{"id":801,"date":"2013-10-26T20:13:37","date_gmt":"2013-10-26T20:13:37","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=801"},"modified":"2013-10-26T20:13:37","modified_gmt":"2013-10-26T20:13:37","slug":"texto-para-interpretacao-70-o-carteiro-nivel-medio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=801","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 70 &#8211; O CARTEIRO (N\u00edvel M\u00e9dio)"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 70 \u2013 O CARTEIRO (N\u00edvel M\u00e9dio)<\/p>\n<p align=\"center\"><!--more-->O CARTEIRO<\/p>\n<p>\u201cQuando o carteiro chegou \/ E o meu nome gritou \/ Com uma carta na m\u00e3o \/ \u00a0Ante surpresa t\u00e3o rude, \/ Nem sei como pude \/ Chegar ao port\u00e3o. \/ Lendo o envelope bonito \/ No seu sobrescrito \/ Eu reconheci \/ A mesma caligrafia \/ Que me disse um dia: \/ Estou farto de ti. \/ Por\u00e9m, n\u00e3o tive a coragem \/ De abrir a mensagem. Porque, na incerteza, \/ Eu meditava e dizia: Ser\u00e1 de alegria \/ ou ser\u00e1 de tristeza? \/ Quanta verdade tristonha \/ A mentira risonha que uma carta nos traz \/ E assim pensando, rasguei \/ Tua carta e queimei \/ Para n\u00e3o sofrer mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A \u00faltima grava\u00e7\u00e3o da m\u00fasica acima (de C\u00edcero Nunes e Aldo Cabral) foi feita magistralmente pela sempre impec\u00e1vel N\u00e1 Ozzetti, em <i>Show<\/i>. E a can\u00e7\u00e3o me veio \u00e0 cabe\u00e7a com for\u00e7a total ao assistir o curta-metragem do Jacques Tati<sup>1<\/sup>, de 1947, chamado<i> Escola de Carteiros<\/i>. Tem no DVD <i>Curtindo Jacques Tati<\/i>. Recomendo principalmente para quem nunca ouviu falar nele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mas vendo o <i>Mon oncle<\/i><sup>2<\/sup> entregando cartas e ouvindo a N\u00e1, comecei a pensar no carteiro. Hoje em dia o carteiro virou um mala. Um mala direto. Fico fora de S\u00e3o Paulo e quando volto, depois de um m\u00eas, tem um metro de correspond\u00eancia. Avisos banc\u00e1rios, cobran\u00e7as, ofertas, convites, convites, convites, mala direta direto. Carta, nenhuma. Carta que eu digo \u00e9 aquilo escrito \u00e0 m\u00e3o, de algu\u00e9m para algu\u00e9m, contando as novidades, declarando seu amor, ou encerrando uma aventura. J\u00e1 n\u00e3o se fazem mais cartas como antigamente. O fax e depois os <i>mails<\/i> acabaram com a carta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Veja aquela letra: \u201c<i>Quando o carteiro chegou e meu nome gritou.\u201d <\/i>Existia uma rela\u00e7\u00e3o entre o carteiro e o destinat\u00e1rio (que palavra!). Voc\u00ea \u00a0deve ter lido ou assistido <i>O carteiro e o poeta<sup>3<\/sup><\/i>. Aquilo, sim, era um poeta e um carteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O carteiro fazia parte do nosso imagin\u00e1rio, das nossas esperan\u00e7as, dos nossos amores. Escreviam-se cartas. Voc\u00ea pegava aquele papel de carta e sabia que ele foi manuseado l\u00e1 longe, noutra cidade, noutro pa\u00eds, por aquelas m\u00e3os que o redigiram. E n\u00e3o que digitaram. Era comum algumas cartas chegarem com manchas. L\u00e1grimas que pingavam por emo\u00e7\u00e3o ou dor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E hoje o carteiro \u00e9 um mala. Oitenta por cento do que ele traz s\u00e3o jogados imediatamente no lixo mais pr\u00f3ximo. A cada convite que jogo no lixo, sinto pena do carteiro. Ele caminhou quadras e quadras para me levar aquilo. Mas nada daquilo me emociona. N\u00e3o recebo mais do carteiro uma comovente not\u00edcia de morte. Muito menos uma carta de amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mais malas ainda se tornam os carteiros na \u00e9poca de Natal, com aqueles cart\u00f5es horrorosos de boas festas e um ano de paz e prosperidade. Desejar isso nos dias de hoje \u00e9 uma goza\u00e7\u00e3o: no mundo e no Brasil. Deviam escrever: que em 2003 voc\u00ea segure todas. E o pior \u00e9 o \u201cjunto aos seus\u201d. Eu nunca sei quem s\u00e3o os meus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Em \u00e9poca de elei\u00e7\u00f5es, o carteiro fica insuport\u00e1vel com aqueles santinhos todos de deputados e vereadores. O mais engra\u00e7ado \u00e9 aquilo se chamar santinho e quando voc\u00ea olha para a cara do remetente (que palavra!), de santo n\u00e3o tem picas.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O carteiro tende a desaparecer totalmente da face da Terra dentro de \u2013 no m\u00e1ximo \u2013 dez anos. Tudo chegar\u00e1 pelo computador. Tudo! At\u00e9 as malas diretas dos malas cheios de indiretas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ningu\u00e9m mais escreve cartas ao coronel nem ao soldado raso. Ningu\u00e9m mais tem coragem de escrever num papel o seu amor eterno (ou n\u00e3o) e assinar embaixo. E deixar duas gotas paralelas de l\u00e1grimas carimbarem a verdade no papel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O carteiro est\u00e1 morrendo e com ele muito, mas muito mesmo de um outro mundo. De um mundo mais rom\u00e2ntico, \u00e9 claro. Onde a gente ficava no port\u00e3o esperando pelo personagem, ansioso, apreensivo, tenso. E, depois de abrir a carta, sorrir ou chorar. \u00c9, a emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o nos chega mais pelas m\u00e3os do carteiro e do porteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como j\u00e1 dizia o poeta l\u00e1 de cima, \u201cquanta verdade tristonha a mentira risonha que uma carta nos traz\u201d. \u00c9, Neruda<sup>4<\/sup>, j\u00e1 n\u00e3o se fazem mais carteiros nem poetas como na sua \u00e9poca.<\/p>\n<p align=\"right\">( M\u00e1rio Prata. In: <i>Estado de S\u00e3o Paulo<\/i>. 12 de fevereiro de 2003)<\/p>\n<p>Notas Explicativas.<\/p>\n<p>1 \u2013 Jacques Tati: cineasta franc\u00eas (1907 \u2013 1982). Em seus filmes satirizava a vida moderna. Entre seus filmes mais conhecidos destacam-se: <i>As f\u00e9rias do Sr. Hulot; Meu tio; Play Time <\/i>\u00a0e <i>As aventuras do Mr. Hulot no tr\u00e1fego louco. Escola de carteiro<\/i> \u00e9 um curta-metragem produzido em 1947.<\/p>\n<p>2 \u2013 <i>Mon oncle<\/i>: <i>Meu Tio, <\/i>em portugu\u00eas, \u00e9 o t\u00edtulo de um filme do cineasta Jacques Tati, em que ele mesmo interpreta o personagem Monsieur Hulot.<\/p>\n<p>3 \u2013 <i>O carteiro e o poeta:<\/i> filme baseado no romance \u201cArdente paci\u00eancia\u201d, do escritor chileno Antonio Sk\u00e1rmeta. O filme narra a rela\u00e7\u00e3o de amizade entre o poeta Pablo Neruda e um carteiro.<\/p>\n<p>4 \u2013 <i>Pablo Neruda<\/i>: (1904 \u2013 1973), escritor chileno, autor de diversas obras e premiado com o Pr\u00eamio Nobel de Literatura. ________________________________________________________________<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>O texto apresenta uma conhecida m\u00fasica popular brasileira, onde o poeta descreve seu sentimento ao receber uma carta. Responda: quem recebeu a carta: um homem ou uma mulher? Justifique.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li>O que teria motivado M\u00e1rio Prata a escrever a cr\u00f4nica <i>O Carteiro?<\/i><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li>Uma das caracter\u00edsticas das cr\u00f4nicas de M\u00e1rio Prata \u00e9 o humor. Na passagem: \u201choje em dia o carteiro virou um mala. Um mala direto\u201d, em que aspecto lingu\u00edstico est\u00e1 centrado o humor?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"4\">\n<li>De acordo com o Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio, <b>carta<\/b> \u00e9 uma comunica\u00e7\u00e3o escrita ou impressa endere\u00e7ada a uma pessoa. Para o cronista, o que \u00e9 uma carta?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"5\">\n<li>Voc\u00ea concorda com a afirma\u00e7\u00e3o do cronista de que \u201co carteiro tende a desaparecer totalmente da face da Terra dentro de \u2013 no m\u00e1ximo \u2013 dez anos\u201d? Observe que o texto foi escrito em 2003. Justifique sua resposta.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"6\">\n<li>Uma das fun\u00e7\u00f5es do pronome \u00e9 a de referir-se a algo expresso anteriormente no texto. Na frase: \u201cDesejar <b>isso<\/b> nos dias de hoje \u00e9 uma goza\u00e7\u00e3o: no mundo e no Brasil\u201d, a que o pronome demonstrativo <i>\u201cisso\u201d<\/i> est\u00e1 se referindo?<\/li>\n<\/ol>\n<p>______________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Gabarito:<\/span><\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Uma mulher. A letra diz: \u201ca mesma caligrafia que me disse um dia: estou <i>farto<\/i> de ti\u201d. Se o remetente fosse uma mulher teria escrito \u201cestou <i>farta<\/i> de ti\u201d. Logo, quem remeteu foi um homem e quem recebeu foi uma mulher.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A saudade que o autor sente da emo\u00e7\u00e3o que a figura do carteiro de antigamente produzia ao entregar as cartas e que hoje isso n\u00e3o \u00e9 mais transmitido, uma vez que raramente algu\u00e9m escreve cartas do pr\u00f3prio punho ou recebe pessoalmente as cartas enviadas atrav\u00e9s do correio.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Na express\u00e3o \u201cmala direto\u201d, onde o escritor usou a express\u00e3o (<i>que indica, atualmente, o envio de correspond\u00eancias via internet, atrav\u00e9s de correio eletr\u00f4nico (e-mail<\/i>) com o significado de algu\u00e9m importuno, que n\u00e3o \u00e9 bem vindo, algu\u00e9m que s\u00f3 causa inc\u00f4modo.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"4\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">\u201c&#8230; \u00e9 aquilo escrito \u00e0 m\u00e3o, de algu\u00e9m para algu\u00e9m, contando as novidades, declarando seu amor ou encerrando uma aventura.\u201d<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"5\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">Resposta pessoal.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"6\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">\u00c0 paz e prosperidade declaradas na frase anterior: \u201c&#8230; com aqueles cart\u00f5es horrorosos de boas festas e um ano de paz e prosperidade.\u201d<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 70 \u2013 O CARTEIRO (N\u00edvel M\u00e9dio)<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[5,27],"tags":[],"class_list":["post-801","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ensino-medio","category-textos-para-interpretacao","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/801","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=801"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/801\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=801"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=801"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=801"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}