DOM CASMURRO – Capítulo 14

DOM CASMURRO – CAPÍTULO 14

Machado de Assis descreve, nesse capítulo, um momento único entre dois adolescentes. A descrição é carregada de emoções fortes, sensuais, mas ao mesmo tempo inocentes, puras. Leitor(a), vale a pena deixar a sua imaginação criar a imagem desse momento. Portanto, leia-o.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 14

DOM CASMURRO – Capítulo 12

Dom Casmurro – Capítulo 12

Os poetas sempre procuram traduzir, através das palavras, o que o ser humano sente quando ama alguém. Quem nunca sentiu o que Machado de Assis descreve neste capítulo? Principalmente quando era adolescente, como no caso de Bentinho e Capitu. Prezado leitor, vale a pena recordar seus sentimentos e emoções ao ler este relato.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 12

DOM CASMURRO – Capítulos 8, 9 e 10

DOM CASMURRO – Capítulos 8, 9 e 10

Machado de Assis usa, nestes três capítulos, uma metáfora para explicar a vida do personagem Bentinho. Compara a vida em sociedade a uma grande ópera com orquestra, atores, compositores e executores. Deixa transparecer assim, sua visão da sociedade do seu tempo.

A metáfora é uma figura de linguagem que consiste em utilizar uma palavra ou expressão em lugar de outra, por haver entre elas uma relação de semelhança. Toda metáfora é uma espécie de comparação implícita, em que o elemento comparativo aparece. No texto aparece a frase: “A vida é uma ópera…” em que o escritor estabelece traços de semelhança entre a vida e uma ópera. Ao longo dos textos ele passa a explicar sua tese e para isso, se vale de outras pequenas metáforas como “Deus é o poeta. A música é de Satanás…” referindo-se ao Criador do Universo e à ação de Satã aqui na Terra. Vale a pena ler esses capítulos e descobrir as metáforas utilizadas e suas relações com a vida das pessoas.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulos 8, 9 e 10

DOM CASMURRO – Capítulo 7

DOM CASMURRO – CAPÍTULO 7

“No decorrer de todo o século XIX e em grande parte do século XX, o discursos de gênero foi determinante para a formulação do espaço social por excelência destinado à mulher: o ambiente doméstico.

A vida da mulher realizava-se em toda a sua plenitude quando dotada de “valores e condutas específicas” em uma atuação considerada irrepreensível, seja no relacionamento conjugal, seja na educação dos filhos. A preservação dos bons costumes e da ordem moral esteve intimamente relacionada à organização familiar. A rigidez de padrões de comportamento e o posicionamento conservador em torno da figura feminina definiram a esfera de “criaturas domésticas” destinadas especialmente à maternidade.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 7

DOM CASMURRO – Capítulo 6

DOM CASMURRO – CAPÍTULO 6

Propondo-se a retratar fielmente o personagem, o escritor realista tanto procura representar o seu mundo interior, analisando o seu caráter, motivações e interesses, como procura situá-lo em seu contexto social. É o que Machado de Assis faz com o personagem Tio Cosme, neste capítulo. É a análise psico-social do personagem.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 6

DOM CASMURRO – Capítulo 5

Dom Casmurro – Capítulo 5

Propondo-se a retratar fielmente o personagem, o escritor realista tanto procura representar o seu mundo interior, analisando o seu caráter, motivações e interesses, como procura situá-lo em seu contexto social. É o que Machado de Assis faz com o personagem José Dias, nos capítulos 4 e 5. É a análise psico-social do personagem.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 5

DOM CASMURRO – Capítulo 4

DOM CASMURRO – Capítulo 4

Outra característica do movimento literário Realismo é o detalhismo descritivo. Procurando ser mais preciso possível em sua descrição, o escritor realista se detém na apresentação minuciosa dos personagens e dos ambientes, chegando, às vezes a um verdadeiro exagero detalhista. É o que percebemos no capítulo a seguir.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 4

DOM CASMURRO – Capítulo 3

DOM CASMURRO – Machado de Assis

Machado de Assis era de origem humilde e mulato – seus bisavós tinham sido escravos. Nasceu e passou a infância numa chácara situada no Morro do Livramento, Rio de Janeiro. Cedo ficou órfão de mãe, perdendo também o pai alguns anos depois. Foi criado pela madrasta. Não fez estudos regulares, mas aprendeu as primeiras letras numa escola primária de São Cristóvão. Foi sacristão da igreja de Lampadosa, cujo vigário lhe ensinou Latim.

(mais…)

Continue lendoDOM CASMURRO – Capítulo 3