{"id":857,"date":"2014-01-26T15:31:32","date_gmt":"2014-01-26T15:31:32","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=857"},"modified":"2014-01-26T15:31:32","modified_gmt":"2014-01-26T15:31:32","slug":"texto-para-interpretacao-77-lingua-e-gramatica-nivel-mediosuperior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=857","title":{"rendered":"TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 77 &#8211; L\u00cdNGUA E GRAM\u00c1TICA (N\u00edvel M\u00e9dio\/Superior)"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 77 \u2013 L\u00cdNGUA E GRAM\u00c1TICA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (N\u00edvel M\u00e9dio e Superior)<\/p>\n<p>O rom\u00e2ntico Jos\u00e9 de Alencar preocupou-se com a l\u00edngua porque sentia que ela representava o ve\u00edculo fundamental de uma literatura independente: a nacionalidade apoia-se em primeiro lugar sobre a l\u00edngua. O texto abaixo reflete a defesa do escritor a respeito de nossa l\u00edngua e cultura.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"center\">L\u00cdNGUA E GRAM\u00c1TICA<\/p>\n<p align=\"right\">(Jos\u00e9 de Alencar)<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Minhas opini\u00f5es em mat\u00e9ria de gram\u00e1tica tem-me valido a reputa\u00e7\u00e3o de inovador, quando n\u00e3o a pecha de escritor incorreto e descuidado.<\/p>\n<p>Entretanto, poucos dar\u00e3o mais, se n\u00e3o tanta import\u00e2ncia \u00e0 forma do que eu: pois entendo que o estilo \u00e9 tamb\u00e9m uma arte pl\u00e1stica, por ventura muito superior a qualquer das outras destinadas \u00e0 revela\u00e7\u00e3o do belo. Como se explica, portanto, essa contradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pretendo tratar largamente desse assunto em uma pequena obra que tenho entre as m\u00e3os, e na qual me propus a fazer um estudo sobre a \u00edndole da l\u00edngua portuguesa, seu desenvolvimento e futuro, considerando especialmente a t\u00e3o cansada quest\u00e3o do estilo cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Sou obrigado, por\u00e9m a antecipar algumas reflex\u00f5es como resposta ao artigo que em seus <b>Novos Ensaios Cr\u00edticos<\/b> escreveu sobre <b>Iracema<\/b> um distinto literato portugu\u00eas, o Sr. Pinheiro Chagas.<\/p>\n<p>Vale a pena ser advertido por cr\u00edtico t\u00e3o ilustrado, quando a censura, como a sombra que destaca no quadro o vivo e fino colorido, n\u00e3o passa de um relevo imerecido a elogios dispensados com excessiva generosidade. A quest\u00e3o vai, portanto, estreme de qualquer assomo da vaidade, que estaria por demais satisfeita com as finezas recebidas. Eis as palavras do artigo a que me refiro:<\/p>\n<p><i>\u201cN\u00e3o, esse n\u00e3o \u00e9 o defeito que me parece dever notar-se na <b>Iracema<\/b>; o defeito que eu vejo em todos os livros brasileiros e contra o qual n\u00e3o cessarei de bradar intrepidamente \u00e9 a falta de corre\u00e7\u00e3o na linguagem portuguesa, ou antes a mania de tornar o brasileiro uma l\u00edngua diferente do velho portugu\u00eas por meio de neologismos arrojados e injustific\u00e1veis e de insubordina\u00e7\u00f5es gramaticais, que (tenham cautela) chegar\u00e3o a ser ris\u00edveis\u00a0 se quiserem tomar as propor\u00e7\u00f5es de uma insurrei\u00e7\u00e3o em regra contra a tirania de Lobato\u201d.<\/i><\/p>\n<p>Continua o escritor no desenvolvimento destas ideias pela maneira por que melhor se pode ver em sua obra, escusando de reproduzir todo o texto para n\u00e3o alongar-me.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do Sr. Pinheiro Chagas, a gram\u00e1tica \u00e9 um padr\u00e3o inalter\u00e1vel, a que o escritor se h\u00e1 de submeter rigorosamente. S\u00f3 o povo tem a for\u00e7a de transformar uma l\u00edngua, modificar sua \u00edndole, criar novas formas de dizer. Apoiado na opini\u00e3o de Max Muller, o ilustrado cr\u00edtico sustenta que a Filologia \u00e9 uma ci\u00eancia natural ou f\u00edsica, regida por leis invari\u00e1veis como a rota\u00e7\u00e3o dos astros.<\/p>\n<p>Singular doutrina que ningu\u00e9m se animou a produzir, nem mesmo a respeito das artes liberais, manifesta\u00e7\u00f5es menos inteligentes do pensamento. A m\u00fasica, a pintura e a escultura, que falam exclusivamente aos sentidos por sua natureza material, sofrem, n\u00e3o obstante, a impuls\u00e3o do esp\u00edrito. Beethoven ou Rossini, F\u00eddias ou Rafael, Prax\u00edteles ou Miguel \u00c2ngelo, qualquer dessas individualidades, sem falar de tantas outras, teve o poder de criar uma escola, de abrir novos horizontes \u00e0 sua arte, de revelar formas antes desconhecidas.<\/p>\n<p>A linguagem, por\u00e9m, a \u00fanica das artes que fala ao esp\u00edrito, \u00e9 um marco imut\u00e1vel, sobre o qual nenhuma a\u00e7\u00e3o t\u00eam os escritores, esses obreiros da palavra, que a nova teoria reduz \u00e0 condi\u00e7\u00e3o dos mec\u00e2nicos, mais ou menos destros no manejo de um material bruto!<\/p>\n<p>Suponho eu que h\u00e1 grande equivoca\u00e7\u00e3o na interpreta\u00e7\u00e3o dada \u00e0 teoria de Max Muller. O corpo de uma l\u00edngua, a sua subst\u00e2ncia material, que se comp\u00f5e de sons e vozes peculiares, esta s\u00f3 a pode modificar a soberania do povo, que nestes assuntos legisla diretamente pelo uso. Entretanto, mesmo nesta parte f\u00edsica \u00e9 infal\u00edvel a influ\u00eancia dos bons escritores: eles talham e pulem o grosseiro dialeto do vulgo, como o escultor cinzela o rude tro\u00e7o de m\u00e1rmore e dele extrai o fino lavor.<\/p>\n<p>Mas al\u00e9m dessa parte fon\u00e9tica da l\u00edngua, que forma seu corpo, h\u00e1 a parte l\u00f3gica, o seu esp\u00edrito, ou, para usar da terminologia da ci\u00eancia, a gram\u00e1tica. Essa n\u00e3o \u00e9, como se pretende, mera rotina ou usan\u00e7a confiada \u00e0 ignor\u00e2ncia do vulgo, que somente a pode alterar. Aqui est\u00e1 o ponto falso da teoria invocada.<\/p>\n<p>A gram\u00e1tica, ou a filosofia da palavra, \u00e9 incontestavelmente uma ci\u00eancia. Como todas as ci\u00eancias, ela deve ter em cada ra\u00e7a e em cada povo um per\u00edodo rudiment\u00e1rio. Ainda mesmo depois de largo desenvolvimento, existir\u00e1 algum ramo de conhecimentos humanos que n\u00e3o esteja imbu\u00eddo de falsas no\u00e7\u00f5es, e at\u00e9 mesmo de erros crassos?<\/p>\n<p>O mesmo sucede com a gram\u00e1tica: sa\u00edda da inf\u00e2ncia do povo, rude e incoerente, s\u00e3o os escritores que a v\u00e3o corrigindo e limando. Cotejem-se as regras atuais das l\u00edngua modernas com as regras que predominavam no per\u00edodo da forma\u00e7\u00e3o dessas l\u00edngua, e se conhecer\u00e1 a transforma\u00e7\u00e3o por que passaram todas sob a a\u00e7\u00e3o dos poetas e escritores.<\/p>\n<p align=\"right\">(Jos\u00e9 de Alencar. <i>Iracema.<\/i> Livraria Jos\u00e9 Olympio Editora, Rio de Janeiro, 1965)<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a leitura atenta do texto, fa\u00e7a o que se pede.<\/p>\n<p>A.Transcreva do texto lido a frase ou express\u00e3o que responde \u00e0s perguntas:<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>Qual \u00e9 o resultado que o escritor recebe em virtude de suas opini\u00f5es sobre gram\u00e1tica?<\/li>\n<li>Que cr\u00edtica \u00e9 feita ao escritor com menos frequ\u00eancia?<\/li>\n<li>Segundo o autor o que \u00e9 estilo?<\/li>\n<li>O que fez o sr. Pinheiro Chagas?<\/li>\n<li>Que defeito viu o sr. Pinheiro Chagas no romance de Alencar?<\/li>\n<li>Qual \u00e9 a opini\u00e3o do sr. Pinheiro Chagas a respeito da gram\u00e1tica?<\/li>\n<li>Segundo o sr. Pinheiro Chagas a quem cabe transformar a l\u00edngua?<\/li>\n<li>Qual a opini\u00e3o de Max Muller sobre a linguagem?<\/li>\n<li>Segundo Alencar, em que consiste uma l\u00edngua?<\/li>\n<\/ol>\n<p>B.\u00a0Assinale a \u00fanica alternativa correta a respeito do texto lido:<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>Alencar aceita a cr\u00edtica de ser:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) inovador\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) incorreto\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) descuidado<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>Segundo Alencar, ao povo compete transformar:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a l\u00edngua\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) o estilo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) o estilo e a l\u00edngua<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Segundo Alencar, ao escritor compete transformar:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a l\u00edngua\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0b. (\u00a0\u00a0 ) o estilo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) o estilo e a l\u00edngua<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Segundo Pinheiro Chagas, ao povo compete transformar:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a l\u00edngua\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) o estilo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) o estilo e a l\u00edngua<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>Segundo as palavras do cr\u00edtico portugu\u00eas, ao escritor compete transformar:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a l\u00edngua\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) o estilo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) nenhum deles<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>O cr\u00edtico reclama de um erro que julga pr\u00f3prio:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) dos escritores brasileiros \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. ( \u00a0 ) de Jos\u00e9 de Alencar \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. ( \u00a0 ) do romance\u00a0<em>Iracema<\/em><\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>A atua\u00e7\u00e3o de um escritor se destaca, se considerarmos a opini\u00e3o de:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Jos\u00e9 de Alencar\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) Pinheiro Chagas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) qualquer um deles<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>Jos\u00e9 de Alencar discorda de se reduzir o escritor a um:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) obreiro da palavra \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0b. ( \u00a0 ) mec\u00e2nico da palavra \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. ( \u00a0 ) artista pl\u00e1stico<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>Jos\u00e9 de Alencar considera um engano:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) as ideias de Max Muller<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) a interpreta\u00e7\u00e3o de Pinheiro Chagas<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) as opini\u00f5es de ambos<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>Eram m\u00fasicos:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Beethoven e Rossini<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) F\u00eddias e Rafael<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Prax\u00edteles e Miguel \u00c2ngelo<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>Eram pintores:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Beethoven e Rossini<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) F\u00eddias e Rafael<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Prax\u00edteles e Miguel \u00c2ngelo<\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li>Eram escultores:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) Beethoven e Rossini<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) F\u00eddias e Rafael<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) Prax\u00edteles e Miguel \u00c2ngelo<\/p>\n<p>13. O acerto das tr\u00eas \u00faltimas quest\u00f5es depende apenas da leitura:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) do texto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 b. ( \u00a0 ) do contexto \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0c. ( \u00a0 ) do conhecimento<\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li>Alencar era de opini\u00e3o que brasileiros e portugueses possu\u00edam:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) a mesma l\u00edngua \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0a. ( \u00a0 ) o mesmo estilo \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 c. ( \u00a0 ) a mesma l\u00edngua e estilo<\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li>Alencar considera que a gram\u00e1tica estuda a l\u00edngua:<\/li>\n<\/ol>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) na sua subst\u00e2ncia material<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) na sua parte l\u00f3gica<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) em ambas as \u00e1reas<\/p>\n<p>___________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Gabarito:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o A-1: \u201cTem-me valido a reputa\u00e7\u00e3o de inovador.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-2: \u201c&#8230;\u00e9 a pecha de escritor incorreto e descuidado.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-3: \u201c&#8230; \u00e9 tamb\u00e9m uma arte pl\u00e1stica&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-4: \u201c&#8230; escreveu sobre <i>Iracema<\/i>&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-5: \u201c&#8230; \u00e9 a falta de corre\u00e7\u00e3o na linguagem portuguesa&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-6: \u201c&#8230; \u00e9 um padr\u00e3o inalter\u00e1vel&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-7: \u201cS\u00f3 o povo tem a for\u00e7a de transformar uma l\u00edngua&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-8: \u201c&#8230; a Filologia \u00e9 uma ci\u00eancia natural ou f\u00edsica, regida por leis inalter\u00e1veis&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A-9: \u201c&#8230; se comp\u00f5e de sons e vozes peculiares&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o B.<\/span><\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">C<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">C<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">C<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B (a s\u00e9rie de artes e de artistas est\u00e3o na mesma ordem: m\u00fasica e m\u00fasicos; pintura e pintores; escultura e escultores)<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">A<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #ff0000;\">B<\/span><\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 77 \u2013 L\u00cdNGUA E GRAM\u00c1TICA\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (N\u00edvel M\u00e9dio e Superior) O rom\u00e2ntico Jos\u00e9 de Alencar preocupou-se com a l\u00edngua porque sentia que ela representava o ve\u00edculo fundamental de uma literatura independente: a nacionalidade apoia-se em primeiro lugar sobre a l\u00edngua. O texto abaixo reflete a defesa do escritor a respeito de nossa l\u00edngua [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[5,27],"tags":[],"class_list":["post-857","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ensino-medio","category-textos-para-interpretacao","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=857"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/857\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}