{"id":807,"date":"2013-10-30T21:32:02","date_gmt":"2013-10-30T21:32:02","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=807"},"modified":"2013-10-30T21:32:02","modified_gmt":"2013-10-30T21:32:02","slug":"texto-para-interpretacao-71-os-meses-do-ano-nivel-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=807","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 71 &#8211; OS MESES DO ANO (N\u00edvel Fundamental)"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 71 \u2013 OS MESES DO ANO (N\u00edvel Fundamental)<\/p>\n<p>Hoje voc\u00ea far\u00e1 uma leitura diferente. Trata-se de um conjunto de textos curtos retirados de um calend\u00e1rio de 1978 da Caixa Econ\u00f4mica Federal. Cada parte se refere a um m\u00eas. O calend\u00e1rio \u00e9 antigo, mas como n\u00e3o mudaram os meses do ano, os textos permanecem atuais.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"center\">JANEIRO \u00a0(Clarice Lispector)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eu vos afian\u00e7o que 1978 \u00e9 o verdadeiro ano cabal\u00edstico, pois asoma final de suas unidades \u00e9 sete. Portanto, mandei lustrar os Instantes do Tempo, rebrilhar as Estrelas, lavar a Lua com leite e o Sol com oiro l\u00edquido. Cada ano que se inicia, come\u00e7o eu a viver.<\/p>\n<p align=\"center\">FEVEREIRO (Luis Fernando Ver\u00edssimo)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O m\u00eas mais curto \u00e9 o que mais voc\u00eas curtem. Voc\u00eas, estilizados. Eu, no ar-condicionado. Voc\u00eas, na ter\u00e7a-feira gorda. Eu, um quarta-feirento. Cinzento. Eu, ver\u00edssimo. Voc\u00eas, ver\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"center\">MAR\u00c7O \u00a0(Pedro Nava)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mar\u00e7o \u00e9 o m\u00eas de prod\u00edgios infinitos \u2013 j\u00e1 que mar cabe em seu nome. Mar\u00e7o abre aulas. Mar\u00e7o enche a rua de garotos. Ah! mar\u00e7omar! Faz o milagre de acordar em mim o menino que j\u00e1 fui&#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">ABRIL \u00a0(Elsie Lessa)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Abril, floral. O come\u00e7o da primavera, bom como todos os come\u00e7os. A promessa de um inverno, que \u00e9 o resto da primavera. E j\u00e1 esperar pelas do\u00e7uras de maio, o m\u00eas que \u00e9 primavera no mundo inteiro.<\/p>\n<p align=\"center\">MAIO \u00a0(M\u00e1rio Quintana)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ao claro som dos sinos de Maria, o Outono aporta no Pa\u00eds de Maio em sua barca toda azul e ouro!<\/p>\n<p align=\"center\">JUNHO \u00a0(Carlos Drummond de Andrade)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Os amantes se aquecem mais em junho. A car\u00edcia, entre l\u00e3s, avan\u00e7a c\u00e1lida. O toque, o beijo, a inquieta\u00e7\u00e3o daninha fagulham, puro ardor, sob o c\u00e9u p\u00e1lido.<\/p>\n<p align=\"center\">JULHO \u00a0(Lygia Fagundes Telles)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 tempo de frio, mas \u00e9 tempo de f\u00e9rias. Este \u00e9 tamb\u00e9m o tempo de se lavrar a terra para as sementeiras. Tempo de amar e rezar para melhor crescer \u00e1rvore e filho. Juuuulho! O vento chama. Juuuulho!&#8230;<\/p>\n<p align=\"center\">AGOSTO \u00a0 (Otto Lara Resende)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ao contr\u00e1rio do que se sup\u00f5e (rif\u00e3o \u00e9 rima s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 verdade) agosto exala um perfume de suavidade, como est\u00e1 no Eclesiastes, formosa oliveira dos campos. Na metade de agosto, exatamente a 15, Nossa Senhora desce \u00e0 terra, porque subiu ao c\u00e9u. M\u00eas augusto, m\u00eas do amor, m\u00eas da Gl\u00f3ria; tudo a gosto.<\/p>\n<p align=\"center\">SETEMBRO \u00a0 (Rubem Braga)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tem a Independ\u00eancia do Brasil, a Natividade de Nossa Senhora e o mais simp\u00e1tico de todos os dias santos, porque \u00e9 o dia dos meninos pobres, o de S\u00e3o Cosme s S\u00e3o Dami\u00e3o. E tamb\u00e9m tem, se os senhores n\u00e3o se incomodam, a Primavera.<\/p>\n<p align=\"center\">OUTUBRO \u00a0 (Fernando Sabino)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quando eu era menino, o dia 12 de outubro era uma festa para mim. \u2013 Que \u00e9 que voc\u00ea quer ser quando crescer? \u2013 os mais velhos perguntavam. Hoje n\u00e3o perguntam mais. Se perguntassem eu diria, como Fellini, que quero ser menino.<\/p>\n<p align=\"center\">NOVEMBRO \u00a0(Jos\u00e9 Am\u00e9rico de Almeida)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No seu pen\u00faltimo m\u00eas, o ano marca um encontro emocionante. O Dia dos Finados \u00e9 a visita que a vida faz \u00e0 morte. Nada mais existe e o invis\u00edvel est\u00e1 presente para recolher uma saudade sem esperan\u00e7a, a saudade que desconhece qualquer promessa de tempo.<\/p>\n<p align=\"center\">DEZEMBRO \u00a0 \u00a0(Paulo Mendes Campos)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coitado do homem tropical se ele for incapaz de ver, ouvir e viver o ver\u00e3o. Coitado de quem passa o ver\u00e3o a bufar (que calor! que calor!), sem abrir os sentidos para o esc\u00e2ndalo vital que \u00e9 a natureza em dezembro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>GLOSS\u00c1RIO<\/p>\n<p>Afian\u00e7ar \u2013 garantir<\/p>\n<p>Aporta \u2013 chega<\/p>\n<p>Ardor \u2013 calor<\/p>\n<p>Augusto \u2013 majestoso<\/p>\n<p>Cabal\u00edstico \u2013 m\u00e1gico, misterioso<\/p>\n<p>C\u00e1lida \u2013 morna<\/p>\n<p>Curtir \u2013 aproveitar, viver intensamente<\/p>\n<p>Daninha \u2013 endiabrada<\/p>\n<p>Eclesiastes \u2013 livro da B\u00edblia que faz parte do Velho Testamento<\/p>\n<p>Emocional \u2013 comovedor<\/p>\n<p>Esc\u00e2ndalo vital \u2013 abund\u00e2ncia de vida, de energia<\/p>\n<p>Estilizados \u2013 fantasiados<\/p>\n<p>Exala \u2013 desprende, emana<\/p>\n<p>Fagulham \u2013 brilham<\/p>\n<p>Fellini \u2013 cineasta italiano de renome internacional<\/p>\n<p>Homem tropical \u2013 home que habita os pa\u00edses situados na zona tropical (quente) da terra<\/p>\n<p>Inquieta\u00e7\u00e3o \u2013 desassossego<\/p>\n<p>Lavrar \u2013 preparar a terra para o plantio<\/p>\n<p>Oiro \u2013 ouro<\/p>\n<p>Oliveira \u2013 \u00e1rvore que produz a azeitona<\/p>\n<p>Prod\u00edgios \u2013 milagres<\/p>\n<p>Rif\u00e3o \u2013 prov\u00e9rbio<\/p>\n<p>Sementeira \u2013 plantio de sementes<\/p>\n<div>\n<p>____________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<p>Se voc\u00ea leu e compreendeu bem os textos, responda \u00e0s quest\u00f5es que apresentamos a seguir.<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>A mensagem do texto JANEIRO \u00e9 muito significativa, porque \u00e9 uma mensagem de otimismo. Retire do texto a frase que traduz a esperan\u00e7a no ano que come\u00e7a.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li>Em um texto, as palavras podem ser empregadas com sentido real (denotativo) ou sentido figurado (conotativo). Assinale com:<\/li>\n<\/ol>\n<p><b>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a01 &#8211;<\/b> as frases que contenham express\u00f5es empregadas com sentido real ou denotativo;<\/p>\n<p><b>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a02<\/b> \u2013 as frases que contenham express\u00f5es empregadas com sentido figurado ou conotativo.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Eu vos afian\u00e7o que 1978 \u00e9 o verdadeiro ano cabal\u00edstico.<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) Pois a soma final de suas unidades \u00e9 sete.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Portanto, mandei lustrar os Instantes do Tempo.<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) Rebrilhar as Estrelas.<\/p>\n<p>e. (\u00a0\u00a0 ) Lavar a Lua com Leite.<\/p>\n<p>f.\u00a0 (\u00a0\u00a0 ) E o Sol com oiro l\u00edquido.<\/p>\n<p>g. (\u00a0\u00a0 ) Cada ano que se inicia.<\/p>\n<p>h. (\u00a0\u00a0 ) Come\u00e7o eu a viver.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>No texto FEVEREIRO, aparecem interessantes jogos de palavras. Exemplo: &#8220;O m\u00eas mais <strong>curto<\/strong> \u00e9 o que \u00a0voc\u00eas mais\u00a0<strong>curtem.&#8221;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>D\u00ea o significado das palavras grifadas, na frase.<\/p>\n<p>Curto: __________________________\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 curtem: ________________________________<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Neologismo s\u00e3o palavras novas, geralmente formadas a partir de outras palavras existentes no vocabul\u00e1rio da l\u00edngua. Retire do texto FEVEREIRO um neologismo.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"5\">\n<li>O texto FEVEREIRO foi escrito por Lu\u00eds Fernando Ver\u00edssimo. Ao dizer \u201cEu ver\u00edssimo\u201d, ele tanto pode se referir ao seu nome, como pode estar empregando o superlativo do adjetivo <b>vero<\/b>, que significa <i>verdadeiro<\/i>. O sentido da palavra <b>ver\u00edssimo<\/b>, no texto, \u00e9 amb\u00edgua, isto \u00e9, possui mais de um sentido. Na frase seguinte \u201c<b>Voc\u00eas ver\u00e3o<\/b>\u201d, ocorre a mesma situa\u00e7\u00e3o. Explique os dois sentidos da palavra <i>ver\u00e3o<\/i>, na frase.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"6\">\n<li>Ainda no texto FEVEREIRO aparecem refer\u00eancias a dois aspectos que caracterizam esse m\u00eas. Identifique-os analisando as express\u00f5es em negrito:<\/li>\n<\/ol>\n<p>A) Voc\u00eas <b>estilizados<\/b>. Voc\u00eas na <b>ter\u00e7a-feira gorda<\/b>. Eu, um <b>quarta-feirento<\/b>.<\/p>\n<p>B) Eu, no <b>ar-condicionado<\/b>. Voc\u00eas <b>ver\u00e3o.<\/b><\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>Transcreva do texto MAR\u00c7O a frase em que aparece um neologismo.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"8\">\n<li>ABRIL \u201c\u00e9 bom como todos os come\u00e7os\u201d. Nesta frase, entende-se que:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) o m\u00eas de abril \u00e9 bom porque fica no come\u00e7o do ano<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) todo come\u00e7o \u00e9 bom porque vem acompanhado de promessas e esperan\u00e7as<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) esse m\u00eas \u00e9 bom porque vai come\u00e7ar o inverno<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) todo come\u00e7o \u00e9 bom quando n\u00f3s somos jovens<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>No texto ABRIL lemos: \u201cE j\u00e1 esperar pelas do\u00e7uras de maio&#8230;\u201d.\u00a0 Identifique nesta frase a palavra empregada no sentido conotativo (ou sentido figurado).<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"10\">\n<li>Releia com aten\u00e7\u00e3o o texto MAIO e fa\u00e7a o que se pede:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diga se predomina nele a <b>denota\u00e7\u00e3o <\/b>(sentido real) ou a <b>conota\u00e7\u00e3o<\/b> (sentido figurado) no uso das palavras.<\/p>\n<p>b)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Escreva com palavras comuns o que voc\u00ea entendeu ao ler esse texto.<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>Do pequeno poema sobre o m\u00eas de JUNHO, retire as palavras que, em oposi\u00e7\u00e3o ao frio desse m\u00eas, relacionam-se com <b>calor.<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"12\">\n<li>Chamamos de <b>onomatopeias<\/b> as palavras que procuram imitar ru\u00eddos de animais ou de coisas. No texto do m\u00eas JULHO a autora empregou onomatopeias. Identifique-as e explique seu emprego.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"13\">\n<li>No texto AGOSTO, o autor se refere a um rif\u00e3o (prov\u00e9rbio popular): \u201c<i>Ao contr\u00e1rio do que se sup\u00f5e (<b>rif\u00e3o \u00e9 rima s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 verdade<\/b>) agosto exala um perfume de suavidade.\u201d<\/i> \u00a0A que prov\u00e9rbio popular o autor referiu-se?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"14\">\n<li>De acordo com o texto SETEMBRO, al\u00e9m da primavera, o m\u00eas de setembro \u00e9 importante porque nele se comemoram __________________________________________________________<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"15\">\n<li>No texto OUTUBRO, o autor escreveu: \u201cQuando eu era menino, o dia 12 de outubro era uma festa para mim\u201d. Ele refere-se dessa forma a esta data porque:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) era a data do anivers\u00e1rio dele<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) este dia era feriado<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) se comemora o Dia da Crian\u00e7a<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) nesse dia, o menino viu um filme de Fellini<\/p>\n<ol start=\"16\">\n<li>Conforme o texto NOVEMBRO, o que \u00e9 Dia de Finados?<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"17\">\n<li>No texto NOVEMBRO, h\u00e1 predomin\u00e2ncia do uso da conota\u00e7\u00e3o (sentido figurado das palavras). Identifique dois exemplos que comprovam isto.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"18\">\n<li>Segundo o texto DEZEMBRO, o homem tropical deve:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. ( \u00a0\u00a0) evitar o calor do ver\u00e3o<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) usar roupas mais leves no ver\u00e3o<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) viver e sentir intensamente a natureza de seu pa\u00eds<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) procurar regi\u00f5es de clima amenos, para passar o ver\u00e3o<\/p>\n<ol start=\"19\">\n<li>Escreva, nos par\u00eanteses, <b>D<\/b> para os casos de emprego de denota\u00e7\u00e3o e <b>C<\/b> para os casos de conota\u00e7\u00e3o, nas frases extra\u00eddas do texto DEZEMBRO:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) \u201cCoitado do homem tropical&#8230;\u201d<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) \u201c&#8230; se ele for incapaz de ver, ouvir e viver o ver\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) \u201cCoitado de quem passa o ver\u00e3o a bufar&#8230;\u201d<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) \u201c&#8230; sem abrir os sentidos para o esc\u00e2ndalo vital que \u00e9 a natureza em dezembro.\u201d<\/p>\n<ol start=\"20\">\n<li>No texto DEZEMBRO, a palavra <b>esc\u00e2ndalo<\/b> significa:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) espet\u00e1culo<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) mau procedimento<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) luxo<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) indigna\u00e7\u00e3o<\/p>\n<div>\n<p>\u00a0________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0GABARITO<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">1. \u201cCada ano que se inicia, come\u00e7o eu a viver.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">2. a. 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 f. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 g. 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 h. 2<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">3. curto = breve, de pouca dura\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 curtem = aproveitam, vivem intensamente<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">4. quarta-feirento, neologismo criado a partir da palavra quarta-feira<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">5. ver\u00e3o = esta\u00e7\u00e3o do ano\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ver\u00e3o = verbo ver, 3<sup>a<\/sup>. pessoa do plural, futuro do presente do indicativo<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">6. a) o carnaval, que em geral, se realiza neste m\u00eas<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0 b) o calor, pois fevereiro \u00e9 m\u00eas do ver\u00e3o, no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">7. \u201cAh! <b>mar\u00e7omar!<\/b>\u201d \u2013 neologismo criado pela combina\u00e7\u00e3o das palavras <b>mar\u00e7o <\/b>e <b>mar.<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">8. alternativa B<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">9. do\u00e7uras<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">10. a) predomina o uso da conota\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) <i>O texto informa<\/i>: O Outono come\u00e7a no m\u00eas de maio, que \u00e9 o m\u00eas consagrado a Nossa Senhora. <i>A frase que escrevemos tem sentido semelhante ao do texto, mas usamos o sentido real das palavras ou sentido denotativo.<\/i><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">11. aquecem, l\u00e3s, c\u00e1lida, fagulham, ardor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">12. \u201cjuuuulho!\u201d\u00a0 foi repetida a vogal <b>u<\/b> para imitar o ru\u00eddo do vento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">13. \u201cAgosto, m\u00eas de desgosto.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">14. a Independ\u00eancia do Brasil, a Natividade de Nossa Senhora e o dia de S\u00e3o Cosme e S\u00e3o Dami\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">15. alternativa C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">16. O Dia de Finados \u00e9 o dia em que a vida visita a morte. \u00c9 uma alus\u00e3o \u00e0 visita das pessoas (que est\u00e3o vivas) aos t\u00famulos (dos que morreram).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">17. Voc\u00ea pode ter identificado as seguintes frases:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 . \u201co ano marca um encontro emocional\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 . \u201ca visita que a vida faz \u00e0 morte\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 . \u201co invis\u00edvel est\u00e1 presente para recolher uma saudade sem esperan\u00e7a\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 . \u201ca saudade que desconhece qualquer promessa de tempo.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">18. alternativa C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">19. a. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. C \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0c. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">20. alternativa A<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 71 \u2013 OS MESES DO ANO (N\u00edvel Fundamental) Hoje voc\u00ea far\u00e1 uma leitura diferente. Trata-se de um conjunto de textos curtos retirados de um calend\u00e1rio de 1978 da Caixa Econ\u00f4mica Federal. Cada parte se refere a um m\u00eas. O calend\u00e1rio \u00e9 antigo, mas como n\u00e3o mudaram os meses do ano, os textos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[4,27],"tags":[],"class_list":["post-807","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ensino-fundamental","category-textos-para-interpretacao","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=807"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/807\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}