{"id":97,"date":"2010-03-28T11:41:48","date_gmt":"2010-03-28T15:41:48","guid":{"rendered":"http:\/\/juniormax.com.br\/site_portuguesirado\/?p=97"},"modified":"2010-03-28T11:41:48","modified_gmt":"2010-03-28T15:41:48","slug":"sintaxe-1-porque-estudar-sintaxe-frase-oracao-periodo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portuguesirado.com.br\/?p=97","title":{"rendered":"SINTAXE 1 &#8211; Porque estudar Sintaxe. Frase, ora\u00e7\u00e3o, per\u00edodo."},"content":{"rendered":"<p>1 \u2013 TEMA: No\u00e7\u00f5es de Sintaxe. Frase, ora\u00e7\u00e3o, per\u00edodo. Import\u00e2ncia do estudo da sintaxe.<\/p>\n<p>2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. Ter no\u00e7\u00f5es de morfologia.<\/p>\n<p>3 \u2013 META: Este roteiro foi elaborado com o objetivo de:<\/p>\n<p>. desenvolver habilidades de interpretar textos<\/p>\n<p>. conscientizar o aluno da import\u00e2ncia do estudo da Sintaxe da L\u00edngua Portuguesa<\/p>\n<p>. proporcionar condi\u00e7\u00f5es para estabelecimento dos conceitos de frase, ora\u00e7\u00e3o e per\u00edodo.<\/p>\n<p><!--more-->4 \u2013 PR\u00c9-AVALIA\u00c7\u00c3O: O objetivo da pr\u00e9-avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 diagnosticar o quanto se tem conhecimento de um as\u00adsunto. Para isso, basta que voc\u00ea responda \u00e0 Auto-avalia\u00e7\u00e3o que est\u00e1 no final deste Roteiro, antes de ler qualquer texto existente nele. Se voc\u00ea alcan\u00e7ar um resultado igual ou superior a 80 pontos, n\u00e3o precisa es\u00adtudar o assunto, pois voc\u00ea j\u00e1 o domina suficientemente. Caso contr\u00e1rio, v\u00e1 direto para as Atividades de Es\u00adtudo.<\/p>\n<p>5 \u2013 ATIVIDADES DE ESTUDO: Ler com entendimento \u00e9 pr\u00e9-requisito para se aprender qualquer coisa atra\u00adv\u00e9s da leitura. Por isso, leia o texto do Anexo A para treinar sua interpreta\u00e7\u00e3o. Embora a leitura dos anexos em si seja tamb\u00e9m interpreta\u00e7\u00e3o de texto, ela \u00e9 voltada para uma finalidade mais espec\u00edfica que \u00e9 a apren\u00addizagem dos conceitos gramaticais. O texto do Anexo A \u00e9 mais gen\u00e9rico e serve de treinamento para a compreens\u00e3o geral da l\u00edngua. Portanto, fa\u00e7a o seguinte:<\/p>\n<p>a) Tenha um dicion\u00e1rio de Portugu\u00eas ao seu alcance, para consult\u00e1-lo sobre as palavras que voc\u00ea desco\u00adnhece o significado;<\/p>\n<p>b) Procure um lugar sossegado para os textos e fazer os exerc\u00edcios;<\/p>\n<p>c) Leia primeiro o texto; fa\u00e7a em seguida os exerc\u00edcios; compare suas respostas com o gabarito e veja o que errou; retorne ao texto para verificar o porqu\u00ea do erro.<\/p>\n<p>6 \u2013 P\u00d3S-AVALIA\u00c7\u00c3O: Ap\u00f3s ter feito o estudo dos textos e os exerc\u00edcios, responda \u00e0s quest\u00f5es propostas na Auto-avalia\u00e7\u00e3o. Creio que voc\u00ea agora, acertar\u00e1 todas. Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, consulte as orienta\u00e7\u00f5es dadas nas Atividades Suplementares.<\/p>\n<p>7 \u2013 ATIVIDADES SUPLEMENTARES: Se voc\u00ea n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar 80 pontos na P\u00f3s-avalia\u00e7\u00e3o, volte \u00e0 leitura dos textos, agora com mais aten\u00e7\u00e3o. Sem pressa. A leitura com compreens\u00e3o \u00e9 a base da aprendi\u00adzagem.<\/p>\n<p><strong> ANEXO A \u2013 INTERPRETA\u00c7\u00c3O DE TEXTO<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0 FUGA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0(Fernando Sabino)<\/p>\n<p>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Mal<\/strong> o pai colocou o papel na m\u00e1quina, o menino come\u00e7ou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo do um barulho infernal.<\/p>\n<p>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Para com esse barulho, meu filho \u2013 falou, sem se voltar.<\/p>\n<p>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Com tr\u00eas anos j\u00e1 s\u00e1bia reagir como homem ao impacto das grandes injusti\u00e7as paternas: n\u00e3o estava fazendo barulho, estava s\u00f3 empurrando uma cadeira.<\/p>\n<p>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Pois ent\u00e3o para de empurrar a cadeira.<\/p>\n<p>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 <strong>Eu vou embora<\/strong> \u2013 foi a resposta.<\/p>\n<p>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Distra\u00eddo, o pai n\u00e3o reparou que ele juntava a\u00e7\u00e3o \u00e0s palavras, no ato de juntar do ch\u00e3o suas coisinhas, enrolando-as num peda\u00e7o de pano. Era a sua bagagem: um caminh\u00e3o de pl\u00e1stico com apenas tr\u00eas rodas, um resto de biscoito, uma chave (<strong>onde diabo meteram a chave da despensa<\/strong>? \u2013 a m\u00e3e mais tarde ir\u00e1 dizer), metade de uma tesourinha enferrujada, sua \u00fanica arma para a grande aventura, um bot\u00e3o amarrado num barbante.<\/p>\n<p>7.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A <strong>calma<\/strong> que <strong>baixou<\/strong> ent\u00e3o na sala era vagamente <strong>inquietante.<\/strong> De repente, o pai olhou ao redor e n\u00e3o viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu at\u00e9 ao port\u00e3o:<\/p>\n<p>8.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Viu um menino saindo desta casa? \u2013 gritou para o oper\u00e1rio que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.<\/p>\n<p>9.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Saiu agora mesmo com uma trouxinha \u2013 informou ele.<\/p>\n<p>10.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Correu at\u00e9 a esquina e teve tempo de v\u00ea-lo ao longe, caminhando <strong>cabisbaixo<\/strong> ao longo do muro. A trouxa, arrastada no ch\u00e3o, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o bot\u00e3o, o peda\u00e7o de bis\u00adcoito e \u2013 sa\u00edra de casa <strong>prevenido<\/strong> \u2013 uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Avenida, como disposto a atirar-se diante do \u00f4nibus que surgia \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>11.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Meu filho, cuidado!<\/p>\n<p>12.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O \u00f4nibus deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, <strong>arrepiou carreira<\/strong>. O pai <strong>precipitou<\/strong>-se e o <strong>arrebanhou<\/strong> com o bra\u00e7o como a um ani\u00admalzinho:<\/p>\n<p>13.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Que susto voc\u00ea me passou, meu filho \u2013 e apertava-o contra o peito, comovido.<\/p>\n<p>14.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Deixa eu descer, papai. Voc\u00ea est\u00e1 me machucando.<\/p>\n<p>15.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Irresoluto,<\/strong> o pai pensava agora se n\u00e3o seria o caso de lhe dar umas palmadas:<\/p>\n<p>16.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Machucando, \u00e9? Fazer uma coisa dessas com seu pai.<\/p>\n<p>17.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u2013 Me larga. Eu quero ir embora.<\/p>\n<p>18.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala \u2013 tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.<\/p>\n<p>19.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>\u2013 Fique a\u00ed quietinho, est\u00e1 ouvindo? Papai est\u00e1 trabalhando<\/strong>.<\/p>\n<p>20.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>\u2013 Fico, mas vou empurrar est\u00e1 cadeira<\/strong>.<\/p>\n<p>21.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>E o barulho recome\u00e7ou.<\/strong><\/p>\n<p>_______________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>I &#8211; Marque com um <strong>X <\/strong>a alternativa\u00a0 correta:<\/p>\n<p>1. Em: \u201c<strong>Mal<\/strong> o pai colocou o papel na m\u00e1quina\u2026\u201d (par. 1), a palavra em negrito pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) \u00e0 medida que\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) assim que\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) uma vez que\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) depois que<\/p>\n<p>2. Em: \u201cA <strong>calma<\/strong> que <strong>baixou<\/strong> ent\u00e3o na sala\u2026\u201d (par. 7), as palavras em negrito significam, respectivamente:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) sil\u00eancio\/passou\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) calor\/amea\u00e7ou<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0\u00a0 ) sil\u00eancio\/espalhou-se\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) tristeza\/esbarrou<\/p>\n<p>3. Em: \u201c\u2026 era vagamente <strong>inquietante<\/strong>.\u201d (par. 7), a palavra em negrito refer-se \u00e0quilo que:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) causa desconforto\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) provoca medo<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) causa intranquilidade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) provoca tristeza<\/p>\n<p>4. Em: \u201c\u2026 caminhando <strong>cabisbaixo<\/strong>\u2026\u201d (par. 10), a palavra em negrito pode ser substitu\u00edda por:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) com o rosto entristecido\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) com a cabe\u00e7a baixa<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) com o rosto voltado para tr\u00e1s\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) com os cabelos no rosto<\/p>\n<p>5. Em: \u201c\u2026 sa\u00edra de casa <strong>prevenido<\/strong>\u2026\u201d (par. 10), a palavra em negrito significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) avisado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) antecipado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) atordoado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) preparado<\/p>\n<p>6. Em: \u201c\u2026 o menino, assustado, <strong>arrepiou carreira<\/strong>.\u201d (par. 12), a express\u00e3o em negrito significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) parou imediatamente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) suou frio<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) voltou correndo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) ficou com os cabelos eri\u00e7ados<\/p>\n<p>7. Em: \u201cO pai <strong>precipitou<\/strong>-se e o <strong>arrebanhou<\/strong> com o bra\u00e7o\u2026\u201d (par. 12), as formas verbais assinaladas significam, respectivamente:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) correu para a frente \/ recolheu\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) desorientou \/ afastou<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) pulou para tr\u00e1s \/ procurou\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) desequilibrou \/ segurou<\/p>\n<p>8. Em: \u201c<strong>Irresoluto<\/strong>, o pai pensava\u2026\u201d (par. 15), a palavra em negrito significa:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) alterado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) p\u00e1lido\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) tranquilo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) indeciso<\/p>\n<p>9. O fato de o menino ter come\u00e7ado a empurrar a cadeira no momento em que o pai colocou o papel na m\u00e1quina indica que o menino:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) n\u00e3o gostava do barulho da m\u00e1quina de escrever<\/p>\n<p>b. (\u00a0\u00a0 ) queria chamar a aten\u00e7\u00e3o do pai para si<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) era um menino muito brincalh\u00e3o<\/p>\n<p>d. (\u00a0\u00a0 ) queria aproximar-se da m\u00e1quina para ver o pai<\/p>\n<p>10. Ao dizer que o menino reagira \u00e0 injusti\u00e7a do pai, o narrador compara a attitude da crian\u00e7a \u00e0:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) de uma pessoa adulta\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) de uma crian\u00e7a mais velha<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) de outra crian\u00e7a da mesma idade\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0d. (\u00a0\u00a0 ) de um adolescente<\/p>\n<p>11. Ao dizer \u201cEu vou embora\u2026\u201d (par. 5), menino estava pensando em:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) sair da sala\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) fugir de casa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) ir para a escola\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) ir para o quarto<\/p>\n<p>12. No texto h\u00e1 quatro momentos distintos no que se refere \u00e0s atitudes do pai para com o filho. S\u00e3o eles, por ordem de acontecimento:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) preocupa\u00e7\u00e3o,\u00a0 remorso, impaci\u00eancia, aten\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) desaten\u00e7\u00e3o, afli\u00e7\u00e3o, zanga, precau\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) zanga, indiferen\u00e7a, remorso, precau\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) remorso, indiferen\u00e7a, zanga, afli\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>13. A frase \u201c\u2026 onde diabo meteram a chave da despensa? \u201c(par. 6) indica a fala:<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) do menino\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) do pai do menino\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. (\u00a0\u00a0 ) da m\u00e3e do menino\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) do narrador<\/p>\n<p>II \u2013 Responda, comprovando as respostas com trechos do texto:<\/p>\n<p>14. Como o pai percebeu que o menino n\u00e3o estava mais na sala?<\/p>\n<p>15. Qual era o estado de esp\u00edrito do menininho ao fugir de casa?<\/p>\n<p>16. Ao final do texto lemos (par\u00e1grafos 19 a 21):<\/p>\n<p>\u201c &#8211; Fique a\u00ed, quietinho, est\u00e1 ouvindo? Papai est\u00e1 trabalhando.<\/p>\n<p>&#8211; Fico, mas vou empurrar est\u00e1 cadeira.<\/p>\n<p>E o barulho recome\u00e7ou.<\/p>\n<p>Isso significa que <strong>tudo iria come\u00e7ar novamente<\/strong>, pois a crian\u00e7a queria mesmo era chamar a aten\u00e7\u00e3o do pai. H\u00e1, no entanto, uma a\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria que n\u00e3o se repetir\u00e1. Qual \u00e9 essa a\u00e7\u00e3o e por que n\u00e3o se repetir\u00e1?<\/p>\n<p>III \u2013 Reescreva as frases abaixo, substituindo as palavras grifadas por outras de sentido equivalente (escolha entre as que est\u00e3o no quadro), fazendo as modifica\u00e7\u00f5es, se necess\u00e1rio.<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"305\" valign=\"top\">Reuniu \u2013 uniu \u2013 economizou \u2013 associou \u2013 reduziu \u2013   apressou \u2013Espremeu \u2013 ajustou \u2013 abra\u00e7ou \u2013 recobrou \u2013 observou \u2013   consertou<span style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\"> <\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ol>\n<li>O pai n\u00e3o reparou que o menino <strong>juntou <\/strong>a\u00e7\u00e3o \u00e0s palavras.<\/li>\n<li>O menino <strong>juntou <\/strong>as suas coisinhas.<\/li>\n<li>Ele <strong>juntou<\/strong> duas cadeiras para formar uma cama.<\/li>\n<li>O menino <strong>juntou<\/strong> um dinheirinho para comprar uma bola.<\/li>\n<li>O menino <strong>apertou<\/strong> o passinho.<\/li>\n<li>A costureira <strong>apertou<\/strong> v\u00e1rias roupas para mim.<\/li>\n<li>Quando ele <strong>apertou<\/strong> a fruta, o caldo escorreu no copo.<\/li>\n<li>Ele <strong>apertou<\/strong> as despesas porque estava em dificuldades.<\/li>\n<li>O pai <strong>apertou<\/strong> o filho contra o peito, comovido.<\/li>\n<li>O pai <strong>reparou<\/strong> que o menino havia ficado triste.<\/li>\n<li>O pedreiro j\u00e1 <strong>reparou<\/strong> o muro.<\/li>\n<li>Ele s\u00f3 <strong>reparou<\/strong> as for\u00e7as porque parou um pouco.<\/li>\n<\/ol>\n<p>___________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o I \u2013 <\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\">1. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 4. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 5. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 6. C\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 7. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 8. D\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 9. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 10. A\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 11. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 12. B\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 13. C<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> <\/span><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Quest\u00e3o II \u2013<\/span><\/strong><span style=\"color: #ff0000;\"> 14. O pai percebeu que o menino j\u00e1 n\u00e3o estava mais na sala porque se fez um grande sil\u00eancio. (Ver par. 7)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">15. O menino estava triste, aborrecido, desanimado. (Ver par. 10)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">16. A a\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se repetir\u00e1 \u00e9 a fuga do menino porque o pai fechou a porta da rua com a chave. (Ver par. 18)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Quest\u00e3o III \u2013 a) \u2026 associou\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) \u2026 reuniu\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) \u2026 uniu\u2026 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0d) \u2026 economizou\u2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">e) \u2026 apressou\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 f) \u2026\u00a0 ajustou\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 g) \u2026 espremeu\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 h) \u2026 reduziu\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 i) \u2026 abra\u00e7ou\u2026<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">j) \u2026 observou\u2026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 k) \u2026 consertou\u2026\u00a0\u00a0 l) \u2026 recobrou<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> __________________________________________________________________________________<\/span><\/p>\n<p><strong>ANEXO B \u2013 A IMPORT\u00c2NCIA DO ESTUDO DA SINTAXE<\/strong><\/p>\n<p>Alguns alunos, \u00e0s vezes, questionam os professores sobre gastar tempo estudando alguns assuntos que, segundo eles, n\u00e3o v\u00e3o usar no dia-a-dia da vida profissional. Um desses assuntos \u00e9 a SINTAXE. Mas, o que \u00e9 mesmo isso? Do que trata? Qual o seu valor para o exerc\u00edcio profissional, qualquer que seja ele?<\/p>\n<p>Primeiro temos que saber que a l\u00edngua constitue-se de um todo quando a usamos para nos comu\u00adnicar. \u00c9 verdade que, ao falarmos com algu\u00e9m, n\u00e3o vamos nos \u201c ligar \u201d se estamos usando um substantivo, verbo, se a palavra \u00e9 masculina ou se est\u00e1 no plural. N\u00e3o nos preocupamos com a classifica\u00e7\u00e3o gramatical. O que nos preocupa, no momento da comunica\u00e7\u00e3o, \u00e9 se aquele que nos ouve ou l\u00ea, entende o que estamos informando. Mas, de repente, o nosso ouvinte ou leitor pode ficar bravo conosco, porque entendeu diferente o que foi informado. \u00c9 o que costumamos classificar como \u201cru\u00eddo na comunica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, esses \u201cru\u00eddos\u201d acontecem porque o comunicador da mensagem n\u00e3o a construiu dentro dos padr\u00f5es da l\u00edngua, por pura falta de conhecimento desta l\u00edngua. E naturalmente, quanto mais se conhece um instrumento, mais sucesso teremos em manej\u00e1-lo. Assim tamb\u00e9m acontece com a L\u00edngua Portuguesa. Quanto mais voc\u00ea souber a respeito dela, mais sucesso voc\u00ea ter\u00e1, ao us\u00e1-la.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nenhuma \u00e1rea da vida profissional que dispense o uso da l\u00edngua. Em qualquer situa\u00e7\u00e3o de sua\u00a0 profiss\u00e3o voc\u00ea a usar\u00e1, seja para escrever um relat\u00f3rio, para ler ou dar uma informa\u00e7\u00e3o, para escrever\u00a0 uma receita m\u00e9dica ou uma receita culin\u00e1ria, a l\u00edngua vai estar presente, falada ou escrita.<\/p>\n<p>__________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>ANEXO B \u2013 A DIVIS\u00c3O SISTEM\u00c1TICA PARA SE ESTUDAR A L\u00cdNGUA PORTUGUESA<\/strong><\/p>\n<p>Para melhor estudarmos o Portugu\u00eas, os estudiosos desta l\u00edngua (os gram\u00e1ticos) estabeleceram como estudar sistem\u00e1ticamente os elementos que a constituem: \u00e9 o que chamamos de GRAM\u00c1TICA.<\/p>\n<p>A Gram\u00e1tica classifica e sistematiza os fen\u00f4menos da l\u00edngua, fixando regras que, de acordo com a \u00e9poca, representam o ideal da express\u00e3o correta. Quando dizemos \u201cde acordo com a \u00e9poca\u201d, queremos dizer que, por a l\u00edngua ser din\u00e2mica, ela evolui, altera-se, muda. \u00c9 por isso que, de vez em quando, ouvimos falar em reforma ortogr\u00e1fica da l\u00edngua.<\/p>\n<p>O estudo da Gram\u00e1tica se divide em tr\u00eas grandes partes: a Fon\u00e9tica, a Morfologia e a Sintaxe.<\/p>\n<p>A Fon\u00e9tica ocupa-se dos sons da l\u00edngua. Descreve e classifica os sons produzidos e usados na fala, fixando a pron\u00fancia correta das palavras.<\/p>\n<p>A Morfologia se ocupa da estrutura e classifica\u00e7\u00e3o das palavras e do tipo de relacionamento entre o ser e a palavra que o representa.<\/p>\n<p>A Sintaxe trata do arranjo das palavras e da constru\u00e7\u00e3o das frases. \u00c9 o estudo do valor que uma pa\u00adlavra tem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras que a acompanham. A Sintaxe procura verificar qual \u00e9 a import\u00e2ncia que cada palavra tem dentro da frase e o melhor lugar em que cada uma deve ficar para melhor expressar nosso pensamento.<\/p>\n<p>Portanto, estudar Sintaxe nos habilita a usar a l\u00edngua portuguesa de maneira correta, eficaz e ele\u00adgante. Um dos pr\u00e9-requisitos para estudar Sintaxe \u00e9 sabermos distinguir bem as classes das palavras. Para isso voc\u00ea precisa estudar Morfologia.<\/p>\n<p>O estudo da Sintaxe tamb\u00e9m nos ajuda a interpretar melhor os textos. Por isso, se voc\u00ea tem alguma dificuldades na interpreta\u00e7\u00e3o de textos, voc\u00ea precisa se esfor\u00e7ar e deixar de lado a indisposi\u00e7\u00e3o para o estudo da Sintaxe. Voc\u00ea ver\u00e1 que o estudo desta \u00e1rea da l\u00edngua s\u00f3 lhe trar\u00e1 benef\u00edcios e n\u00e3o vai gastar tempo \u00e0 toa.<\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>ANEXO C \u2013 FRASE, ORA\u00c7\u00c3O, PER\u00cdODO. DIFEREN\u00c7AS<\/strong>.<\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido muito falar em frase, ora\u00e7\u00e3o e per\u00edodo. Mas voc\u00ea sabe qual \u00e9 a diferen\u00e7a en\u00adtre elas? Vamos come\u00e7ar nosso estudo fazendo uma pergunta: o que \u00e9 frase? Observe os exemplos abaixo:<\/p>\n<p>1 \u2013 Tenha cuidado com os espinhos, meu filho!<\/p>\n<p>2 \u2013 Cuidado com os espinhos!<\/p>\n<p>3 \u2013 Cuidado!<\/p>\n<p>Nos exemplos, h\u00e1 uma mesma mensagem estruturada de v\u00e1rias maneiras, o que n\u00e3o impede que cada uma delas <em><span style=\"text-decoration: underline;\">transmita a ideia completa<\/span><\/em>, ou seja, que cada uma delas <em><span style=\"text-decoration: underline;\">comunique alguma coisa<\/span>.<\/em> Pois bem, cada um dos exemplos acima \u00e9 uma frase. Ent\u00e3o, nossa resposta \u00e0 pergunta \u00e9:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Frase \u00e9 todo enunciado suficiente em si mesmo para estabelecer comunica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 a express\u00e3o de um pensamento, por meio de uma ou v\u00e1rias palavras. A frase sempre tem um sen\u00adtido completo. Ent\u00e3o, todos os exemplos acima s\u00e3o frases, porque transmitem uma mensagem de sentido completo.<\/p>\n<p>A frase tem sempre um sentido intencional, isto \u00e9, exprime aquilo que temos inten\u00e7\u00e3o de dizer. O sentido intencional que damos a nossas palavras, faz com que as pronunciemos com um determinado tom de voz, isto \u00e9, com uma certa <strong>entoa\u00e7\u00e3o <\/strong>ou<strong> melodia.<\/strong> Assim, cada frase possui uma entoa\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria.\u00a0\u00a0 Considerando a entoa\u00e7\u00e3o das frases, podemos classific\u00e1-las em:<\/p>\n<p>DECLARATIVAS \u2013 quando declaram alguma coisa. Ex.: Eles v\u00e3o ao cinema.<\/p>\n<p>EXCLAMATIVAS \u2013 indicam surpresa, alegria, tristeza. Ex.: Eles v\u00e3o ao cinema!<\/p>\n<p>INTERROGATIVAS \u2013 indicam uma pergunta. Ex.: Eles v\u00e3o ao cinema?<\/p>\n<p>Voc\u00ea percebeu a diferen\u00e7a existente entre frases acima? Elas est\u00e3o compostas das mesmas palavras, mas, por causa da entoa\u00e7\u00e3o da voz que deve ser usada, a mensagem n\u00e3o \u00e9 a mesma.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, pela simples entoa\u00e7\u00e3o, podemos diferenciar a fala de um portugu\u00eas da de um brasileiro e entre os brasileiros, a de um carioca, nordestino, ga\u00facho ou mineiro. Entretanto, na escrita, essas marcas mel\u00f3dicas n\u00e3o podem ser distinguidas a n\u00e3o ser atrav\u00e9s do uso da linguagem usada pelos falantes e os sinais gr\u00e1ficos usados para indic\u00e1-los. Mas, mesmo assim, s\u00f3 ouvindo os falantes \u00e9 que vamos distingui-los.<\/p>\n<p>Vamos, agora, analisar as frases quanto a sua estrutura.<\/p>\n<p>1\u00ba exemplo: <strong>Tenha<\/strong> cuidado com os espinhos, meu filho!<\/p>\n<p>Aqui, a frase \u00e9 formada por um grupo de palavras entre as quais h\u00e1 um verbo. Voc\u00ea sabe: verbo \u00e9 a palavra que exprime a\u00e7\u00e3o, estado ou fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>2\u00ba exemplo: Cuidado com os espinhos!<\/p>\n<p>Aqui, retiramos algumas palavras (o verbo) que apareciam na primeira frase, entretanto a mensagem continua sendo transmitida.<\/p>\n<p>3\u00ba exemplo: Cuidado!<\/p>\n<p>Aqui, h\u00e1 apenas uma palavra que expressa a ideia contida nas duas primeiras frases, mas n\u00e3o \u00e9 um verbo.<\/p>\n<p>Na primeira frase, a ideia \u00e9 que algu\u00e9m:\u00a0 <em>meu filho<\/em>;\u00a0\u00a0 faz uma a\u00e7\u00e3o: <em>ter<\/em>;\u00a0\u00a0 que resulta em algo: <em>cuidado com os espinhos.<\/em><\/p>\n<p>Nessa estrutura, a ideia est\u00e1 expressa por palavras que apresenta algu\u00e9m que faz a a\u00e7\u00e3o (sujeito) mais o verbo indicativo da a\u00e7\u00e3o e seus complementos (predicado). Quando a estrutura da frase aparece assim, dizemos que esta frase \u00e9 uma <strong>ora\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Portanto, a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma frase que obrigatoriamente apresenta um verbo na sua estrutura em volta do qual gravitam outras palavras que lhe completam o sentido.<\/p>\n<p>J\u00e1 as frase 2 e 3, embora expressem ideias completas, n\u00e3o apresentam verbo na sua estrutura.<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a frase onde encontramos um sujeito e um predicado que podem ser claramente separados ou identificados. O exemplo abaixo \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A sala est\u00e1 suja.<\/p>\n<p>pois temos o sujeito (a sala) e o predicado (est\u00e1 suja).<\/p>\n<p>Mas, se dissermos:\u00a0\u00a0\u00a0 Que sala suja!\u00a0 &#8211;\u00a0 \u00e9 apenas uma frase e n\u00e3o uma ora\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o podemos distinguir ou identificar claramente o sujeito e o predicado.<\/p>\n<p>H\u00e1 certas ora\u00e7\u00f5es que podem n\u00e3o apresentar o sujeito Ex.:\u00a0\u00a0 Chove l\u00e1 fora.<\/p>\n<p>Assim, o fator indispens\u00e1vel para que haja uma ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a presen\u00e7a do verbo na frase. \u00c9 por isso que afirmamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>toda ora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma frase, mas nem frase \u00e9 uma ora\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>E o que \u00e9 um per\u00edodo? Per\u00edodo \u00e9 uma frase organizada com uma ou mais ora\u00e7\u00f5es. O per\u00edodo termina sempre por uma pausa bem definida, que se marca, na escrita com um ponto, ponto de interroga\u00e7\u00e3o, ponto de exclama\u00e7\u00e3o, retic\u00eancias e, \u00e0s vezes, com dois pontos.<\/p>\n<p>Ex.: 1. A excurs\u00e3o durou cerca de meia hora.<\/p>\n<p>2. Lia comentou o ocorrido e calou-se em seguida.<\/p>\n<p>O sentido das frase apresentadas \u00e9 completo. Mas observe que existem verbos (durou, comentou, calou-se). Na frase 1 temos apenas um verbo: durou. J\u00e1 na frase 2 temos dois verbos: comentou e calou. No primeiro exemplo temos um per\u00edodo simples: \u00e9 formado apenas por uma ora\u00e7\u00e3o. No segundo exemplo, temos um per\u00edodo composto: \u00e9 formado por duas ora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>RESUMINDO:<\/p>\n<p>FRASE \u2013 \u00e9 um enunciado de sentido completo com ou sem verbo.<\/p>\n<p>ORA\u00c7\u00c3O \u2013 \u00e9 um enunciado de sentido completo onde deve aparecer obrigatoriamente um verbo.<\/p>\n<p>PER\u00cdODO \u2013 \u00e9 um enunciado com sentido completo formado por uma ou mais ora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>Vamos aos exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>1. Classifique as frases conforme a entoa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>a) Que lugar bonito! __________________\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) O dia amanheceu lindo. _____________________<\/p>\n<p>c) Que lindo dia! _________________________\u00a0 d) Confira sempre o troco. _____________________<\/p>\n<p>e) De que est\u00e1 falando? ___________________\u00a0 f) Deus o acompanhe. ________________________<\/p>\n<p>g) Seja feliz. ____________________________\u00a0\u00a0 h) Ele veio? ________________________________<\/p>\n<p>2. Sublinhe os verbos nas frases abaixo (quando houver) e classifique-as como:<\/p>\n<p>1. para frase que n\u00e3o \u00e9 ora\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2. Para frase que \u00e9 ora\u00e7\u00e3o ou per\u00edodo.<\/p>\n<p>a. (\u00a0\u00a0 ) O menino empurrava a cadeira.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. (\u00a0\u00a0 ) N\u00f3s trabalhamos aqui.<\/p>\n<p>c. (\u00a0\u00a0 ) N\u00f3s estudamos e trabalhamos.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. (\u00a0\u00a0 ) Trabalhem em sil\u00eancio!<\/p>\n<p>e. (\u00a0\u00a0 ) Sil\u00eancio, crian\u00e7as!\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 f. (\u00a0\u00a0 ) As crian\u00e7as correm, pulam e brincam.<\/p>\n<p>______________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">GABARITO<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Quest\u00e3o 1-<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">a) exclamativa\u00a0\u00a0\u00a0 b) declarativa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) exclamativa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) declarativa\u00a0\u00a0 e) interrogativa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 f) declarativa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 g) declarativa\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 h) interrogativa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"> Quest\u00e3o 2.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">a.\u00a0 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d. 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e. 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 f. 2<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #000000;\">__________________________________________________________________________<\/span> <\/span><\/p>\n<p>LEITURA REFLEXIVA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">P\u00c1, P\u00c1, P\u00c1<\/p>\n<p>A americana estava h\u00e1 pouco tempo no Brasil. Queria aprender o portugu\u00eas depressa, por isto prestava muita aten\u00e7\u00e3o em tudo que os outros diziam. Era daquelas americanas que prestam muita aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Achava curioso, por exemplo, o \u201cpois \u00e9\u201d. Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o \u201cpois \u00e9\u201d.<\/p>\n<p>Era uma maneira tipicamente brasileira de n\u00e3o ficar quieto e ao mesmo tempo n\u00e3o dizer nada. Quando n\u00e3o sabia o que dizer, ou sabia mas tinha pregui\u00e7a, o brasileiro dizia \u201cpois \u00e9\u201d. Ela n\u00e3o aguentava mais o \u201cpois \u00e9\u201d.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tinha dificuldades com o \u201cpois sim\u201d e o \u201cpois n\u00e3o\u201d. Uma vez quis saber se podia me perguntar uma coisa.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pois n\u00e3o \u2013 disse eu, polidamente.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 exatamente isso! O que quer dizer \u201cpois n\u00e3o\u201d?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Bom. Voc\u00ea me perguntou se podia fazer uma pergunta. Eu disse \u201cpois n\u00e3o\u201d. Quer dizer, \u201cpode, esteja \u00e0 vontade, estou ouvindo, estou \u00e0s suas ordens\u2026\u201d<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Em outras palavras, quer dizer \u201csim\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 \u00c9.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Ent\u00e3o por que n\u00e3o se diz \u201cpois sim\u201d?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Porque \u201cpois sim\u201d quer dizer \u201cn\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 O qu\u00ea?!<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Se voc\u00ea disser alguma coisa que n\u00e3o \u00e9 verdade, com a qual eu n\u00e3o concordo, ou acho dif\u00edcil de acreditar, eu digo \u201cpois sim\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>&#8211; Porque o \u201cpois\u201d, no caso, d\u00e1 o sentido contr\u00e1rio, entende? Quando se diz \u201cpois n\u00e3o\u201d, est\u00e1-se dizendo que seria imposs\u00edvel, no caso, dizer \u201cn\u00e3o\u201d. Seria inconceb\u00edvel dizer \u201cn\u00e3o\u201d. Eu dizer n\u00e3o? Aqui, \u00f3.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Onde?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Nada. Esquece. J\u00e1 o \u201cpois sim\u201d quer dizer \u201cora, sim!\u201d. \u201cOra, se eu vou aceitar isso.\u201d \u201cOra, n\u00e3o me\u00a0fa\u00e7a rir. R\u00e1, r\u00e1, r\u00e1.\u201d<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 \u201cPois\u201d quer dizer \u201cora\u201d?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Ahn\u2026 Mais ou menos.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0 Que l\u00edngua!<\/p>\n<p>Eu quase disse: \u201cE voc\u00eas, que escrevem \u2018tough\u2019 e dizem \u2018t\u00e2f\u2019?\u201d, mas me contive. Afinal, as inten\u00e7\u00f5es dela eram boas. Queria aprender. Ela insistiu:<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Seria mais f\u00e1cil n\u00e3o dizer o \u201cpois\u201d.<\/p>\n<p>Eu j\u00e1 estava com pregui\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pois \u00e9.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00e3o me diz \u201cpois \u00e9\u201d!<\/p>\n<p>Mas o que ela n\u00e3o entendia mesmo era o \u201cp\u00e1, p\u00e1, p\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Qual o significado exato de \u201cp\u00e1, p\u00e1, p\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como \u00e9?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cP\u00e1, p\u00e1, p\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cP\u00e1\u201d \u00e9 p\u00e1. \u201cShovel\u201d, Aquele neg\u00f3cio que a gente pega assim e\u2026<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cP\u00e1\u201d eu sei o que \u00e9. Mas \u201cp\u00e1\u201d tr\u00eas vezes?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Onde foi que voc\u00ea ouviu isso?<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 a coisa que eu mais ou\u00e7o. Quando brasileiro come\u00e7a a contar hist\u00f3ria, sempre entra o \u201cp\u00e1,p\u00e1,p\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>Como que para ilustrar nossa conversa, chegou-se a n\u00f3s, providencialmente, outro brasileiro. E um brasileiro com hist\u00f3ria:<\/p>\n<p>&#8211; Eu estava ali agora mesmo, tomando um cafezinho, quando chega o T\u00falio. Conversa vai, conversa vem e coisa e tal e p\u00e1, p\u00e1, p\u00e1\u2026<\/p>\n<p>Eu e a americana nos entreolhamos.<\/p>\n<p>&#8211; Funciona como retic\u00eancias \u2013 sugeri eu. \u2013 Significa, na verdade, tr\u00eas pontinhos. \u201cPonto, ponto, ponto.\u201d<\/p>\n<p>&#8211; Mas por que \u201cp\u00e1\u201d e n\u00e3o \u201cp\u00f3\u201d? Ou \u201cpi\u201d ou \u201cpu\u201d? Ou \u201cetc\u00e9tera\u201d?<\/p>\n<p>Me controlei para n\u00e3o dizer \u2013 \u201cE o problema dos negros nos Estados Unidos?\u201d.<\/p>\n<p>Ela continuou:<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E por que tem que ser tr\u00eas vezes?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por causa do ritmo. \u201cP\u00e1, p\u00e1, p\u00e1.\u201d S\u00f3 \u201cp\u00e1, p\u00e1\u201d n\u00e3o d\u00e1.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E por que \u201cp\u00e1\u201d?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Porque sei l\u00e1 \u2013 disse, didaticamente.<\/p>\n<p>O outro continuava sua hist\u00f3ria. Hist\u00f3ria de brasileiro n\u00e3o se interrompe facilmente.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E a\u00ed o T\u00falio com uma lengalenga que vou te contar. Porque p\u00e1, p\u00e1, p\u00e1\u2026<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 uma express\u00e3o utilit\u00e1ria \u2013 intervim. \u2013 Substitui v\u00e1rias palavras (no caso toda a estranha hist\u00f3ria do T\u00falio, que levaria muito tempo para contar) por apenas tr\u00eas. \u00c9 um s\u00edmbolo de garrulice vazia, que n\u00e3o merece ser reproduzida. S\u00e3o palavras que\u2026<\/p>\n<p>&#8211; Mas n\u00e3o s\u00e3o palavras. S\u00e3o s\u00f3 barulhos. \u201cP\u00e1, p\u00e1, p\u00e1.\u201d<\/p>\n<p>&#8211; Pois \u00e9 \u2013 disse eu.<\/p>\n<p>Ela foi embora, com a cabe\u00e7a alta. Obviamente desistira dos brasileiros. Eu fui para o outro lado. Deixamos o amigo do T\u00falio papeando sozinho.<\/p>\n<p>(VER\u00cdSSIMO, Luis Fernando. <em>Com\u00e9dias para se Ler na Escola)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 \u2013 TEMA: No\u00e7\u00f5es de Sintaxe. Frase, ora\u00e7\u00e3o, per\u00edodo. Import\u00e2ncia do estudo da sintaxe. 2 \u2013 PR\u00c9-REQUISITO: Ler com compreens\u00e3o. Ter no\u00e7\u00f5es de morfologia. 3 \u2013 META: Este roteiro foi elaborado com o objetivo de: . desenvolver habilidades de interpretar textos . conscientizar o aluno da import\u00e2ncia do estudo da Sintaxe da L\u00edngua Portuguesa . 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