lopes<\/p>\n<p>30. Assinale a alternativa correta:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Embora a ideia da realiza\u00e7\u00e3o da Semana da Arte Moderna tenha sido\u00a0de Di Cavalcanti, n\u00e3o houve participa\u00e7\u00e3o das artes pl\u00e1sticas.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) O jornal <em>O Pirralho<\/em> fundado por Oswaldo de Andrade, s\u00f3 influiu nas\u00a0letras modernistas a partir de 1942, quando entrou em circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c. (\u00a0\u00a0 ) O ano da exposi\u00e7\u00e3o de Anita Malfatti foi 1917. Como rea\u00e7\u00e3o a essa\u00a0exposi\u00e7\u00e3o foi que Monteiro Lobato\u00a0 escreveu o artigo <em>Paran\u00f3ia ou<\/em><\/p>\n<p><em> Mistifica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Victor Brecheret, o famoso escultor do modernismo, escreveu um artigo para jornal que causou esc\u00e2ndalo: <em>O Meu Poeta Futurista.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">31. Os versos: \u201c<em>Estou farto do lirismo comedido\/Do lirismo bem comportado\u201d, <\/em>cuja mensagem consiste em buscar o material po\u00e9tico no cotidiano, revelando ao mesmo tempo o artificialismo parnasiano, pertencem a:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) M\u00e1rio de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Raul Bopp<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Guilherme Almeida\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Manuel Bandeira<\/p>\n<p>32. Geralmente, a denomina\u00e7\u00e3o <em>\u201cestilo telegr\u00e1fico\u201d<\/em> refere-se a um famoso poeta e romancista da primeira fase do Modernismo brasileiro. Trata-se de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Oswaldo de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Manuel Bandeira<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) M\u00e1rio de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Raul Bopp<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">33. Tipo de poema em que se p\u00f5e em pr\u00e1tica a semelhan\u00e7a do processo l\u00edrico e do procedimento humor\u00edstico. Foi muito usado pelos modernistas como instrumento de deboche da est\u00e9tica tradicional. Trata-se de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) poema-prosa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) poema de versos livres<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) poema-piada\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. ( \u00a0\u00a0) poema \u00e9pico<\/p>\n<p>34. O manifesto antropof\u00e1gico que, entre outras coisas, afirmava: \u201c<em>Tupy or not tupy, that is the question\u201d,<\/em> foi da autoria de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) M\u00e1rio de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Cassiano Ricardo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Oswaldo de Andrade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. ( \u00a0\u00a0) Manuel Bandeira<\/p>\n<p>35. Assinale a alternativa que contenha apenas romances de autoria de E\u00e7a de Queir\u00f3s:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) <em>A Morgadinha dos Canaviais, A Corja, O Egito<\/em><\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) <em>A Capital, O Mandarim, Correspond\u00eancia de Fradique Mendes<\/em><\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) <em>Os Simples, \u00daltimas P\u00e1ginas, A Morte de D. Jo\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) <em>O Crime do Padre Amaro, O Primo Bas\u00edlio, O Mulato<\/em><\/p>\n<p>36. O Naturalismo distingue-se do Realismo atrav\u00e9s dos seguintes tra\u00e7os:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) exatid\u00e3o na descri\u00e7\u00e3o de fatos, desejo de impessoalidade, e aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) exatid\u00e3o na descri\u00e7\u00e3o de fatos, desejo de impessoalidade e temas\u00a0hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) desejo de impessoalidade, aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos cient\u00edficos e palavras simb\u00f3licas.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) exatid\u00e3o nas descri\u00e7\u00e3o dos fatos, aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos cient\u00edficos e\u00a0linguagem medieval.<\/p>\n<p>37. Os principais poetas parnasianos, no Brasil, foram:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Olavo Bilac, \u00c1lvares de Azevedo, Vicente de Carvalho e Manuel Bandeira.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Alberto de Oliveira, Raimundo Correia, Olavo Bilac e Casimiro de Abreu.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Raimundo Correia, Vicente de Carvalho, Junqueira Freire e Alberto de Oliveira.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Olavo Bilac, Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Vicente de Carvalho.<\/p>\n<p>38. Assinale a alternativa que s\u00f3 cont\u00e9m obras de Machado de Assis:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) <em>Memorial de Aires, Iai\u00e1 Garcia, Helena, Dom Casmurro, O Mulato<\/em><\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) <em>Mem\u00f3rias P\u00f3stumas de Br\u00e1s Cubas, Esa\u00fa e Jac\u00f3, O Corti\u00e7o<\/em><\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) <em>Hist\u00f3rias da Meia-Noite, Pap\u00e9is Avulsos, Rel\u00edquias da Casa Velha<\/em><\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) <em>Desencantos, Quincas Borba, A Carne, Os Deuses de Casaca<\/em><\/p>\n<p>39. Os g\u00eaneros em que a obra liter\u00e1ria de Rui Barbosa foi escrita s\u00e3o:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a orat\u00f3ria e o jornalismo<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) a poesia \u00e9pica e\u00a0 a l\u00edrica social<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) a orat\u00f3ria e\u00a0 o ensaio jur\u00eddico-filos\u00f3fico<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) o teatro e a s\u00e1tira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">40. Seu nome acha-se vinculado \u00e0s campanhas nacionalistas. Batalhou tamb\u00e9m pela explora\u00e7\u00e3o do nosso ferro e petr\u00f3leo. Escreveu <em>Urup\u00eas<\/em>, livro de contos. Trata-se de:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Lima Barreto\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Monteiro Lobato<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Euclides da Cunha\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Joaquim Nabuco<\/p>\n<p>____________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. b\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a02. A \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 3. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a04. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 5. D\u00a0\u00a0\u00a0 6. C \u00a0 \u00a0 \u00a0 7. B \u00a0 \u00a0 \u00a08. D \u00a0 \u00a0 \u00a09. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 10. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">11. a\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 12. A-III; B-I; C-IV; D-II\u00a0\u00a0 13. C\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a014. C\u00a0\u00a0 \u00a015. B\u00a0\u00a0 16. A\u00a0\u00a0\u00a0 17. B \u00a0 \u00a018. d \u00a0 \u00a0 19. C\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a020. D<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">21. A\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a022. B \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 23. C\u00a0\u00a0 \u00a024. C\u00a0 \u00a0\u00a025. B\u00a0\u00a0 26. D\u00a0\u00a0\u00a0 27. A\u00a0\u00a0 28. C\u00a0\u00a0 29. C\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a030. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">31. D\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a032. A \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 33. C\u00a0\u00a0 \u00a034. C\u00a0\u00a0 \u00a035. B\u00a0\u00a0 36. A\u00a0\u00a0\u00a0 37. D\u00a0\u00a0 38. C\u00a0\u00a0 39. A\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a040. B<\/span><\/p>\n<p>_____________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO A \u2013 PERIODIZA\u00c7\u00c3O DA LITERATURA PORTUGUESA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O quadro a seguir \u00e9 uma s\u00edntese de tudo o que vai ser visto neste Curso de Hist\u00f3ria da Literatura Portuguesa e Brasileira. Al\u00e9m de fornecer, de imediato, uma vis\u00e3o geral, servir\u00e1, tamb\u00e9m para nortear o desenvolvimento deste estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As datas que indicam o in\u00edcio e o fim de cada \u00e9poca liter\u00e1ria t\u00eam que ser entendidas apenas como marcos. Toda \u00e9poca liter\u00e1ria apresenta um per\u00edodo de ascens\u00e3o, um per\u00edodo m\u00e1ximo e um per\u00edodo de decad\u00eancia, de forma que o decl\u00ednio de um per\u00edodo e o aparecimento de outro s\u00f3 puderam ser sistematizados ao longo das pesquisas e estudo das obras liter\u00e1rias produzidas ao longo do tempo. Eis porque o estudo da Literatura est\u00e1 muito envolvido com a Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A literatura portuguesa, que j\u00e1 abrange oito s\u00e9culos de produ\u00e7\u00e3o, pode ser dividida em tr\u00eas longos espa\u00e7os de tempo, acompanhando as grandes transforma\u00e7\u00f5es vividas pela Europa. Essas tr\u00eas grandes eras apresentam-se subdivididas em fases menores chamadas <strong>escolas liter\u00e1rias ou estilo de \u00e9poca.<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. Era Medieval<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa era se inicia com o texto mais antigo escrito em l\u00edngua portuguesa, datado de 1198 \u2013 <em>A Can\u00e7\u00e3o ou Cantiga da Ribeirinha<\/em> \u2013 de Paio Soares de Taveir\u00f3s e termina em 1527, com o volta do ex\u00edlio de S\u00e1 de Miranda da It\u00e1lia, em que foi o respons\u00e1vel pela introdu\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas renascentistas na produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria portuguesa. Compreende dois per\u00edodos liter\u00e1rios:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Trovadorismo, <\/strong>come\u00e7a no ano 1198 (aparecimento do texto Cantiga da Ribeirinha) e termina em 1434 (ano da nomea\u00e7\u00e3o de Fern\u00e3o Lopes para o cargo de cronista-mor da Torre do Tombo, em Portugal).<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Humanismo<\/strong>, come\u00e7a no ano 1434 (ano da nomea\u00e7\u00e3o de Fern\u00e3o Lopes) e termina em 1527 (retorno de S\u00e1 de Miranda para Portugal)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>2. Era Cl\u00e1ssica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Portugal, a era Cl\u00e1ssica compreende os s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, e se inicia em 1527, com a volta de S\u00e1 de Miranda do ex\u00edlio na It\u00e1lia e termina em 1825, com a publica\u00e7\u00e3o do poema \u201cCam\u00f5es\u201d, de Almeida Garret. Compreende tr\u00eas per\u00edodos liter\u00e1rios:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Classicismo<\/strong>, come\u00e7a em 1527, com a volta de S\u00e1 de Miranda do ex\u00edlio e termina em 1580, ano em que Portugal passa para o dom\u00ednio espanhol.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Barroco<\/strong>, come\u00e7a em 1580, com o in\u00edcio do dom\u00ednio espanhol em Portugal e termina em 1756, ano da funda\u00e7\u00e3o da Arc\u00e1dia Lusitana.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Arcadismo<\/strong>, come\u00e7a em 1756, com a funda\u00e7\u00e3o da Arc\u00e1dia Lusitana e termina em 1825, com a publica\u00e7\u00e3o do poema \u201cCam\u00f5es\u201d, de Almeida Garret.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>3.<\/strong> <strong>Era Moderna<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1 inserida nos s\u00e9culos XIX e XX, a partir de 1825, com a publica\u00e7\u00e3o do poema \u201cCam\u00f5es\u201d, de Almeida Garret, at\u00e9 os dias atuais. Compreende quatro per\u00edodos liter\u00e1rios:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Romantismo<\/strong>, inicia-se com a publica\u00e7\u00e3o do poema \u201cCa-m\u00f5es\u201d de Almeida Garret e termina com em 1865, com a Quest\u00e3o Coimbr\u00e3.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">o <strong>Realismo<\/strong>, inicia-se em 1865, ano da Quest\u00e3o Coimbr\u00e3 e termina em 1890, com a publica\u00e7\u00e3o da obra \u201cOaristo\u201d, de Eug\u00eanio de Castro.<\/li>\n<li>o <strong>Simbolismo<\/strong>, come\u00e7a em 1890, com a publica\u00e7\u00e3o de \u201cOa-risto\u201d, at\u00e9 1915, ano em que \u00e9 lan\u00e7ada a revista <em>Orpheu<\/em>.<\/li>\n<li>o <strong>Modernismo<\/strong>, come\u00e7a em 1915, ano do lan\u00e7amento da revista <em>Orpheu<\/em>, at\u00e9 aos nossos dias.<\/li>\n<\/ul>\n<p>As eras liter\u00e1rias portuguesas praticamente coincidem com os grandes per\u00edodos da Hist\u00f3ria denominados <em>idades<\/em>. Observe:<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Per\u00edodo da Hist\u00f3ria<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Entre os anos<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Era liter\u00e1ria<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">Idade M\u00e9dia<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1000 e 1502<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(s\u00e9culos X a XV)<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Medieval<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">Idade Moderna<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1453 e 1825<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(s\u00e9culos XVI a XVIII)<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Cl\u00e1ssica<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">Idade Contempor\u00e2nea<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">A partir de 1789<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(s\u00e9culos XIX, XX e XXI)<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"117\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Moderna<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa coincid\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o cultural de um povo est\u00e1 estreita-mente ligada ao momento hist\u00f3rico vivido por esse povo. Por isso \u00e9 importante saber um pouco de Hist\u00f3ria Geral e do Brasil, porque s\u00f3 assim \u00e9 poss\u00edvel compreender e identificar as caracter\u00edsticas contidas em determinadas obras liter\u00e1rias e porque elas s\u00e3o importantes na vida cultural atual.<\/p>\n<p>__________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO B &#8211; PANORAMA\u00a0 HIST\u00d3RICO-LITER\u00c1RIO\u00a0 PORTUGU\u00caS<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Escola liter\u00e1ria<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Datas<\/p>\n<p>in\u00edcio\/t\u00e9rmino<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Fatos hist\u00f3ricos no mundo europeu<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Fatos hist\u00f3ricos em Portugal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">Fatos hist\u00f3ricos no Brasil<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Trovadorismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1189 a 1434<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Sistema de governo feudal; teocentrismo; aparecimento   das primeiras faculdades; as Cruzadas.<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Organiza\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de Portugal como Estado<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">N\u00e3o havia sido descoberto<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Humanismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1434 a 1527<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Fim do sistema feudal; expans\u00e3o do com\u00e9rcio;   antropocentrismo; a burguesia.<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">A revolu\u00e7\u00e3o de Avis; as grandes navega\u00e7\u00f5es   portuguesas<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Portugueses chegam \u00e0 costa do Brasil em 1500;   literatura informativa e dos jesu\u00edtas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Classicismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1527 a 1580<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Movimento renascentista; capitalismo mercantil;   reforma protestante; fortalecimento da burguesia<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Imp\u00e9rio portugu\u00eas no Oriente; com\u00e9rcio de   especiarias; instala\u00e7\u00e3o da Inquisi\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">O Brasil torna-se col\u00f4nia de Portugal; explora\u00e7\u00e3o do   pau-brasil<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Barroco<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1580 a 1756<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Contra-reforma; mercantilismo; descobertas de   Galileu, Kleper e Newton<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Dom\u00ednio espanhol; Companhia de Jesus<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Cultura da cana de a\u00e7\u00facar; escravid\u00e3o negra;   revoltas nativistas; expans\u00e3o territorial; procura do ouro e cria\u00e7\u00e3o de gado<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Arcadismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1756 a 1825<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Iluminismo; 1\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial; revolu\u00e7\u00e3o   francesa; independ\u00eancia dos Estados Unidos<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Governo de Pombal; expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas; invas\u00e3o de   Portugal por Napole\u00e3o; a corte real portuguesa \u00a0no Brasil<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Invas\u00f5es francesas e holandesas; chegada da corte portuguesa;   inconfid\u00eancia mineira; independ\u00eancia do Brasil<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Romantismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1825 a 1865<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Guerras napole\u00f4nicas; liberalismo burgu\u00eas; ideias   nacionalistas<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Revolu\u00e7\u00e3o do Porto; guerra civil; Regenera\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Movimentos nacionalistas e revolucion\u00e1rios; per\u00edodo   de governo de D. Pedro I<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Realismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1865 a 1890<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Ideias socialistas; Positivismo; Evo-lucionismo; 2\u00aa   revolu\u00e7\u00e3o industrial; surgimento do proletariado<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Decad\u00eancia da monarquia; pri-meiras greves   organizadas; Portugal liga-se ao resto da Europa por estradas de ferro<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Per\u00edodo do governo de D. Pedro II; aboli\u00e7\u00e3o da   escravid\u00e3o; a Guerra do Paraguai; proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Simbolismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">\n<p style=\"text-align: center;\">1890 a 1915<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">Freud e a psican\u00e1lise; expans\u00e3o do capitalismo;<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Evolu\u00e7\u00e3o do pensamento repu-blicano; a crise   econ\u00f4mica;<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">Consolida\u00e7\u00e3o do regime republicano no Brasil.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"68\" valign=\"top\">Modernismo<\/td>\n<td width=\"69\" valign=\"top\">1915 at\u00e9 hoje<\/p>\n<p>(ano 2012)<\/td>\n<td width=\"141\" valign=\"top\">1\u00aa e 2\u00aa Guerras mundiais; revolu\u00e7\u00e3o russa; grande   crescimento econ\u00f4mico; desenvolvimento da comunica\u00e7\u00e3o e dos transportes; ideias   de um mundo globalizado<\/td>\n<td width=\"126\" valign=\"top\">Estado Novo, ditadura salazarista; revolu\u00e7\u00e3o de 25   de abril<\/td>\n<td width=\"115\" valign=\"top\">A ditadura de Vargas; ditadura militar de 1964 a   1986; consolida\u00e7\u00e3o do sistema presidencialista e republicano.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>___________________________________________<\/p>\n<p>LEITURA COMPLEMENTAR<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Nas tuberosidades isqui\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma portaria do senhor ministro do Trabalho sobre a propalada reivindica\u00e7\u00e3o dos comerci\u00e1rios para trabalharem sentados. Conforme voc\u00eas sabem, os comerci\u00e1rios, gente que trabalha em lojas, atendendo os fregueses, servindo em balc\u00f5es, recepcionando visitantes, \u00e9 tudo gente que trabalha em p\u00e9. Claro, trabalha em p\u00e9 por causa da natureza de suas fun\u00e7\u00f5es, do contr\u00e1rio, todos sentariam, pois comerci\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 mais sabido nem mais burro do que ningu\u00e9m: \u00e9 uma classe como outra qualquer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas \u00e9 sempre assim: de vez em quando aparece um digno representante da classe inventando besteira para ganhar a simpatia alheia, que capitalizar\u00e1 para um outro tro\u00e7o qualquer, que hoje em dia ningu\u00e9m \u00e9 bonzinho de gra\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente apareceu um cara reivindicando para os comerci\u00e1rios o direito de trabalharem sentados. \u00c9 uma imbecibilidade essa reivindica\u00e7\u00e3o, porque comerci\u00e1rio que pode trabalhar sentado j\u00e1 trabalha assim, mas tem uns que, se sentarem, podem perder o emprego (nunca esquecendo que jogador de futebol, por exemplo, desconta para o IAPC e se sentar no trabalho t\u00e1 barrado do time).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, o tal cara apareceu, conseguiu as ades\u00f5es de praxe, fez a onda e o ministro do Trabalho, conivente com a demagogia boboca, meteu l\u00e1 a portaria que foi cair nas m\u00e3os de agentes da Pretapress. A portaria reza: \u201cArt. 1\u00ba &#8211; para evitar a fadiga, ser\u00e1 obrigat\u00f3rio, nos locais de trabalho, a coloca\u00e7\u00e3o de assentos ajust\u00e1veis, para utiliza\u00e7\u00e3o dos empregados. \u00a7 \u00fanico \u2013 os assentos devem possuir os seguintes requisitos m\u00ednimos de conforto: a) ajust\u00e1veis \u00e0 altura do empregado e \u00e0 natureza de sua fun\u00e7\u00e3o; b) permitir que o empregado mantenha os p\u00e9s apoiados, a pernas fazendo \u00e2ngulo reto com eles e com as coxas; c) apresentar bordas arredondadas e escava\u00e7\u00f5es para as tuberosidades isqui\u00e1ticas; d) possuir encostos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De toda essa besteira, que patr\u00e3o nenhum levou a s\u00e9rio, mesmo com a assinatura do ministro, o que me deixou mais cabreiro foi a exig\u00eancia de escava\u00e7\u00f5es para as tuberosidades isqui\u00e1ticas. Que diabo seria isso?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tuberosidade \u00e9 o nome vernacular que se d\u00e1 \u00e0s excresc\u00eancias carnudas, e isqui\u00e1tica, com o perd\u00e3o da palavra, \u00e9 aquilo que tem rela\u00e7\u00e3o com o \u00edsquio, ou seja,\u00a0 parte inferior do osso il\u00edaco, aquele que forma os quadris dos esqueletos. Mesmo assim fiquei boiando em mat\u00e9ria de \u201cescava\u00e7\u00f5es para as tuberosidades isqui\u00e1ticas\u201d e, quando estou em d\u00favida, fa\u00e7o o que todos deviam fazer: consulto Tia Zulmira. A velha \u00e9 batata e num instante matou a charada:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Meu filho, t\u00e1 na cara, embora eu esteja dizendo isto em sentido figurado. N\u00e3o t\u00e1 na cara n\u00e3o, mas \u201cescava\u00e7\u00f5es para tuberosidades isqui\u00e1ticas\u201d s\u00f3 pode ser porta-n\u00e1degas.<\/p>\n<p>(Stanislaw Ponte Preta. <em>FEBEAP\u00c1 \u2013 Festival de Besteiras que Assola o Pa\u00eds<\/em>, vol. 1)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LITERATURA &#8211; ROTEIRO N\u00b0 02 1 \u2013 TEMA: Per\u00edodos liter\u00e1rios em Portugal e no Brasil. 2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. Conhecer os principais eventos hist\u00f3ricos de povos europeus e sul-americanos, principalmente de Portugal e Brasil. 3 \u2013 META: Ao final do estudo, voc\u00ea dever\u00e1 ser capaz de: interpretar textos e pain\u00e9is relacionar os per\u00edodos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[12,14],"tags":[],"class_list":["post-445","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-literatura-brasileira","category-movimentos-e-periodos-literarios","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/445","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=445"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/445\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=445"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=445"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=445"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}