{"id":595,"date":"2013-01-16T15:54:05","date_gmt":"2013-01-16T15:54:05","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=595"},"modified":"2013-01-16T15:54:05","modified_gmt":"2013-01-16T15:54:05","slug":"redacao-8-o-paragrafo-narrativo-ideia-principal-e-ideia-secundaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=595","title":{"rendered":"REDA\u00c7\u00c3O 8 &#8211; O par\u00e1grafo narrativo. Ideia principal e ideia secund\u00e1ria."},"content":{"rendered":"<p align=\"center\">CURSO DE REDA\u00c7\u00c3O \u2013 ROTEIRO N\u00b0 8<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">\u00a01.TEMA: O par\u00e1grafo narrativo. Ideia principal e ideia secund\u00e1ria<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>2. PR\u00c9-REQUISITOS:<\/p>\n<p>a) ter no\u00e7\u00f5es de Morfologia e Sintaxe<\/p>\n<p>b) ter conclu\u00eddo, com \u00eaxito, o estudo dos Roteiros anteriores deste Curso.<\/p>\n<p>3. META: Ao t\u00e9rmino do estudo deste Roteiro o estudante dever\u00e1 ser capaz de:<\/p>\n<p>a) identificar a ideia principal e secund\u00e1ria de um par\u00e1grafo narrativo<\/p>\n<p>b) identificar a diferen\u00e7a entre ideia principal e secund\u00e1ria de um par\u00e1grafo narrativo<\/p>\n<p>c) redigir um par\u00e1grafo narrativo<\/p>\n<p>4. ATIVIDADES DE ESTUDO:<\/p>\n<p>a) Leia os textos A, B e C. Fa\u00e7a os exerc\u00edcios, depois que tiver certeza que entendeu bem as explica\u00e7\u00f5es dadas.<\/p>\n<p>b) Por fim, fa\u00e7a uma \u00faltima leitura e reveja todos os exerc\u00edcios com o objetivo de fixar os conceitos estudados.<\/p>\n<p>c) Se encontrar dificuldade, procure um professor de portugu\u00eas ou um amigo que possa ajud\u00e1-lo a esclarecer as d\u00favidas surgidas no decorrer do estudo.<\/p>\n<p>5 \u2013 Voc\u00ea encontra todos os Roteiros deste curso no site:\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<a href=\"http:\/\/www.portuguesirado.com\">www.portuguesirado.com<\/a><\/p>\n<p>__________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO A<\/p>\n<p align=\"center\">O par\u00e1grafo narrativo<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Neste Roteiro, voc\u00ea vai treinar a reda\u00e7\u00e3o de pequenos par\u00e1grafos narrativos em que se conta um fato ou acontecimento.<\/p>\n<p>Quando dois ou mais personagens de uma hist\u00f3ria conversam, contando com suas pr\u00f3prias palavras um fato acontecido, estabelece-se um di\u00e1logo. Essa conversa, no sistema escrito da l\u00edngua, \u00e9 reproduzida exatamente como os personagens a produziram, onde os sinais de pontua\u00e7\u00e3o (vimos isso no Roteiro 06 deste Curso) exercem papel primordial para traduzir o pensamento e a entona\u00e7\u00e3o de voz dos personagens. \u00c9 o di\u00e1logo, muito comum nos textos para teatro, filmes, novelas de televis\u00e3o e r\u00e1dio.<\/p>\n<p>Num texto narrativo, o narrador, \u00e0s vezes, interrompe a fala dos personagens para, ele mesmo, contar o que se passa \u2013 s\u00e3o os trechos narrativos.<\/p>\n<p>Quando no trecho narrativo h\u00e1 o desenvolvimento de uma ideia b\u00e1sica, conhecida como <b>ideia principal,<\/b> e de outras que se relacionam a ela, (as <b>ideias secund\u00e1rias<\/b>), que a justificam ou comprovam, dizemos que o trecho est\u00e1 estruturado em forma de par\u00e1grafo narrativo.<\/p>\n<p>O par\u00e1grafo \u00e9, de maneira geral, o desenvolvimento de uma <b>ideia<\/b> e em sua estrutura percebemos uma <b>ideia principal<\/b> e outras <b>secund\u00e1rias<\/b>.<\/p>\n<p>A ideia principal, como o nome j\u00e1 diz, \u00e9 a que encerra a ideia b\u00e1sica do par\u00e1grafo, e as ideias secund\u00e1rias s\u00e3o aquelas que, n\u00e3o menos importantes dentro do par\u00e1grafo, comprovam ou justificam a ideia principal.<\/p>\n<p>________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>ANEXO B<\/p>\n<p align=\"center\">A ideia principal e as secund\u00e1rias<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para treinarmos a reda\u00e7\u00e3o de pequenos par\u00e1grafos narrativos, vamos nos colocar no papel de narradores, isto \u00e9, vamos contar fatos com base na organiza\u00e7\u00e3o das ideias.<\/p>\n<p>Leia o trecho abaixo:<\/p>\n<p><em>Meu primo j\u00e1 havia chegado \u00e0 metade da perigosa ponte de ferro quando, de repente, um trem saiu da curva, a cem metros da ponte. Com isso, ele n\u00e3o teve tempo de correr para a frente ou para tr\u00e1s, mas, demonstrando grande presen\u00e7a de esp\u00edrito, agachou-se, segurou, com as m\u00e3os, um dos dormentes e deixou o corpo pendurado.<\/em><\/p>\n<p>Como voc\u00ea deve ter observado, nesse par\u00e1grafo, o narrador conta-nos um fato acontecido com seu primo. \u00c9, pois, um par\u00e1grafo narrativo. Analisemos, agora, o par\u00e1grafo quanto \u00e0 estrutura.<\/p>\n<p>As ideias foram organizadas da seguinte maneira:<\/p>\n<p><b>Ideia principal:<\/b><\/p>\n<p><em>Meu primo j\u00e1 havia chegado \u00e0 metade da perigosa ponte de ferro quando, de repente, um trem saiu da curva, a cem metros da ponte.<\/em><\/p>\n<p><b>Ideias secund\u00e1rias:<\/b><\/p>\n<p><em> Com isso, ele n\u00e3o teve tempo de correr para a frente ou para tr\u00e1s, mas, demonstrando grande presen\u00e7a de esp\u00edrito, agachou-se, segurou, com as m\u00e3os, um dos dormentes e deixou o corpo pendurado.<\/em><\/p>\n<p>A ideia principal, como voc\u00ea pode observar, refere-se a uma a\u00e7\u00e3o perigosa, agravada pelo aparecimento de um trem. As ideias secund\u00e1rias complementam a ideia principal, mostrando como o primo do narrador conseguiu sair-se da perigosa situa\u00e7\u00e3o em que se encontrava.<\/p>\n<p>Os par\u00e1grafos devem conter apenas uma ideia principal acompanhado de ideias secund\u00e1rias. Entretanto, \u00e9 muito comum encontrarmos, em par\u00e1grafos pequenos, apenas a ideia principal. Veja o exemplo:<\/p>\n<p><em>O dia amanhecera lindo na Fazenda Santo In\u00e1cio.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Os dois filhos do sr. Soares, administrador da fazenda, resolveram aproveitar o bom tempo. Pegaram um animal, montaram e seguiram contentes pelos campos, levando um farto lanche, preparado pela m\u00e3e.\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Nesse trecho, h\u00e1 dois par\u00e1grafos.<\/p>\n<p>No primeiro, s\u00f3 h\u00e1 uma ideia desenvolvida, que corresponde \u00e0 ideia principal do par\u00e1grafo: <i>O dia amanhecera lindo na Fazenda Santo In\u00e1cio.<\/i><\/p>\n<p>No segundo, j\u00e1 podemos perceber a rela\u00e7\u00e3o <b>ideia principal + ideias secund\u00e1rias. <\/b>Observe:<\/p>\n<p><b>Ideia principal:<\/b><\/p>\n<p><em>Os dois filhos do sr. Soares, administrador da fazenda, resolveram aproveitar o bom tempo.<\/em><\/p>\n<p><b>Ideia secund\u00e1rias:<\/b><\/p>\n<p><em>\u00a0 Pegaram um animal, montaram e seguiram contentes pelos campos, levando um farto lanche, preparado pela m\u00e3e.<\/em><\/p>\n<p>Agora que j\u00e1 vimos alguns exemplos, voc\u00ea deve estar se perguntando: \u201cAfinal, de que tamanho \u00e9 o par\u00e1grafo?\u201d<\/p>\n<p>Bem, o que podemos responder \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 como apontar um padr\u00e3o, no que se refere ao tamanho ou extens\u00e3o do par\u00e1grafo.<\/p>\n<p>H\u00e1 exemplos em que se veem par\u00e1grafos muito pequenos; outros, em que s\u00e3o maiores e outros, ainda, muito extensos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 como dizer o que \u00e9 certo ou errado em termos da extens\u00e3o do par\u00e1grafo, pois o que \u00e9 importante mesmo, \u00e9 a <b>organiza\u00e7\u00e3o das ideias.<\/b> No entanto, \u00e9 sempre \u00fatil observar o que diz o dito popular \u2013 \u201cnem oito, nem oitenta&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Assim como n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel escrevermos um texto, usando apenas par\u00e1grafos muito curtos, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel empregarmos os muito longos.<\/p>\n<p>Essas observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito \u00fateis para quem est\u00e1 iniciando os trabalhos de reda\u00e7\u00e3o. Com o tempo, a pr\u00e1tica dir\u00e1 quando e como usar par\u00e1grafos \u2013 pequenos, grandes ou muito grandes.<\/p>\n<p>At\u00e9 aqui, vimos que o par\u00e1grafo apresenta em sua estrutura, uma ideia principal e outras secund\u00e1rias. Isso n\u00e3o significa, no entanto, que sempre a ideia principal apare\u00e7a no in\u00edcio do par\u00e1grafo. H\u00e1 casos em que a ideia secund\u00e1ria inicia o par\u00e1grafo, sendo seguida \u00a0pela ideia principal. Veja o exemplo:<\/p>\n<p><em>As estacas da cabana tremiam fortemente, e duas ou tr\u00eas vezes, o solo estremeceu violentamente sob meus p\u00e9s. Logo percebi que se tratava de um terremoto.<\/em><\/p>\n<p>Observe que a ideia mais importante est\u00e1 contida na frase: \u201c<i>Logo percebi que se tratava de um terremoto<\/i>\u201d, \u00a0que aparece no final do par\u00e1grafo. As outras frases (ou ideias) apenas explicam ou comprovam a afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<i>as estacas tremiam fortemente, e duas ou tr\u00eas vezes, o solo estremeceu violentamente sob meus p\u00e9s<\/i>\u201d e estas est\u00e3o localizadas no in\u00edcio do par\u00e1grafo.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a respeito da estrutura do par\u00e1grafo, conclu\u00edmos que as ideias podem organizar-se da seguinte maneira:<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Ideia principal + ideias secund\u00e1rias<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><i>ou<\/i><\/p>\n<p align=\"center\"><b>Ideias secund\u00e1rias + ideia principal<\/b><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 importante frisar, tamb\u00e9m, que a ideia principal e as ideias secund\u00e1rias n\u00e3o s\u00e3o ideias diferentes e, por isso, n\u00e3o podem ser separadas em par\u00e1grafos diferentes. Ao selecionarmos as ideias secund\u00e1rias devemos verificar as que realmente interessam ao desenvolvimento da ideia principal e mant\u00ea-las juntas no mesmo par\u00e1grafo. Com isso, estaremos evitando e repeti\u00e7\u00e3o de palavras e assegurando a sua clareza. \u00c9 importante, ao termos v\u00e1rias ideias secund\u00e1rias, que sejam identificadas aquelas que realmente se relacionam \u00e0 ideia principal. Esse cuidado \u00e9 de grande valia ao se redigir par\u00e1grafos sobre qualquer assunto.<\/p>\n<p>Agora, vamos aos exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>A. Assinale a alternativa cuja ideia n\u00e3o se relaciona com as outras ideias do par\u00e1grafo. Depois, complete o par\u00e1grafo utilizando qualquer uma que possa completar a ideia dada.<\/p>\n<p>1. Havia no rosto de cada crian\u00e7a a expectativa de uma festa maravilhosa.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a mesa, arrumada com todo carinho, estava repleta de docinhos e enfeites coloridos, reservando surpresas deliciosas para a meninada.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) os palha\u00e7os entraram no palco, dando cambalhotas, fazendo piruetas\u00a0e alegrando a todos.<\/p>\n<p>c. ( \u00a0\u00a0) O dentista chegou e as foi chamando, uma a uma, para iniciar o tratamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. Os peixes nadavam agilmente no aqu\u00e1rio.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) na casa repleta, os animais viviam tranquilos e em harmonia.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) todos davam reviravoltas, iam at\u00e9 o fundo, subiam \u00e0 tona para pegar\u00a0alimento, numa agita\u00e7\u00e3o encantadora.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) as crian\u00e7as, num alegria contagiante, jogavam migalhas de p\u00e3o, e os\u00a0peixes, muito agitados, vinham \u00e0 tona para alcan\u00e7\u00e1-las.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3. Na sala, a professora iniciava sua aula de Portugu\u00eas.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) os alunos, atenciosos, iam arrumando o material de desenho sobre\u00a0as carteiras: r\u00e9gua, esquadro, compasso, l\u00e1pis de cor, etc.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) os alunos, a pedido da professora, abriram os livros \u00e0 p\u00e1g. 40, e iniciaram a leitura silenciosa do texto.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) todos os alunos abriram o livro e a professora iniciou a explica\u00e7\u00e3o do\u00a0texto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4. O cantor popular iniciou o espet\u00e1culo musical.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) em seu repert\u00f3rio havia can\u00e7\u00f5es variadas com que ele homenageava todos os Estados brasileiros.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) no teatro lotado, o povo assistia ao bal\u00e9 moderno.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) o som alegre dos instrumentos musicais misturava-se \u00e0s can\u00e7\u00f5es\u00a0mais conhecidas da plateia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>B. Complete os par\u00e1grafos a seguir, escolhendo no ret\u00e2ngulo uma ou mais ideias que estejam relacionadas com a ideia em dada.<\/p>\n<p>1. Na avenida, interditada ao tr\u00e1fego, os blocos carnavalescos desfilavam animadamente.\u00a0 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"298\">a. os \u00f4nibus passavam lotados de foli\u00f5es.b. o povo, contagiado pela alegria do samba, cantava e dan\u00e7ava<\/p>\n<p>c. as fantasias dos sambistas eram um espet\u00e1culo maravilhoso.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. No meio da noite, despertei e ouvi vozes agitadas no corredor.\u00a0 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"298\">a. o quarto estava claro e silencioso.b. pelas frestas da janela entravam alguns raios de sol.<\/p>\n<p>c. a luz do lampi\u00e3o entrava por debaixo da porta. Sentei-me na<\/p>\n<p>cama e fiquei a ouvir a discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>d. na casa reinava sil\u00eancio absoluto.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. As pessoas procuravam uma sombra que as abrigasse do sol do meio-dia. As crian\u00e7as s\u00f3 queriam brincadeiras com \u00e1gua. Os carrinhos de refrigerantes e picol\u00e9s estavam rodeados por uma pequena multid\u00e3o.<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"298\">a. o calor estava ameno.b. estava um dia abafado e quente.<\/p>\n<p>c. o sol nascera encoberto pelas nuvens e o vento frio fazia tre-<\/p>\n<p>mer os l\u00e1bios.<\/p>\n<p>d. o final da tarde estava muito quente.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4. O baile estava animado.\u00a0 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. A orquestra alternava sambas, valsas e tangos, num ritmo contagiante.<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"298\">a. no sal\u00e3o, os pares rodopiavam ao som das m\u00fasicas alegres.b. o sal\u00e3o estava repleto e a m\u00fasica eletr\u00f4nica era alegre.<\/p>\n<p>c. no sal\u00e3o vazio, alguns casais dan\u00e7avam ao som dos discos.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5. O cavaleiro tentava domar o animal selvagem. O cavalo debatia-se para os lados, erguia a cabe\u00e7a, empinava o peito e, em movimentos r\u00e1pidos, levantava e abaixava as patas, tentando derrubar o homem ao ch\u00e3o. No entanto,\u00a0 &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"298\">a. o animal resistia bravamenteb. o cavaleiro, perdendo o equil\u00edbrio, soltou-se da sela.<\/p>\n<p>c. o cavaleiro, equilibrando-se habilmente na sela, domou o animal.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>___________________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO EXPLICATIVO<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. A alternativa C \u00e9 a \u00fanica que n\u00e3o se adequa \u00e0 ideia dada, pois as crian\u00e7as estavam em um ambiente de festa e n\u00e3o em um consult\u00f3rio dent\u00e1rio, esperando a vez de serem atendidas. As alternativas A e B podem ser usadas para completar a ideia dada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">2.\u00a0A ideia principal do par\u00e1grafo \u00e9 que os peixes nadavam no aqu\u00e1rio. Portanto, a alternativa A \u00e9 a \u00fanica que n\u00e3o se adequa a essa ideia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3.\u00a0Se a professora se preparava para uma aula de Portugu\u00eas, os alunos n\u00e3o deveriam estar com o material de desenho sobre a carteira. Portanto, a alternativa A n\u00e3o se adequa \u00e0 ideia contida no par\u00e1grafo. As alternativas B e C podem ser usadas para completar a ideia dada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4.\u00a0Voc\u00ea deve ter observado que a ideia inicial fala de um espet\u00e1culo musical. Por isso, n\u00e3o podemos dizer que a plateia assistia a um bal\u00e9 moderno (alternativa B), que n\u00e3o \u00e9, essencialmente, um n\u00famero musical. As alternativas A e C se adequam perfeitamente \u00e0 ideia do par\u00e1grafo dado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. A alternativa A (<i>os \u00f4nibus passavam lotados de foli\u00f5es)<\/i> n\u00e3o pode ser utilizada para completar a ideia principal, pois h\u00e1 um detalhe, <i>a avenida interditada ao tr\u00e1fego, <\/i>que a faria ficar incoerente. Pense bem, se a avenida estava interditada ao tr\u00e1fego, os \u00f4nibus n\u00e3o poderiam passar por l\u00e1, n\u00e3o \u00e9? As outras alternativas podem ser utilizadas pois se adequam \u00e0 ideia do par\u00e1grafo dado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">2. Se voc\u00ea observou bem, deve ter notado que tudo acontece no meio da noite, portanto, n\u00e3o podemos dizer que o quarto estava claro e que pelas frestas das janelas entravam raios de sol. Outro fator a ser observado \u00e9 que se ouviam vozes agitadas, portanto a casa n\u00e3o estava em sil\u00eancio absoluto. Nesse caso, apenas a alternativa C pode ser\u00a0 utilizada para completar a ideia do par\u00e1grafo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3.\u00a0A alternativa B \u00e9 a mais adequada para fazer parte do par\u00e1grafo. A raz\u00e3o porque n\u00e3o se pode utilizar as outras alternativas \u00e9 simples:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">. as pessoas procuravam uma sombra que as abrigasse do <b>sol do meio-dia<\/b>, por isso a ideia de que <b><i>o final da tarde<\/i><\/b><i> estava muito quente<\/i> n\u00e3o pode ser usada aqui;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">. tudo leva a crer que o calor estava insuport\u00e1vel, portanto n\u00e3o poder\u00edamos dizer que <i>o calor estava ameno <\/i>ou que o <i>sol nascera encoberto pelas nuvens e o vento frio fazia tremer os l\u00e1bios.<\/i><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4.\u00a0A melhor op\u00e7\u00e3o \u00e9 a alternativa A porque:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">. a orquestra alternava ritmos como o samba, valsas, tangos, portanto n\u00e3o podemos dizer que <b><i>os discos<\/i><\/b> eram alegres, pois numa festa com orquestra os discos eletr\u00f4nicos n\u00e3o s\u00e3o usados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">. se afirmamos que o baile estava <b><i>animado<\/i><\/b>, n\u00e3o podemos dizer que o sal\u00e3o estava <b><i>vazio<\/i><\/b>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">5.\u00a0A alternativa C \u00e9 a mais adequada para fazer parte do par\u00e1grafo. Com certeza, voc\u00ea deve ter percebido que apesar das tentativas do animal para derrubar o cavaleiro, ele conseguiu equilibrar-se, dominando o cavalo. Essa \u00e9 a ideia principal do texto. Por isso, n\u00e3o podemos dizer que o cavalo resistiu bravamente e que o cavaleiro, perdendo o equil\u00edbrio soltou-se da sela. O que faz a diferen\u00e7a aqui \u00e9 a express\u00e3o <b><i>no entanto<\/i><\/b>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CURSO DE REDA\u00c7\u00c3O \u2013 ROTEIRO N\u00b0 8 \u00a01.TEMA: O par\u00e1grafo narrativo. 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