{"id":880,"date":"2014-03-20T14:01:47","date_gmt":"2014-03-20T14:01:47","guid":{"rendered":"http:\/\/portugues.camerapro.com.br\/?p=880"},"modified":"2014-03-20T14:01:47","modified_gmt":"2014-03-20T14:01:47","slug":"texto-tecnico-para-interpretacao-15-a-importancia-do-texto-espontaneo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=880","title":{"rendered":"TEXTO T\u00c9CNICO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 15 &#8211; A IMPORT\u00c2NCIA DO TEXTO ESPONT\u00c2NEO"},"content":{"rendered":"<p>TEXTO T\u00c9CNICO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 15 \u2013 A IMPORT\u00c2NCIA DO TEXTO ESPONT\u00c2NEO<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que a aprendizagem da l\u00edngua escrita \u00e9 apenas saber escrever corretamente a ortografia das palavras?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><!--more-->\u00a0A IMPORT\u00c2NCIA DO TEXTO ESPONT\u00c2NEO<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O ato de escrever \u00e9 um ato de comunica\u00e7\u00e3o. Envolve a rela\u00e7\u00e3o entre um emissor (aquele que escreve), um receptor (aquele que l\u00ea) e uma mensagem (aquilo que est\u00e1 escrito). O importante neste ato \u00e9 a capacidade que deve ter o emissor de colocar a mensagem de forma que o receptor perceba claramente o que o emissor transmite. Neste sentido, a escrita aproxima-se bastante da fala. Ao falarmos, praticamos um ato lingu\u00edstico atrav\u00e9s do qual interagimos com o nosso ouvinte.<\/p>\n<p>Quando a crian\u00e7a ingressa na escola, j\u00e1 possui a capacidade de praticar atos de fala \u2013 transmite mensagens orais atrav\u00e9s das quais os ouvintes tomam consci\u00eancia das suas inten\u00e7\u00f5es. A tend\u00eancia imediata da crian\u00e7a \u00e9 produzir textos escritos bastantes semelhantes \u00e0queles que produz na fala. A crian\u00e7a \u00e9, naturalmente, uma \u201ccontadora de hist\u00f3rias\u201d. \u00c9 atrav\u00e9s da hist\u00f3ria que a crian\u00e7a expressa a sua vis\u00e3o de\u00a0 mundo, a sua experi\u00eancia e, principalmente, desenvolve a capacidade de descentra\u00e7\u00e3o, ou seja, de sair de si mesma.<\/p>\n<p>\u00c9 bastante comum que o professor alfabetizador, preocupado com a corre\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica, iniba esta capacidade natural da crian\u00e7a. \u00c9 necess\u00e1rio que, ao contr\u00e1rio, o professor incentive a cria\u00e7\u00e3o do texto espont\u00e2neo, dando assim, margem ao desenvolvimento da capacidade de express\u00e3o da crian\u00e7a.<\/p>\n<p>Observe abaixo, o texto produzido por uma crian\u00e7a de 2<sup>o<\/sup>. ano do Ensino Fundamental:<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"246\">\n<p align=\"center\">Texto escrito pela crian\u00e7a<\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"246\">\n<p align=\"center\">Texto traduzido com corre\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"246\">&nbsp;<\/p>\n<p>Era uma vez uma bela ador mesida que xamava Elizab\u00e9te apa receu umbripi abechou tivagarinho e oseste an\u00e3odimirar\u00e3o \u00e9 lalev\u00e3otou e falou quei \u00e9 voc\u00ea eu sou abrisipi um brisipe obrisipi falou euqu\u00e9rocaza com vose eu tabeiqu\u00e9ro cazar com voc\u00ea viver\u00e3o fezes para sebre na cast\u00e9 lo cazar\u00e3o parasebre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"246\">&nbsp;<\/p>\n<p>Era uma vez uma bela adormecida que se chamava Elizabete. Apareceu um pr\u00edncipe que a beijou devagarinho e os sete an\u00f5es se admiraram. Ela levantou e falou:<\/p>\n<p>&#8211; Quem \u00e9 voc\u00ea?<\/p>\n<p>&#8211; Eu sou um pr\u00edncipe.<\/p>\n<p>O pr\u00edncipe falou:<\/p>\n<p>&#8211; Eu quero casar com voc\u00ea.<\/p>\n<p>&#8211; Eu tamb\u00e9m quero casar com voc\u00ea.<\/p>\n<p>E viveram felizes para sempre no castelo. Casaram para sempre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Podemos perceber que o texto da crian\u00e7a revela uma capacidade real de estruturar uma hist\u00f3ria na forma escrita. O texto possui in\u00edcio, meio e fim, constituindo uma unidade de comunica\u00e7\u00e3o. Esta crian\u00e7a entendeu o que \u00e9 um texto, embora ainda n\u00e3o seja capaz de escrever dentro dos padr\u00f5es corretos de ortografia.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que estejamos alertas para um outro aspecto do texto espont\u00e2neo. Quando a crian\u00e7a se aventura a escrever palavras que nunca viu escritas, aumentam suas chances de cometer erros ortogr\u00e1ficos. Atrav\u00e9s destes erros ortogr\u00e1ficos, a crian\u00e7a demonstra, por\u00e9m, grande capacidade de reflex\u00e3o e vai construindo hip\u00f3teses acerca da escrita das palavras.<\/p>\n<p>Analisando o texto do exemplo, podemos identificar algumas hip\u00f3teses relacionadas aos erros ortogr\u00e1ficos cometidos pela crian\u00e7a:<\/p>\n<p>A)\u00a0\u00a0\u00a0 HIP\u00d3TESE FON\u00c9TICA \u2013 a crian\u00e7a utiliza a pr\u00f3pria fala como refer\u00eancia para escrever, isto \u00e9, escreve como fala. Exemplo: quei\u00a0 (quem)\u00a0 oseste (os sete)<\/p>\n<p>B)\u00a0\u00a0\u00a0 HIP\u00d3TESE ORTOGR\u00c1FICA \u2013 a crian\u00e7a decide pela forma escrita de uma palavra baseada naquilo que j\u00e1 aprendeu da ortografia.<\/p>\n<p>1 \u2013 utiliza uma letra que, embora possa ser usada naquele contexto, n\u00e3o \u00e9 correta na palavra em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Exemplo: cazar (casar)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 adormesida\u00a0\u00a0 (adormecida)<\/p>\n<p>2 \u2013 emprega a letra que j\u00e1 viu ser utilizada na representa\u00e7\u00e3o daquele som.<\/p>\n<p>Exemplo:\u00a0 xamava\u00a0 (chamava)\u00a0\u00a0\u00a0 apareseu\u00a0 (apareceu)<\/p>\n<p>A separa\u00e7\u00e3o correta das palavras (segmenta\u00e7\u00e3o) \u00e9 outro problema que o aprendiz de l\u00edngua escrita enfrenta.<\/p>\n<p>Exemplo: umbripi\u00a0\u00a0 (um pr\u00edncipe)\u00a0\u00a0 abechou\u00a0 (a beijou)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 euqu\u00e9rocaza\u00a0 (eu quero casar)<\/p>\n<p>A crian\u00e7a resolve a segmenta\u00e7\u00e3o das palavras baseando-se na fala e s\u00f3 o contato continuado com a escrita far\u00e1 com que ela perceba a segmenta\u00e7\u00e3o na ortografia. No entanto, o professor pode ajudar seus alunos na percep\u00e7\u00e3o da separa\u00e7\u00e3o correta das palavras, atrav\u00e9s de exerc\u00edcios como:<\/p>\n<p>. desenhar v\u00e1rios ret\u00e2ngulos e pedir \u00e0s crian\u00e7as que escrevam cada uma das palavras de uma frase dentro de um ret\u00e2ngulo.<\/p>\n<p>Exemplo: \u00a0\u00a0O gato fugiu.\u00a0\u00a0\u00a0 [O]\u00a0\u00a0 [gato]\u00a0\u00a0\u00a0 [fugiu]<\/p>\n<p>. pedir que as crian\u00e7as destaquem de uma senten\u00e7a, palavras que come\u00e7am ou terminam com determinado som.<\/p>\n<p>Exemplo:\u00a0 da frase \u2013 o gato fugiu \u2013 apontar a palavra que come\u00e7a com o som de \/ga\/.<\/p>\n<p>IMPORTANTE \u2013 O professor deve, primeiro, deixar que a crian\u00e7a escreva espontaneamente para s\u00f3 depois lev\u00e1-la a escrever ortograficamente. Mas isso deve ser feito, logo em seguida ao texto espont\u00e2neo. Assim o professor estar\u00e1 ajudando a crian\u00e7a a fixar a escrita correta das palavras e sua segmenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A crian\u00e7a cria textos naturalmente. Frequentemente, a crian\u00e7a \u00e9 levada, no entanto, a assimilar um padr\u00e3o artificial de texto que em nada corresponde \u00e0 sua realidade lingu\u00edstica. Veja os exemplos a seguir:<\/p>\n<p>Zaz\u00e1 viu o menino na cama.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A ave botou o ovo e voou.<\/p>\n<p>Ela rezava, rezava e dizia:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vav\u00e1 viu o ovo e falou:<\/p>\n<p>&#8211; Uma beleza! Uma beleza!\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8211; O ovo \u00e9 belo!<\/p>\n<p>Zaz\u00e1 levou para o menino\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tia Vivita falou:<\/p>\n<p>Uma roupa azulada.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Vav\u00e1, o ovo \u00e9 da ave.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil se perceber a artificialidade dos textos dados como exemplo. Ningu\u00e9m ou nenhum crian\u00e7a fala ou\u00a0 constr\u00f3i textos como esses no seu dia-a-dia. Geralmente, os textos que aparecem nos livros did\u00e1ticos para alfabetiza\u00e7\u00e3o t\u00eam por \u00fanico objetivo fixar determinadas letras e padr\u00f5es sil\u00e1bicos. \u00c9 o que percebemos nos textos acima. No primeiro texto aparecem v\u00e1rias palavras onde as s\u00edlabas za, ze, zi, zu s\u00e3o usadas. Mas o texto apresenta uma incoer\u00eancia gritante: a frase dita por Zaz\u00e1 n\u00e3o \u00e9 uma reza e sim uma exclama\u00e7\u00e3o de alegria ou surpresa! Se queremos ensinar os alunos a se comunicar por escrito, temos que ter em mente a coer\u00eancia do que vai ser escrito, isto \u00e9, ensin\u00e1-los a colocar no papel a mensagem que tenha principio, meio e fim e que se relacionem umas com as outras no seus sentidos. No segundo texto, vemos que a maior preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o treinamento da letra <b>V<\/b>. H\u00e1 muitas palavras escritas com \u201cv\u201d: ave, ovo, voou, Vav\u00e1, viu, Vivita.<\/p>\n<p>O ensino da leitura e escrita n\u00e3o se resume apenas em saber pronunciar as palavras e escrev\u00ea-las com a sua ortografia correta. O aluno estar\u00e1 alfabetizado pela metade se tal acontece. De que vai adiantar ele dominar essa etapa do seu aprendizado se n\u00e3o lhe for ensinado como relacionar as palavras de forma que elas transmitam corretamente o seu pensamento? \u00c9 como se dessem as ferramentas para um determinado trabalho, mas n\u00e3o ensinassem as pessoas a us\u00e1-las.<\/p>\n<p>O professor alfabetizador n\u00e3o deve se utilizar do texto apenas para fixar s\u00edlabas e letras. O texto deve conter uma mensagem que esteja a altura do entendimento da crian\u00e7a e que fa\u00e7a parte da sua realidade social.<\/p>\n<p>Vejamos agora um outro texto produzido por uma crian\u00e7a de 2<sup>o<\/sup>. ano do Ensino Fundamental.<\/p>\n<p>\u201c<i>Era uma vez um macaco, caiu no lago e gritou para a macaca:<\/i><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0<i>Socorro macaca, meu amor!<\/i><\/p>\n<p><i>A macaca escutou e foi l\u00e1 onde ele caiu e falou:<\/i><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0<i>Meu querido, voc\u00ea est\u00e1 vendo, voc\u00ea vai ficar de molho na bacia at\u00e9 tirar este teu fedor.\u201d<\/i><\/p>\n<p>Como podemos ver, o texto produzido pela crian\u00e7a \u00e9 natural e constitui uma unidade de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os aspectos mais negativos existentes nos materiais did\u00e1ticos que s\u00e3o usados nas escolas como modelo de escrita s\u00e3o:<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li><b>Aus\u00eancia de nexo<\/b> \u2013 Os textos s\u00e3o um amontoado de senten\u00e7as. N\u00e3o possuem uma liga\u00e7\u00e3o de sentido entre si e, por isso, n\u00e3o podem ser chamados de textos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Exemplo: \u00a0O batismo de Zaz\u00e1 \u00e9 no s\u00edtio.<\/p>\n<p>Zizi v\u00ea o zebu.<\/p>\n<p>Ela olha o c\u00e9u azulado.<\/p>\n<p>Ouve o zumbido das cigarras&#8230;<\/p>\n<p>Zizi fala:<\/p>\n<p>&#8211; Que beleza de batizado!<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><b>Emprego de palavras e express\u00f5es pouco comuns<\/b> e de uso mais formal, n\u00e3o coloquial. Os textos s\u00e3o artificiais, desvinculados da linguagem da crian\u00e7a.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Exemplo:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Jo\u00e3o construiu uma casa de areia na praia, mas as ondas a <strong>desmoronaram<\/strong>.<\/p>\n<p>Como podemos ver, o professor, muitas vezes, prop\u00f5e para o aluno a repeti\u00e7\u00e3o de modelos que est\u00e3o completamente afastados da sua realidade. Desta forma, n\u00e3o se desenvolve no alfabetizando a capacidade de express\u00e3o de mensagens significativas em l\u00edngua escrita. Para se atingir este objetivo, \u00e9 necess\u00e1rio que o professor alfabetizador adote novas atitudes tais como:<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>Permitir e incentivar que a crian\u00e7a escreva sobre assuntos do seu interesse.<\/li>\n<li>Deixar que a crian\u00e7a escreva livremente, sem maiores preocupa\u00e7\u00f5es com a ortografia.<\/li>\n<li>A corre\u00e7\u00e3o da ortografia deve ser um momento para reflex\u00e3o e n\u00e3o para puni\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>N\u00e3o obrigar a crian\u00e7a a seguir os modelos preestabelecidos pelas cartilhas.<\/li>\n<li>Explorar situa\u00e7\u00f5es reais da vida da crian\u00e7a como tema do texto a ser escrito pela crian\u00e7a.<\/li>\n<li>N\u00e3o condicionar o ato de cria\u00e7\u00e3o de textos ao de escrita correta das palavras.<\/li>\n<\/ol>\n<p>___________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>Depois da leitura do texto, como exerc\u00edcio, propomos que voc\u00ea reflita sobre a sua atitude em rela\u00e7\u00e3o aos seus alunos (se voc\u00ea j\u00e1 exerce a profiss\u00e3o) ou aos seus futuros alunos (se voc\u00ea ainda n\u00e3o exerce a doc\u00eancia, mas pretende faz\u00ea-lo):<\/p>\n<p>Responda:<\/p>\n<ol start=\"1\">\n<li>Voc\u00ea tem desenvolvido atividades criativas, que permitem a seus alunos realizarem uma explora\u00e7\u00e3o do mundo que os cerca? Como voc\u00ea faz ou far\u00e1 isso?<\/li>\n<li>Voc\u00ea tem considerado a experi\u00eancia de seus alunos? Como faz ou far\u00e1 isso?<\/li>\n<li>Voc\u00ea tem utilizado palavras significativas ao realizar os procedimentos de alfabetizar? Como faz ou far\u00e1 isso?<\/li>\n<li>A sua avalia\u00e7\u00e3o em termos de ortografia tem sido vinculada ao sentido que essas palavras devem ter no texto? Como voc\u00ea faz ou far\u00e1 isso?<\/li>\n<li>Voc\u00ea\u00a0 tem orientado seus alunos na elabora\u00e7\u00e3o de textos espont\u00e2neos? Como faz ou far\u00e1 isso?<\/li>\n<\/ol>\n<div>\n<p>_______________________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">Gabarito:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0Se voc\u00ea respondeu N\u00c3O a qualquer uma destas perguntas, \u00e9 importante rever seus procedimentos e at\u00e9 a vis\u00e3o que voc\u00ea tem do processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o. Reflita sobre isso profundamente e, se chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que precisa realizar mudan\u00e7as, m\u00e3os \u00e0 obra com toda a coragem. Lembre-se de que ningu\u00e9m pode ser recriminado pelas falhas que comete por desconhecimento de um assunto, por\u00e9m, esse desconhecimento pode gerar preju\u00edzos incalcul\u00e1veis a terceiros e isto gera uma grande responsabilidade para voc\u00ea.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TEXTO T\u00c9CNICO PARA INTERPRETA\u00c7\u00c3O 15 \u2013 A IMPORT\u00c2NCIA DO TEXTO ESPONT\u00c2NEO Ser\u00e1 que a aprendizagem da l\u00edngua escrita \u00e9 apenas saber escrever corretamente a ortografia das 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