{"id":630,"date":"2013-03-30T19:19:07","date_gmt":"2013-03-30T19:19:07","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=630"},"modified":"2013-03-30T19:19:07","modified_gmt":"2013-03-30T19:19:07","slug":"texto-para-interpretacao-39-no-dia-em-que-o-gato-falou-nivel-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=630","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 39 &#8211; NO DIA EM QUE O GATO FALOU  ( N\u00edvel Fundamental)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O texto abaixo \u00e9 de Mill\u00f4r Fernandes, escritor que se distingue por tratar de maneira quase sempre humor\u00edstica, de assuntos os mais vari\u00e1veis; sociedade, pol\u00edtica, fam\u00edlia, o cotidiano&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto apresentado \u00e9 uma esp\u00e9cie de <i>f\u00e1bula<\/i> que, ao contr\u00e1rio das tradicionais, tem como personagem principal um ser humano e em que a <i>moral<\/i> n\u00e3o pode ser tomada rigorosamente como um ensinamento, uma vez que n\u00e3o envolve, como no caso das f\u00e1bulas tradicionais, erros ou defeitos graves dos seres humanos.<\/p>\n<p align=\"center\"><!--more-->NO DIA EM QUE O GATO FALOU<\/p>\n<p align=\"right\">(Mill\u00f4r Fernandes)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Era uma vez uma dama gentil e senil que tinha um gato siam\u00eas. Gato de ra\u00e7a, de <b>bom-tom<\/b>, de filia\u00e7\u00e3o, de \u00e2nimo crist\u00e3o. Lindo gato, gato terno, amigo, pertencente a uma classe quase extinta de antigos deuses eg\u00edpcios.\u00a0<strong>Este gato s\u00f3 faltava falar.\u00a0<\/strong> Manso e inteligente, seu olhar era\u00a0<strong>humano.<\/strong> Mas falar n\u00e3o falava. E sua dona, triste, todo dia passava uma ou duas horas, repetindo s\u00edlabas e palavras para ele na esperan\u00e7a de que um dia aquela intelig\u00eancia que via em seu olhar explodisse em sons compreensivos e claros. Mas, nada!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 A dama gentil e senil era, naturalmente, incapaz de compreender \u00a0o fen\u00f4meno. Tanto mais que ali mesmo \u00e0 sua frente, preso a um poleiro de ferro, estava um outro ser, tamb\u00e9m animal, inferior at\u00e9 ao gato, pois era somente uma pobre ave, mas que falava! Falava mesmo, muito mais do que devia. Um papagaio, que falava pelas tripas do Judas. Curiosa <b>natureza<\/b>, pensava a mulher, que fazia um gato quase humano, sem fala, e um papagaio <b>cretino mas parlapat\u00e3o<\/b>. E quanto mais <b>meditava <\/b>mais tempo gastava com o gato no colo, tentando m\u00e9todos, repetindo silabas, redobrando cuidados para ver se conseguia que seu miado virasse fala.<\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Exatamente no dia 16 de maio de 1958 foi que teve a ideia genial. Quando a ideia iluminou seu c\u00e9rebro, veio acompanhada da critica, auto-cr\u00edtica: \u201cMas, como n\u00e3o me ocorreu isso antes?\u201d O papagaio viu no brilho do olhar da dona o seu (dele) terr\u00edvel destino e tentou escapar, mas estava preso.Foi morto, depenado e cozinhado em menos de uma hora. Pois o racioc\u00ednio da mulher era l\u00f3gico e cient\u00edfico: se 25.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 desse ao gato o papagaio como alimenta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o era evidente que o \u00a0 \u00a0 gato come\u00e7aria a falar? Era? N\u00e3o era? Veria. O gato, a princ\u00edpio, n\u00e3o quis comer o companheiro. Temendo ver <b>fracassado<\/b> o seu experimento cient\u00edfico, a dama gentil e senil procurou for\u00e7\u00e1-lo. N\u00e3o conseguindo que o gato comesse o papagaio, bateu-lhe mesmo \u2013 horror! \u2013 pela primeira vez. Mas o gato se recusou. Duas horas depois, por\u00e9m, vencido pela fome, aproximou-se do prato e engoliu o papagaio todo. Imediatamente subiu-lhe uma \u00e2nsia do est\u00f4mago, ele olhou para a dona e, enquanto esta chorava de alegria, come\u00e7ou a gritar (num tom meio currupaco, meio miau-miau-miau, mas perfeitamente compreens\u00edvel):<\/p>\n<p>\u2013 Madame, foge pelo amor de Deus! Foge, madame, que o pr\u00e9dio vai cair!<\/p>\n<p>A mulher, tremendo de emo\u00e7\u00e3o e alegria, chorando e rindo, p\u00f4s-se a gritar por sua vez.<\/p>\n<p>\u2013 Vejam, vejam, meu gatinho fala! Milagre! Fala o meu gatinho!<\/p>\n<p>Mas o gato, fugindo ao seu abra\u00e7o, saltou para a janela e gritou de novo: &#8211; Foge, madame, que o pr\u00e9dio vai cair! Madame, foge! \u2013 e pulou para a rua.<\/p>\n<p>Nesse momento, com um estrondo monstruoso, o pr\u00e9dio inteiro veio abaixo, <b>sepultando<\/b> a dama gentil e senil em meio aos seus\u00a0 <b>escombros<\/b>.<\/p>\n<p>O gato, escondido <b>melancolicamente<\/b> num terreno baldio, ficou vendo o tumulto diante do desastre e comentou apenas, com um gato mais pobre que passava: &#8211; Veja s\u00f3 que cretina. Passou a vida inteira para fazer eu falar e no momento em que falei, n\u00e3o me prestou a m\u00ednima aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>MORAL: O mal do artista \u00e9 n\u00e3o acreditar na pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>_____________________________________________________________<\/p>\n<p>Marque com um X o sin\u00f4nimo das palavras ou express\u00f5es em destaque:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1. Em: \u201d&#8230; gato de ra\u00e7a, de <b>bom-tom<\/b>&#8230;\u201d, a express\u00e3o em destaque refere-se \u00e0 pessoa que \u00e9:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) rica\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) bondosa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) fina\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) natural<\/p>\n<p>2. A\u00a0 frase: \u201c<b>Este gato s\u00f3 faltava falar<\/b>\u201d \u00a0tem o mesmo significado que:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) Este gato, quando fica s\u00f3, tenta falar.<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) Falar \u00e9 s\u00f3 o que falta a este gato.<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) S\u00f3 este gato \u00e9 que falta falar.<\/p>\n<p>d.(\u00a0\u00a0 ) S\u00f3 este gato \u00e9 que tenta falar.<\/p>\n<p>3. Em: \u201cManso e inteligente, seu olhar era <b>humano<\/b>\u201d, a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) pr\u00f3prio do homem\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) bondoso<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) submisso \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0d.(\u00a0\u00a0 ) que ama os seus semelhantes<\/p>\n<p>4. Em: \u201cCuriosa <b>natureza<\/b>, pensava a mulher&#8230;\u201d a palavra em destaque tem o mesmo significado que em:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) Vive arranjando confus\u00f5es de toda a natureza.<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) Ele contemplava a natureza com olhos de artista.<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) Aquele rapaz tem p\u00e9ssima natureza.<\/p>\n<p>d.(\u00a0\u00a0 ) Conservava, aos quarenta anos, todas as boas qualidades de sua natureza.<\/p>\n<p>5. Em: \u201c&#8230;e um papagaio <b>cretino mas parlapat\u00e3o<\/b>&#8230;\u201d a express\u00e3o em destaque indica que o papagaio era:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) pouco inteligente mas muito falante<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) meio amalucado mas bonach\u00e3o<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) pouco instru\u00eddo mas muito observador<\/p>\n<p>6. Em: \u201cE quanto mais <b>meditava<\/b> mais tempo gastava&#8230;\u201d a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) planejava\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) pensava\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) examinava\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) estudava<\/p>\n<p>7. Relacione as colunas de modo a fazer a correspond\u00eancia entre as palavras que se seguem, formadas por <b>auto<\/b> e sua significa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>1. (\u00a0\u00a0 ) autocr\u00edtica\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 a. vida de um indiv\u00edduo escrita por ele mesmo<\/p>\n<p>2. (\u00a0\u00a0 ) autopuni\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. cr\u00edtica feita por algu\u00e9m a si mesmo<\/p>\n<p>3. (\u00a0\u00a0 ) autobiografia \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. avalia\u00e7\u00e3o feita por um indiv\u00edduo para provar a ele pr\u00f3prio que sabe determinados conhecimentos<\/p>\n<p>4. (\u00a0\u00a0 ) autom\u00f3vel \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0d. Ve\u00edculo que se locomove por seus pr\u00f3prios meios<\/p>\n<p>5. (\u00a0\u00a0 ) auto-retrato \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0e. castigo imposto por um indiv\u00edduo a si mesmo<\/p>\n<p>6. (\u00a0\u00a0 ) autoa-valia\u00e7\u00e3o \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0f. retrato de um indiv\u00edduo feito por ele mesmo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8. Em: \u201cTemendo ver <b>fracassado<\/b> o seu experimento cient\u00edfico&#8230;\u201d \u00a0a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) quebrado \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) reduzido a peda\u00e7os<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) mal-acabado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) malsucedido<\/p>\n<p>9. Em: \u201c&#8230;<b>sepultando<\/b> a dama gentil&#8230;\u201d \u00a0a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) escondendo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) isolando\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) soterrando\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0d.(\u00a0\u00a0 ) abrigando<\/p>\n<p>10. Em: \u201c&#8230;em meio aos <b>escombros<\/b>&#8230;\u201d a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) restos de constru\u00e7\u00e3o desmoronados<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) cinzas resultantes de um inc\u00eandio<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) ru\u00eddos provocados por um desmoronamento<\/p>\n<p>d.(\u00a0\u00a0 ) subst\u00e2ncias venenosas<\/p>\n<p>11. Em: \u201cO gato, escondido <b>melancolicamente<\/b> num terreno baldio&#8230;\u201d a palavra em destaque significa:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) assustadoramente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) tristemente<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) nervosamente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) timidamente<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.<\/p>\n<p>12. S\u00e3o caracter\u00edsticas da dama:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) bondade, simpatia e intelig\u00eancia<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) coragem, simpatia e desenvoltura<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) persist\u00eancia, teimosia e velhice<\/p>\n<p>13. O gato da dama \u00e9 apresentado como sendo um animal:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) bonito, terno, amigo, de boa ra\u00e7a e inteligente<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) bonito, inteligente, pac\u00edfico e pregui\u00e7oso<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) terno, amigo, raro e pregui\u00e7oso<\/p>\n<p>d.(\u00a0\u00a0 ) bonito, terno, corajoso e inteligente<\/p>\n<p>14. O fen\u00f4meno que a dama n\u00e3o conseguia compreender era:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) a burrice do gato \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b.(\u00a0\u00a0 ) a mudez do papagaio<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) a intelig\u00eancia do papagaio\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) a mudez do gato<\/p>\n<p>15. O papagaio percebeu o que estava para acontecer-lhe quando:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) olhou para a sua dona\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) escutou o que sua dona dizia<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) aproximou-se do gato\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) j\u00e1 estava para ser morto<\/p>\n<p>16. Ao ter a ideia genial, a dama sentiu-se:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) arrependida por ter que sacrificar a ave<\/p>\n<p>b.(\u00a0\u00a0 ) satisfeita e recompensada<\/p>\n<p>c.(\u00a0\u00a0 ) pesarosa pelo fato de a ideia n\u00e3o lhe ter ocorrido antes<\/p>\n<p>d.(\u00a0\u00a0 ) temerosa de n\u00e3o estar certa<\/p>\n<p>17. A opera\u00e7\u00e3o que envolve a morte do papagaio at\u00e9 a ingest\u00e3o do alimento por parte do gato durou aproximadamente:<\/p>\n<p>a.(\u00a0\u00a0 ) 1 hora\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b.(\u00a0\u00a0 ) 2 horas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c.(\u00a0\u00a0 ) 3 horas\u00a0\u00a0\u00a0 d.(\u00a0\u00a0 ) 24 horas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Responda com sua palavras:<\/p>\n<p>18. Quanto tempo era gasto diariamente pela dama com os m\u00e9todos de ensino ao gato?<\/p>\n<p>19. Quando foi que ocorreu \u00e0 dama a f\u00f3rmula que lhe pareceu adequada para fazer com que o gato falasse?<\/p>\n<p>________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><b>GABARITO<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. c\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. B\u00a0\u00a0\u00a0 3. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 4. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 5. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 6. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 7. A seq\u00fc\u00eancia \u00e9: b, e,\u00a0 a, d, f, c\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 8. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 9. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">10. a\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 11. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 12. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 13. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 14. D\u00a0\u00a0\u00a0 15. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 16. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 17. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">18. Todo dia a dama gastava uma a duas horas tentando ensinar o gato a falar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">19. Exatamente no dia 16 de maio de 1958.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O texto abaixo \u00e9 de Mill\u00f4r Fernandes, escritor que se distingue por tratar de maneira quase sempre humor\u00edstica, de assuntos os mais vari\u00e1veis; sociedade, pol\u00edtica, fam\u00edlia, o cotidiano&#8230; O texto apresentado \u00e9 uma esp\u00e9cie de f\u00e1bula que, ao contr\u00e1rio das tradicionais, tem como personagem principal um ser humano e em que a moral n\u00e3o pode 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